Focamos agora algumas atenções para o tema das Missões, tendo consciência que no domingo, se celebrou o Dia Mundial das Missões.
A Igreja assinala no próximo Domingo, 18 de Outubro, o Dia Mundial das Missões. Na mensagem intitulada “As nações caminharão à sua luz”, Bento XVI pretende que os católicos reavivem a consciência do mandato missionário de Cristo.
O Papa recorda que a evangelização de todos os povos “constitui a missão essencial da Igreja", tarefa "que as vastas e profundas mudanças da sociedade actual tornam ainda mais urgentes". Mais do que apresentar um modelo de vida, "está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo", indicou Bento XVI.
Celebrações assinalam Dia Mundial das Missões
A dimensão missionária da Igreja será evocada através de diversas iniciativas.
Amanhã, 16 de Outubro, a diocese de Leiria realiza em Ourém uma vigília missionária; a celebração, que começará às 21h30, terá lugar na Igreja Nossa Senhora das Misericórdias.
No Sábado, decorre em Abrantes, diocese de Portalegre-Castelo Branco, uma Jornada Missionária, com um programa que se inicia às 10h00. No mesmo dia, a capela do Seminário da Boa Nova (Vila Nova de Gaia) acolhe uma vigília preparada pelo Grupo Paroquial Missionário de Valadares.
Para Domingo está agendada a “Tarde das Missões”, organizada pela Família Dehoniana. O encontro, que se inicia às 14h00, ocorrerá no Seminário de Alfragide.
Parte II
Apresentamos de seguida um texto que está publicado no site da Eclesia sobre as Missões: «Ser jovem no Gungo»: um mês de missão.
«Ao abrigo da Comissão Europeia, Inês Pereira integra o Projecto «Ser jovem no Gungo» que o grupo missionário da diocese de Leiria – Fátima, Ondjoyetu, desenvolve em Angola.
Até breve com mais notícia...
Há um mês na comunidade no Gungo, Inês destaca os primeiros dias como “fundamentais” para um processo de “conhecimento, adaptação e integração a uma cultura completamente diferente”. As condições da comunidade requerem também uma adaptação. O Gungo é uma comunidade isolada, onde as vias de comunicação “ficam muitas vezes intransitáveis, não há rede telefónica, luz eléctrica, nem água potável”.
Esta jovem missionária, que repete a experiência de missão, regista muitas marcas de guerra, nos edifícios, nas pessoas e nos seus comportamentos. “Algumas pessoas ainda temem a guerra, outras, aos poucos, vão construindo as suas vidas e organizando o melhor que conseguem”.
Esta realidade tem consequências na forma como vivem os jovens e as crianças, assinala a Inês Pereira. Nem todas as crianças frequentam a escola primária, têm acesso à educação básica, os cuidados básicos de saúde são escassos e a taxa de gravidez na adolescência é muito elevada.
“Tudo isto contribui para uma grande dificuldade em «ser jovem» e em «sentir-se jovem». Rapidamente os adolescentes assumem papéis de adultos, assumindo a organização familiar e financeira”.
Apesar do quadro traçado pela jovem missionária, “é possível encontrar jovens muito motivados para aprender, para conhecer mais do mundo, para explorar novos conhecimentos”.
A integrar uma equipa missionária que o grupo Ondjoyetu mantém no Gungo, Inês Pereira dá conta que foi estabelecido a “realização de um encontro mensal com todos os jovens da missão”. O próximo vai centrar-se no tema «ser jovem» com o objectivo de os participantes “descobrirem o que é esperado de um jovem e quais os papéis que devem assumir”.»
Páginas e Blogues
A
B
C
Chaves - Olhares sobre a cidade
D
E
Eclesia - Informações da Igreja Católica em Portugal
G
I
J
Juventude Eucarística Franciscana
O
Outeiro Seco - Tradição e Modernidade
P
S
Site Oficial do Santuário de Fátima
T
V