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Terça-feira, 24 de Março de 2009

Folha da Paróquia - 4.º Domingo da Quaresma

 Mensagens da Folha da Paróquia

Foi pela graça que fostes salvos, por meio da Fé.

A salvação não vem de v´s: é dom de Deus.

 

Crise?!

Liderados por Nabucodonosor II, (reinado de 604 a. C. a 562 a. C.), que também construiu os Jardins Suspensos da Babilónia, uma das setes maravilhas do mundo antigo, os babilónios destruíram Jerusalém em 607 a. C. levando os Judeus para o exílio babilónico. O rei persa Ciro, o Grande, conquistou Babilónia em 539 a. C. anexando a cidade e libertando os judeus d exílio. (in Wikipédia)

Descrição da situação de crise que deu origem à invasão de Jerusalém e ao exílio do Povo de Israel para a Babilónia.

 

Leitura do Segundo Livro das Crónicas

(2 Cr 36, 14-16, 19-23)

 

Naqueles dias, todos os príncipes dos sacerdotes e o povo multiplicaram as suas infidelidades, imitando os costumes abomináveis das nações pagãs, e profanaram o templo que o Senhor tinha consagrado para Si em Jerusalém.

O Senhor, Deus de seus pais, desde o principio e sem cessar, enviou-lhes mensageiros, pois queria poupar o povo e a sua própria morada.

Mas eles escarneciam dos mensageiros de Deus, desprezavam as suas palavras e riam-se dos profetas, a tal ponto que deixou de haver remédio, perante a indignação do Senhor contra o seu povo.

Os caldeus incendiaram o templo de Deus, demoliram as muralhas de Jerusalém, lançaram fogo as seus palácios e destruíram todos os objectos preciosos.

O rei dos caldeus deportou para a Babilónia todos os que tinham escapado ao fio da espada; e foram escravos deles e de seus filhos, até que se estabeleceu o reino dos persas.

Assim se cumpriu o que o Senhor anunciara pela boca de Jeremias: «Enquanto o país não descontou os seus sábados, esteve num sábado contínuo, durante todo o tempo da sua desolação, até que se completaram setenta anos».

No primeiro ano do reinado de Ciro, da Pérsia, para se cumprir a palavra do Senhor, pronunciada pela boca de Jeremias, o Senhor inspirou Ciro, rei da Pérsia, que madou publicar em todo o seu reinado, de viva voz e por escrito, a seguinte proclamação:

«Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus do Céu, deu-me todos os reinados da terra e ele próprio me confiou o encargo de Lhe construir um templo em Jerusalém, na terra de Judá. Quem de entre vós fizer parte do seu povo ponha-se a caminho e que Deus esteja com ele».

 

Salmo Responsorial – 136 (137)

 

Leitura da Epistola do Apóstolo São Paulo aos Efésios (Ef2, 4+-10)

Irmãos: deus, que é rico em misericórdia, pela grande caridade com que nos amou, a nós, que estávamos mortos por causa dos nossos pecados, restitui-nos à vida com Cristo – é pela graça que fostes salvos – e com Ele nos ressuscitou e nos fez sentar nos Céus com Cristo Jesus, para mostrar aos séculos futuros a abundante riqueza da sua graça e da sua bondade para connosco, em Cristo Jesus.

De facto é pela graça que fostes salvos, por meio da fé. A salvação não vem de vós: é dom de Deus. Não se deve às obras: ninguém se pode gloriar. Na verdade, nós somos obra sua, criada em Cristo Jesus, em vista das boas obras que Deus de antemão preparou, como caminho que devemos seguir.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João (Jo 3, 14-21)

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna.

Deus amou tanto o mundo que entregou o seu filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n´Ele não perca, mas tenha vida eterna.

Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele.

Quem acredita n´Ele não é condenado, mas quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus.

E a causa da condenação é esta: a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque eram más as suas obras. Todo aquele que pratica más acções odeia a luz e não se aproxima dela, para que as suas obras não sejam denunciadas.

Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz, para que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus.

 

A Bíblia como Palavra de Deus

(Introdução à Bíblia 5)

Até agora temos visto a Bíblia do lado de fora, como um conjunto de livros que têm a sua história e os seus géneros literários.

Neste capítulo vamos ver do lado de dentro. O objectivo é olhar a Bíblia com os mesmos olhos com que ela se olha a si mesma. Vamos ver como dentro da própria Bíblia foi crescendo pouco a pouco a fé na autoridade e inspiração divinas.

Não intentamos provar que a Bíblia é um livro inspirado por Deus. Isso aceitamolo simplesmente como ponto de partida. Se não acreditássemos que a Bíblia é Palavra de deus, não nos interessaria grandemente o seu estudo. Mas porque cremos, por isso não interessa tanto.

 

Autoridade Crescente da Bíblia

Na própria Bíblia vão aparecendo cada vez com mais insistência testemunhos da autoridade crescente dos seus próprios escritos. Esses testemunhos são a representação da visão que o povo tinha sobre a mesma Bíblia. Vejamos alguns exemplos:

a) O povo encontrava nestes textos antigos um «motivo de consolação» (1 Mac 12,9), de uma fonte de instrução (2 Cro 17,9) e de correcção (Jer 36,2-3).

b) Além destes escritos que hoje se encontram na Bíblia, havia muitos outros. No princípio não faziam muita distinção entre eles. Mas, à medida que caminhava, o povo começou a fazer uma distinção. Para a sua fé nem todos os livros tinham o mesmo valor. Os que mais de perto expressavam a sua fé acabarm por ser reconhecidos como «LIvros Santos» (1 Mac 12,9) e como «Sagrada Escritura» (2 Tim 3,15).

c) Assim nasceu a preocupação por elaborar uma lista fixa e oficial destes livros sagrados.

Esta lista chama-se o «Cânone». Daí vem o nome de Livros Canónicos, para designar os livros que hoje figuram na Bíblia. Esta lista demorou muito tempo a completar-se. Os Judeus oficializaram a sua lista de livros sagrados no ano 90 depois de Cristo. A formação do Cânone oficial da Igreja levou muito mais tempo.

d) S. Paulo diz na Carta aos Romanos que as Escrituras serevm «para nossa instrução, a fim de mantermos firme a esperança, pela constância e a consolação») Rom 15,4.

e) Alguns anos mais tarde, aí pelo começo do século II, a segunda carta a Timóteo resume a estimula e veneração que tinham aquelas comunidades pela Sagrada Escritura, que segundo eles é «útil para ensinar, para refutar, para corrigir, para guiar para o bem. A Escritura torna perfeito o homem de Deus e prepara-o para  que faça um bom trabalho» (2 Tim 3,16-17).

Existia, portanto, uma grande preocupação por conservar tais escritos, por causa da autoridade que tinham e epal inspiração que exerciam na vida do povo, mantendo o fiel à sua identidade de Povo de Deus. Mas até ao fim do Novo Testamento não se diz nada explicitamente sobre a inspiração divina da Bíblia.

 

Notas:

  • Dia 22, às 18 horas na Missa - Renovação das Promessas da Legião de Maria
  • Dia 25 - Anunciação do Senhor
  • Dia 29 - atenção à mudança da hora
  • Dia 25 de Abril - Dia Diocesano da Juventude, a realizar-se em Chaves
  • A Junta de Freguesia pede para avisar que podem ser consultados os cadernos eleitorais, durante este mês de Março e vai organziar um passeio para os reformados, como em anos anteriores.

A Folha da Paróquia é da responsabilidade do nosso Pároco - Pe Hélder, e é distribuida no final de cada de domingo na Igreja Matriz e aqui divulgada.

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 23:09
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