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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

MAIS DE 22.000 VISITAS - OBRIGADO(A)

Hoje queriamos agradeçer a todos os que visitam este blogue, (do Grupo de Jovens Emanuel, da Paróquia de Santa Maria Maior de Chaves).

Agradeçer a todas as pessoas, (quer de Chaves, de todo o país e de todo o mundo) que visitam e deixam uma mensagem no blogue.

Este blogue fez em Janeiro deste ano, 1 ano e neste momento temos 22309 visitas registadas, o que para nós é muito bom.

Agradeçemos em especial à Irmã Efigénia, (que nos tem acompanhado, orientado e que nos tem feito crescer muito no nosso Grupo de Jovens); ao nosso Pároco Pe. Hélder Sá, (que sempre nos acompanhou na Paróquia e foi sempre um amigo do nosso grupo) e a todos os jovens, (que passaram por este grupo e fizeram dele o que é hoje...que cresceram nele, fizeram caminhada com Jesus Cristo e que deixam em nós, um caminho aberto para continuar a seguir na Paróquia, crescendo como Grupo, cristãos e Amigos, obrigado a todos e a cada jovem em especial...).

 

Lembramos que a ideia de criar o blogue, já vem de alguns anos, (primeiro tinhamos a ideia de criar um site, mas como não foi possível, surgiu o blogue...). O blogue tem dois objectivos:

- dar a conhecer o nosso grupo, (demonstrando quem somos, o que fazemos e algumas actividades que se vão fazendo na nossa paróquia);

- o outro objectivo, foi lembrar todos os jovens que passaram pelo grupo, (que já foram muitos, desde a criação do grupo de jovens em 1992).

 

No primeiro objectivo o que colocamos aqui são:

- letras de músicas do grupo;

- orações que fazemos;

actividades, (retratadas em vídeos e fotos, com algum texto a acompanhar);

- A Folha da Paróquia, (com os principais destaques e informações que lá se encontram);

- O jornal Semeando da JEF - Juventude Eucarística Franciscana, (do qual o nosso grupo faz parte e participa nos seus encontros);

- Informações da Igreja Católica em Portugal e do Vaticano.

 

No segundo objectivo o que colocamos é:

- vídeos e fotos a retratar diversas actividades ao longo dos anos do grupo desde a sua criação em 1992 até hoje;

- fotos de jovens que passaram pelo grupo;

- orações que já se fizeram no grupo;

- textos...

 

Quanto ao primeiro e segundo objectivo, sabemos que há coisas que ainda temos que melhorar aqui no blogue e que há muitas coisas que ainda não conseguimos colocar, mas isso não está esquecido e será aqui colocado, (fotos do grupo, vídeos, orações e músicas...).

 

No grupo em si, este ano - 2008/09, somos 8 jovens que reunimos todos os Domingos, pelas 10:00 horas, (onde fazemos a oração, prepararmos os cânticos para a Eucarístia das 11:30 e alguma actividade que tenhamos que preparar); participamos nos encontros da JEF, participamos no sábado passado na Jornada Diocesana da Juventude, (que se realizou em Chaves) e vamos este fim de semana, em conjunto com os Acólitos fazer uma visita a Fátima.

Esperamos que no próximo tenhamos mais jovens no grupo e com isso poder fazer mais actividades na Paróquia. 

 

Terminamos a dizer que com mais de 22.000 visitas no blogue e com 17 anos de existência do Grupo de Jovens, esperamos continuar a crescer em tudo, e a ser uctil na Paróquia.

 

P.S.: Lembramos a todas as pessoas que deixam comentários no blogue, que deixem lá o seu e-mail, para nos ser possível a nós, responder ao que nos pedem ou agradecer simplesmente as mensagens que enviam.

 

Obrigado(a)...

 

Bom dia para Ti...

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 10:09
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Preparação para a viagem a Fátima

Na sexta-feira bem cedo, (pelas 5.30) o nosso grupo de jovens e o grupo de Acólitos vamos de visita a Fátima, onde estaremos sexta e sábado - 1 e 2 de Maio.

 

Este viagem servirá para o nosso grupo e os acólitos, estarmos um pouco em oração em conjunto com N.ª Sr.ª de Fátima, celebrarmos a Fé e ao mesmo temos crescermos em grupo, na formação do grupo.

 

Aqui o programa da nossa Viagem a Fátima:

 

Sexta-feira

- saída pelas 5.30 da manhã, num autocarro, (partindo do Largo do Anjo), onde seguiremos para Fátima, (fazendo uma paragem ao longo da viagem, para tormar pequeno almoço).

- O almoço, jantar de sexta e sábado será na casa de uma Comunidade Irmãs e a dormida será noutra casa de outra Comunidade de Irmãos.

 

- Ainda sexta-feira iremos ao Santuário de Fátima, (onde iremos estar na nova Igreja e na capelinha das Aparições).

- Á noite iremos participar no terço, na Capela das Aparições.

 

Sábado

- No sábado iremos visitar os diversos Museus de Fátima: Museu da sagrada Família, (com peças em cera, retratando toda a vida de Jesus Cristo) e outros Museus.

- Ao final da tarde de sábado partiremos de Fátima, de regresso a Chaves.

 

Para esta viagem o nosso grupo vai levar violas, cânticos para animar a viagem e orações para realizar em Fátima.

Esperamos com grande alegria esta viagem...pois acreditamos que vamos crescer mais e melhor em grupo.

 

Ao longo da semana traremos mais notícias sobre esta viagem...

 

Um Bom dia para ti...

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 08:49
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Jornada Diocesana da Juventude - Parte II

Aqui fica o vídeo com os melhores momentos da Jornada Diocesana da Juventude...

 

 

 

 

P.S.: Caso tenhas participado nesta Jornada deixa-nos aqui a tua opinião, (o que mais gostaste e o que mais te marcou na Jornada).

Publicado por gjemanuel-chaves às 08:46
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Jornada Diocesana da Juventude - 25 de Abril

 

 

 

 

Tema: "Para mim viver é Cristo"

Chaves, 25 de Abril de 2009

Trazemos aqui hoje, notícias sobre a Jornada Diocesana, que se realizou no último sábado, no Auditório do Hotel Aquae Flaviae em Chaves.

 

Aqui fica o Programa da Jornada:

09.30 – Chegada / Acolhimento dos jovens de toda a Diocese a Chaves

10.00 – Apresentação do Tema: "Cartas da Páscoa"

Nesta parte cada grupo de jovens da Diocese apresentou a Carta de São Paulo que tinham preparado…

Entre cada apresentação de cada grupo, houve momentos de animação, orientados por um grupo de jovens, (este orientado pelo seu professor de Música) de Penafiel. Aqui ficam alguns cânticos que todos os jovens cantaram animados:

 

Cântico 1 - Deus está aqui

Ref. Deus está aqui, Deus está aqui.

Deus está, Deus está.

Na palavra proclamada

Que alimenta a nossa vida

Aqui junto de nós, Deus está.

 

No Corpo e Sangue de Jesus

Que nos deixou como sinal

Do seu amor por nós, Deus está.

 

Em todos nós aqui presentes,

Comunidade reunida

P´ra celebrar a fé, Deus está.

 

PARA MIM VIVER É CRISTO

Ref. Para mim viver é Cristo, é Cristo! Para mim viver é Cristo!

Para mim viver é Cristo, é Cristo!

 

Cântico 2 - Deus Está Aqui

Ref. Deus está aqui!

Tão certo como o ar que respiro,

Tão certo como o amanhã que se levanta,

Tão certo como este canto que podes ouvir.

 

Tu O podes sentir movendo-se por entre os ramos

Tu O podes ouvir cantando connosco aqui.

Tu O podes levar quando por essa porta saias,

Tu O podes guardar para sempre no teu coração.

 

Cântico 3 – Paulo, Apóstolo de Cristo

Ref. Paulo, Apóstolo de Cristo Jesus,

Escolhido para anunciar o Evangelho da Graça e da Cruz.

Ai de mim se eu não evangelizar.

 

Cântico 4 – Tão perto de Mim

Ref. Tão perto de mim, tão perto de mim

Que até eu lhe posso tocar, aqui está Jesus.

 

Não procuro a Cristo nas alturas,

Nem o encontrarei na escuridão.

Sinto que Jesus "stá" juntinho a mim,

Dentro do meu ser, no coração.

 

Vou contar-lhe toda a minha vida,

Como a um amigo falarei.

Eu não sei se é Ele que habita em mim

Ou se sou eu já que habito n´Ele.

 

Sei que Jesus vai a meu lado,

Entre as alegrias e as dores.

A meu lado vai, sempre a caminhar,

Ele nunca me abandonará.

 

Cântico 5 – Senhor, vela por mim

Ref. Senhor, vela por mim. Que farei sem Ti?

Só, eu não sou nada. Guarda-me, Senhor.

 

Como poderei ser fiel ao teu amor,

Como o poderei viver para ti?

Quem és Tu, Senhor, e quem sou eu?

Guarda-me, Senhor.

 

Tua palavra é fonte de verdade,

Ela me aponta o caminho.

Ó Senhor, desfaz minha dúvida.

Guarda-me, Senhor.

 

Tu me deste a força do teu Corpo,

Tu mudaste minha vida.

Ó Senhor, eu te agradeço.

Guarda-me, Senhor.

 

 

Grupo – Alto Tâmega, (Acólitos da Igreja Matriz de Chaves) – 1.ª Carta a Timóteo;

Grupo – [outro grupo] – 2.ª aos Tessalonicenses;

Grupo – Douro I (Santa Marta de Penaguião e Régua) – Carta aos Coríntios;

Grupo – Valpaços – Carta aos Gálatas;

Grupo – Mondim de Basto – Carta aos Romanos;

Grupo – Murça – Carta aos Efésios;

Grupo – Escuteiros de Chaves – Carta aos Filipenses;

Grupo – Alunos do Seminário de Vila Real – Carta aos Hebreus;

Grupo – Alunos da UTAD – Carta aos Filmamos.

 

12.30 – Celebração da Palavra

Esta foi presidida pelo Sr. Bispo D. Joaquim, acompanhada pelo D. Amândio, Bispo Coadjutor da nossa Diocese.

Cântico de Entrada: Para mim viver é Cristo, Ele é o meu Senhor,

Minha fonte, minha força, meu caminho redentor.

 

Venho, Jesus, à tua casa, junto com o meu irmão.

Celebrar a tua Páscoa, a festa da salvação.

 

Quero ouvir a tua Palavra, alimentar-me do teu Pão,

Dar graças p´la minha vida, perdoar, pedir perdão.

 

Acto Penitencial

 

Senhor aqui estou, Tu és a salvação.

Tem piedade dos teus filhos. A ti eu peço perdão.

 

Cristo aqui estou,…

Senhor, aqui estou,…

 

Salmo Responsorial

Ref. Eu vos amo Senhor: Vós sois a minha força

 

Aclamação

Ref. Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia (bis)

Eu sou o caminho, a verdade e a vida

Ninguém vai ao Pai senão por Mim.

 

Acção de Graças

Jão não sou eu que vivo, é Jesus que vive em mim,

Se Deus está comigo, quem virá opor-se a mim?

Eu estou feliz na Lei do meu Senhor;

Foi Jesus Cristo o meu libertador, Aleluia!

 

Ref. Não, nada me afastará, ó meu Rei e Senhor:

Nem a vida, morte ou poder.

Nada apagará esta vida que está em mim

Do meu Senhor!

 

Bendito seja Deus que nos fez renascer

Para uma esperança viva, uma esperança que não morre,

Reservada nos Céus pelo poder de Deus.

A vós o louvor, a glória e o poder, para sempre!

 

 

Final

 

Eu vi meu Deus e Senhor – Aleluia! Aleluia!

Cantai ao amor, cantai – Ale! Aleluia!

 

Ref. Glória! Glória a ti que crês em Jesus!

Glória! Glória ao meu Rei e Senhor!

 

Jesus está vivo entre nós – Aleluia! Aleluia!

Dançai, vesti-vos de festa – Ale! Aleluia!

 

Tocai guitarras, tocai – Aleluia! Aleluia!

E levantai vossos braços – Ale! Aleluia!

 

O meu pecado morreu – Aleluia!

Jesus tocou minha vida – Ale! Aleluia!

 

- Seguiu-se á Celebração da Palavra, o almoço convívio entre os jovens, (13.00-14.30)

 

Pelas 14.30 retomaram os Jovens ao auditório e á parte prática da Jornada Diocesana da Juventude, (onde cada grupo apresentaria a sua carta de forma "encenada", e onde os jovens tinham que descobrir qual a carta que está a ser encenada, ou qual a personagem central daquela carta).

- Aqui fica a ordem de cada grupo que apresentou a sua Carta…

Não haverá um texto a explicar, pois apresentaremos um vídeo para ilustrar isto…"as imagens falarão por si"

 

1.º Grupo – Alto Tâmega – 2.ª Carta a Timóteo

 

2.º Grupo – Mondim de Basto – 2.ª Carta aos Tessalonicenses

 

3.º Grupo – Douro I (Santa Marta de Penaguião e Régua) – 2.ª Carta aos Coríntios

 

4.º Grupo – Douro II (Alijo, Murça e Sabrosa) – Carta a Efésios

 

5.º Grupo – Escuteiros – Carta aos Filipenses

 

6.º Grupo – Convívios Fraternos - 1.º Carta aos Coríntios

 

7.º Grupo – Alunos do Seminário – Carta aos Hebreus

 

8.º Grupo – Alunos da UTAD – Carta aos Filmamos

 

Cada grupo que acertava na "coisa mistério" sobre cada carta apresentada, recebia uma "prenda", (que continha um livro sobre Chaves e um galhardete…era uma forma de levaram um pouco de Chaves consigo e de lhes agradecerem por estarem nesta Jornada).

Depois de terminada esta parte, houve mais um momento de animação onde todos cantaram animando todo o Auditório…contagiando tudo e todos.

Seguiu-se em palco a leitura de uma Carta de Paulo de Tars, escrita pelo Bispo D. Joaquim e que foi lida pelo Padre Machado e que aqui apresentamos…

 

 

«Eu sou Paulo de Tarso. Persegui convictamente os cristãos por eles seguirem um caminho diferente da lei de Moisés, que era o meu ideal de vida. Mas quando fui apanhado por Jesus Ressuscitado, nasceu em mim, uma grande Paião por Ele, á qual me mantive fiel até à morte em Roma.

Soube que andaste a estudar as minhas cartas. São 14. Umas escrevi-as eu próprio, outra mandei-as escrever, li-as e assinei-as depois; há uma, aos Hebreus, que não assinei, mas o que lá se diz é da minha responsabilidade. Dou-vos os parabéns pelo esforço que fizeste para as entender. Nelas falo sempre de Jesus ressuscitado, pois foi assim que eu O conheci.

Antes de escrever as cartas, andei milhares de Kms pelas terras em redor do mar Mediterrâneo para anunciar Jesus de Nazaré. No meu tempo, as estradas romanas eram rodeadas de ladrões tanto nas estradas como nas pousadas, e no mar acontecia o mesmo.

Dirigia-me sempre às cidades, não às aldeias e por isso me chama agora o "homem do asfalto". O vosso tempo é parecido com o meu: hoje o povo foge para a cidade, e mesmo nas aldeias, bebem-se as ideias da cidade. Por isso, se não evangelizardes as cidades, as coisas irão mal no futuro. Peço-vos que vos prepareis para serdes cristãos na cidade, nas escolas, na política, nas Universidades, nas empresas, nos jornais, na rádio, na televisão. É indispensável ter cultura para entender e destrinçar as ideias modernas. A mim ela fez-me muito jeito para falar com gregos e romanos, com as autoridades militares e governadores, para entender melhor o Antigo Testamento e falar aos judeus, e para escrever.

As cartas custaram-me tempo e dinheiro. Cada uma delas levou mais de uma semana a escrever e depois foi preciso escolher um portador, homem ou mulher, corajosos e cautelosos. Na altura não imaginava que iriam guardá-las e fazê-las chegar até vós. Deus encarregou-se disso.

Queria dizer-vos que muitas das coisas de que falo nas minhas cartas, continuam a existir entre vós. Por exemplo: como os filósofos de Atenas, há homens palradores acerca da religião, mas sem se converterem ao Evangelho; como os Gálatas da Turquia, há pessoas algo desconfiadas da pregação e capazes de virar a casaca; como os Coríntios, há quem misture a paixão pelos jogos com a paixão pelas mulheres de Corinto e pelas seitas; como em Éfeso, há mulheres ambiciosas de liderança, muita religião individualista e gente interessada no comércio das coisas religiosas; como os Colossenses, há os amigos dos anjos, do bruxedo, dos horóscopos, dos espíritos, e desinteressados de Jesus; como os Hebreus, há os saudosistas da Lei de Moisés, do sangue e do sábado; como os Romanos, há os orgulhosos da cidade, da cultura e das leis, mas vivendo à custa de negócios fraudulentos; como os Tessalonicenses, alguns vivem assustados com o fim do mundo e preguiçosos; e há quem ainda viva á maneira de Filémon, na escravidão do dinheiro, da droga, do álcool e da vida nocturna. Cheguei a meter-lhe uma cunha para salvar um desses escravos. Também conheci gente agradecida e alegre como os Filipenses que se interessavam por mim, e preocupei-me em preparar homens para me sucederem, como Tito de raça gentia, e outros da raça judia como Timóteo. O centro de tudo é Jesus Cristo.

Tive desavenças com amigos de Barnabé e João Marcos por causa do nosso feitio. Separamo-nos em dois grupos e fomos para terras diferentes, mas mantivemo-nos sempre amigos e hoje vivemos juntos.

Tenho de me ir embora. Esta espada que colocaram na minha estátua em Roma, não é por eu ser terrorista, mas por ter sido morto à espada e sobretudo por eu ser pregador, o homem da Palavra de Deus que corta como uma espada afiada dos dois lados. Peço-vos que aos Domingos procureis reunir-vos para celebrar a Páscoa de Jesus e façais reuniões para vos instruirdes. A partir de agora, percebereis melhor as minhas cartas que o padre vos explicará. Se durante a homília o padre da vossa terra vos causar sono, sabei que isso me aconteceu a mim uma vez em Tróade: durante uma celebração no segundo andar de uma casa, prolonguei o discurso pela noite dentro e causei o sono a um rapaz que estava sentado numa janela e acabou por cair à rua. Mas tudo se recompôs em nome de Jesus.

Ficarei muito contente se souber que algum de vós se apaixonou por Jesus e resolveu segui-lo. Não tenhais medo: é uma grande aventura.

Meus amigos, à maneira romana, "Valéte", e à maneira judaica, "Shalom".

 

Depois da leitura e reflexão sobre este texto, o Bispo D. Joaquim agradeceu a todos os Jovens que participaram na Jornada Diocesana da Juventude e pela sua dedicação, (uns grupos mais do que outros e uns melhor do que outros) a cada Carta de São Paulo, (pois as suas cartas não são fáceis de perceber a sua mensagem e a sua linguagem). Referiu de seguida que alguns grupos foram muito bons na apresentação na Carta de manhã, ao contrário de outros, (que não apresentaram a Carta da melhor forma) e que houve outros grupos, que dinamizaram bem a Carta de São Paulo, que tinham em mãos na encenação.

Terminou dizendo que cada jovem aprendeu mais um pouco sobre São Paulo e as suas cartas e também que cada jovem, tem que ter consciência, que é importante o seu papel na sua paróquia, (tendo um papel activo nas Eucaristias, na comunidade paroquial, em tudo que lhe for possível).

De seguida falou o Sr. Padre Machado, (organizador desta Jornada, pois é, juntamente com o Padre Areias, os coordenadores da Pastoral Diocesana Juvenil), agradeceu a todos os que contribuíram para a realização desta Jornada em Chaves, dos quais destacamos:

 

Câmara Municipal de Chaves;

Hotel Aquae Flaviae;

Irmã Elisabete, Efigénia e Bertilina;

Grupo de Jovens Emanuel e Acólitos da Paróquia de Santa Maria Maior, (pois acolheram os jovens para este encontro e colaboraram na preparação da Jornada no Auditório do Hotel);

Secretariado do Alto Tâmega, (do qual faz parte o Padre Valdemar);

Padres que trouxeram os jovens das suas Paróquias e que os dinamizam os seus grupos, ao longo do ano;

Bispo D. Joaquim e seu Coadjuntor D. Amândio;

Padre Hélder, (pároco da Igreja Matriz de Chaves) e

Entre outras pessoas…

 

Em suma esta Jornada correu muito bem, no qual participaram mais de 500 jovens de toda a Diocese de Vila Real, (sendo participativos e dinâmicos na jornada). Houve uma boa organização desta jornada, (desde a sua preparação até ao dia da sua realização). Para isso, (nós como grupo de Jovens), damos os nossos parabéns ao Padre Machado e Padre Areias (dinamizadores desta Jornada e da Pastoral Juvenil) e ainda ao Secretariado do Alto Tâmega, (constituído pelo Padre Valdemar, entre outras pessoas), que contribuíram muito nesta Jornada. E não nos poderíamos esquecer, das Irmãs Elisabete e Efigénia, (que nos acompanham e que trabalharam muito nesta Jornada).

 

Esta Jornada Diocesana da Juventude é para nós importante e será marcante, pois além de ser em Chaves, demonstrou que apesar de sermos poucos jovens, (neste momento no grupo - 8), conseguimos estar todos presentes, animados em todo o encontro e com vontade de fazer mais e melhor em grupo em próximos encontros e actividades do grupo.

Carta: Paulo de Tarso

Começamos por vos dizer que o nosso Pároco, Padre Hélder Sá, fez mais um aninho no sábado…dia da Jornada. Com isto, desejamos muitas felicidades, que ele continue a guiar a nossa Paróquia, o nosso grupo de jovens, os acólitos, catequistas e outros grupos da Paróquia.

Que Deus o ilumine, o proteja e lhe dê muita Saúde!

Parabéns Padre Hélder Sá!

Publicado por gjemanuel-chaves às 08:39
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

O exemplo de São Nuno Álvares Pereira

 Na homilia da cerimónia da canonização de S. Nuno de Santa Maria, Bento XVI destacou algumas características do novo santo português. “Uma intensa vida de oração e absoluta confiança no auxílio divino” E adianta: “Embora fosse um óptimo militar e um grande chefe, nunca deixou os dotes pessoais sobreporem-se à acção suprema que vem de Deus”.

“São Nuno esforçava-se por não pôr obstáculos à acção de Deus na sua vida, imitando Nossa Senhora, de Quem era devotíssimo e a Quem atribuía publicamente as suas vitórias” – sublinhou Bento XVI na homilia.

No final da sua vida, o «Santo Condestável» retirou-se para o convento do Carmo, em Lisboa, mandado construir por ele. “Sinto-me feliz por apontar à Igreja inteira esta figura exemplar nomeadamente pela presença duma vida de fé e oração em contextos aparentemente pouco favoráveis à mesma, sendo a prova de que em qualquer situação, mesmo de carácter militar e bélica, é possível actuar e realizar os valores e princípios da vida cristã” – disse o Papa.

No final da celebração, Bento XVI agradeceu à comunidade portuguesa presente na praça de S. Pedro e, em particular, os carmelitas. "A quem um dia se prendeu o olhar e o coração deste militar crente" - salientou.

"Dirijo a minha saudação grata e deferente à Delegação oficial de Portugal e aos Bispos vindos para a canonização de Frei Nuno de Santa Maria, com todos os seus compatriotas que guardam no coração o testemunho do «Santo Condestável»: deste modo lhe chamavam já os pobres do seu tempo, vendo o sentido de compaixão e o despojamento de quem deu os seus bens aos mais desfavorecidos", disse.

"Deixou-nos assim uma nobre lição de renúncia e partilha, sem as quais será impossível chegar àquela igualdade fraterna característica duma sociedade moderna, que reconhece e trata a todos como membros da mesma e única família humana. Em particular saúdo os Carmelitas, a quem um dia se prendeu o olhar e o coração deste militar crente, vendo neles o hábito da Santíssima Virgem e no qual depois ele próprio se amortalhou. Ao desejar a abundância dos dons do Céu para todos os peregrinos e devotos de São Nuno, deixo-lhes este apelo: «Considerai o êxito da sua carreira e imitai a sua fé» (Heb 13, 7)", concluiu.

 

 (Inf. In Site da Eclesia)

 

P.S.: Ainda hoje, traremos os principais destaques do Encontro Diocesano de Domingo e algumas notas para a nossa ida a Fátima, (que vai acontecer dia 1 e 2 de Maio).

Publicado por gjemanuel-chaves às 10:22
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São Nuno Álvares Pereira - O Condestável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

«Com a Praça de S. Pedro no Vaticano completamente cheia foram canonizados esta manhã (26 de Abril) Arcangelo Tadini, Bernardo Tolomei, Gertrude (Caterina) Comensoli, Caterina Volpicelli e Nuno Santa Maria.

Depois da apresentação de uma breve biografia dos novos santos pelo Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, D. Angelo Amato, acompanhado pelos postuladores das causas, pediu que os cinco beatos sejam inscritos no “álbum dos Santos” e “como tal sejam invocados por todos os cristãos”. Após a ladainha, Bento XVI canonizou os cinco beatos.

Na fórmula de canonização, o Papa disse: “declaramos e definimos como Santos os Beatos Arcangelo Tadini, Bernardo Tolomei, Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, Geltrude Comensoli e Caterina Volpicelli, e inscrevemo-los no Álbum dos Santos e estabelecemos que em toda a Igreja eles sejam devotamente honrados entre os Santos”.

Os presentes bateram palmas e acenaram-se bandeiras. Após a proclamação dos novos santos – quatro italianos e um português - transportaram-se as relíquias dos novos santos para junto do altar. O Arcebispo Amato e os postuladores agradeceram a Bento XVI.

O prefeito da Congregação para as Causas dos Santos pediu também que seja redigida a Carta Apostólica a respeito das canonizações que acabaram de ter lugar. Bento XVI respondeu “Decernimus”, ou seja, “ordenamo-lo”.

Os novos santos

Arcangelo Tadini, sacerdote italiano, nasceu em Verolanuova, Brescia, a 12 de Outubro de 1846. Em 1864 entrou para o seminário de Brescia e em 1870 foi ordenado sacerdote. Em 1900, Tadini fundou a Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré. A elas confia o exemplo da Sagrada Família, que no silêncio e no escondimento trabalharam e viveram com humildade e simplicidade. Faleceu em 1912.

Bernardo Tolomei nasceu em Sena, s 10 de Maio de 1272, foi educado pelos Padres Pregadores e promovido a Cavaleiro do Imperador de Augsburgo. Retirou-se na solidão, junto com alguns companheiros, levando uma vida de eremita, mediante profissão monacal. Fundou, assim, o Mosteiro de “Monte Oliveto”, onde faleceu em 1348.

Gertrudes Comensoli nasceu em Val Camonica, Brescia, a 18 de Janeiro de 1847. Desde jovem tornou apóstola da Eucaristia. Por isso, com algumas companheiras, a 15 de Dezembro de 1882, instituiu a Congregação das Irmãs Sacramentinas de Bergamo, para a adoração de Jesus na Eucaristia. Faleceu na Casa por ela fundada, no dia 9 de Agosto de 1926.

Catarina Volpicelli nasceu em Nápoles, a 21 de Janeiro de 1839. Com as suas primeiras zeladoras, fundou as Servas do Sagrado Coração, a 1 de Julho de 1874, abertas a todos, sempre ao serviço da Igreja, dos últimos, dos sofredores e da juventude. Mandou construir o Santuário dedicado ao Coração de Jesus, ao lado da Casa Geral, para a adoração permanente pelo sustento da Igreja. Morreu em Nápoles a 28 de Dezembro de 1894.

Nuno de Santa Maria

Espírito contemplativo

Nuno Álvares Pereira, depois de ser religioso, estreitou mais o trato e familiaridade com o Senhor, porque então vivia no retiro, conveniente para poder sem estorvo empregar todas as potências da alma no Senhor que contemplava.

Amor à Eucaristia

«Esta a resposta que o Nuno costumava dar aos que notavam a sua frequência à mesa Eucarística: Que se alguém o quisesse ver vencido, pretendesse afastá-lo daquela Sagrada mesa em que Deus se dá em manjar aos homens, porque dela lhe resultava todo o esforço e fortaleza com que vencia e debelava seus contrários» (Papa Bento XV).

Devoção a Nossa Senhora

Nuno orava à Virgem Maria Senhora Nossa. Ao entrar no Convento de Nossa Senhora do Carmo, que mandou edificar, despojou-se de todos os títulos escolhendo para si o nome de «Frei Nuno de Santa Maria».

Pobreza, humildade e caridade

Nuno, o homem mais rico de Portugal, por amor de Deus fez-se pobre, inteiramente pobre. Distribuiu todos os seus bens pela Igreja, pelos pobres, pela família e pelos antigos companheiros de armas.

Despojado de tudo pede por caridade. Só por ordem do Rei é que deixou de andar pelas ruas a pedir esmola para os pobres. Do que o Rei lhe mandava para seu sustento, distribuía tudo o que podia pelos pobres, socorrendo e assistindo na agonia os moribundos. Mais caritativo era para com o seu próximo quando havia oportunidade de o socorrer nas enfermidades. Assistia os pobres nas doenças, não só com os alimentos necessários, mas com as ofertas que lhes dava.»

Publicado por gjemanuel-chaves às 10:00
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Onde se vai realizar o Encontro Diocesano da Juventude de amanhã...

Hoje deixamos-te aqui as principais indicações para saberes onde se vai realizar o Encontro Diocesano da Juventude, (que vai ser amanhã em Chaves).

O Encontro vai se realizar no Auditório do Hotel Aquae Flaviae, pois o sítio anteriormente escolhido - Auditório Municipal, (iria estar ocupado durante o período da tarde, com as festividades do 25 de Abril e com isso os jovens só poderiam estar lá de manhã, tendo que mudar de tarde, para o auditório do Lar de Santa Marta).

 

 

(Imagem do Hotel Aque Flavie, vista da parte das caldas, onde se encontra aí parque de Lazer e de Estacionamento)

 

Como chegar até Chaves:

- Partindo de Vila Real: entra na A24 que tem ligação até Chaves e depois saí na saída da aldeida de Curalha, (entram na aldeia e seguem nela até chegar a Chaves). Quando chegarem a Chaves, encontram a Praça do Brasil e com isso o Hotel Aquae Flavie do Lado Direito.

 

P.S.: Para quem vem de Alijo, Régua, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Vila Pouca de Aguiar ou Murça, deve fazer o percursso que mencionamos em cima.

 

- Partindo de Valpaços: devem seguir a Estrada Nacional 213, que dá ligação até Chaves. Ao entrarem na cidade, contornam a Rotunda do Raio X e seguem em direcção centro da cidade. Passam a Ponte Eng. Barbosa Carmonsa e encontram do lado direito o Hotel Aquae Flaviae.

 

- Partindo de Boticas e Montalegre: saíndo de Montalegre, entra na Estrada Nacional 103, seguindo para Chaves. Ao Chegar a Chaves, passam a Rotunda de Santa Cruz, (depois de terem deixado o troço do Casino) e seguem em direcção à Rotunda do Monumento. Chegados aí, seguem em direcção ao Hospital, (depois de deixar o Hospital, contorna-se uma rotunda e segue-se em direcção de Vila Real). Por fim vão encontrar a rotunda do Brasil e com o Hotel Aquae Flavie.

Para os grupos de jovens que vem de Boticas: entram na Estrada Nacional 213 até Chaves. Ao chegar à cidade, encontram a Rotunda do Brasil e encontram aí o Hotel Aquae Flavie.

 

Desejamos a todos os jovens, Parócos e outras pessoas que vêm a Chaves amanhã ao Encontro Diocesano da Juventude, que a viagem lhes corra da melhor forma; que desfrutem e enriquem com todos os jovens e o tema que vai ser tratado: S. Paulo e as suas Cartas.

 

Quanto ao nosso Grupo, estaremos no Encontro para Acolher todos os Jovens da melhor forma, para que estes se sintam bem em Chaves e no sítio onde vão estar.

 

P.S.: Amanhã traremos aqui alguns destaques sobre este Encontro Diocesano da Juventude.

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 14:08
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Curiosidades sobre a Igreja Matriz de Chaves

Hoje partilhamos contigo algumas curiosidades sobre a Igreja Matriz, (que é a Igreja da nossa Paróquia - Santa Maria Maior, Chaves).

São algumas curiosidades sobre a história e alguns pormenores da nossa Igreja. É uma forma simples e fácil de compreender como se formou a nossa Igreja, quais as suas características.

 

 

A nossa Igreja esta situada no Largo Luís de Camões, no centro histórico de Chaves.

 

 

 

 (Interior da Igreja Matriz)

 

 

 

 Padroeira da Paróquia - Santa Maria Maior

 

 

Também conhecida por Igreja Matriz. Os primeiros escritos sobre ela datam das Inquirições Afonsinas de 1259. Terá sido reconstruída pouco antes dessa época, talvez no século XII (no ano 1100 ou seja ao período da rainha D. Teresa) sobre os escombros dos templos anteriores segundo alguns autores a origem da igreja matriz de Chaves será anterior ao Bispo D. Idácio (1º e único bispo de Chaves) dado que no séc. XVIII encontrou-se uma lápide em honra de Júpiter, Optimo, Máximo com uma inscrição. A primeira parte da obra de reconstrução da Capela do Santíssimo foi do mestre pedreiro Silvestre Garcia e a obra de talha ao mestre entalhador minhoto João Correia Ferreira. O painel de azulejos azuis e brancos sobre o arco cruzeiro é alusivo à Assunção de Maria. A capela-mor que é bela, é do século XVI, sendo obra de Domingos Gonçalves.

Atrás da Igreja existe, na parede em cima um nicho com uma estátua de Santa Maria Maior.

Durante muito tempo, esta igreja de Santa Maria Maior foi a sede da única paróquia de Chaves. Assim era em 1386, altura em que, segundo as crónicas de Fernão Lopes, após conquistar a praça, o Mestre de Aviz e o Condestável, aqui ouviram missa.

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 14:45
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Festa em Honra da Nossa Senhora das Brotas

Como referimos à pouco realizou-se no Domingo e Segunda feira a festa em Honra da Nossa Senhora das Brotas em Chaves.

 

(capela, do interior do Forte de S. Neutel)

 

 Nossa Senhora das Brotas

 

No domingo de manhã, pelas 11.30, realizou-se a procissão, (tendo inicio no Bairro Verde, seguindo-se até ao interior do Forte de S. Neutel, onde se realizou a Eucarístia). A Eucarístia foi celebrada pelo Bispo Coadjuntor D. Amândio, da nossa Diocese. Foi um fim de semana de grande festividade, pois a celebração em Honra desta Santa, perdurou ate segunda feira.

Fica aqui o cartaz alusivo a esta Festa...

 

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Destaques de Domingo de Pascuela do Grupo...

Olá! Só hoje nos foi possível apresentar os principais destaques da reunião de grupo de domingo de Pascuela.

A reunião deste último domingo foi mais curta, (devido à Festa em Honra da N.ª Sr.ª das Brotas, que destacaremos mais sobre isto no post seguinte).

Na reunião que se realizou das 9.30 ás 10.00, (seguindo-se a participação na Eucarístia), o grupo esteve a organizar os cânticos para o Encontro Diocesano da Juventude e escrever nas camisolas que vamos usar no encontro.

Quanto aos cânticos nós organizamos da seguinte forma:

- Acolhimento, (antes de se realizar os trabalhos de cada grupo, sobre as Cartas de S. Paulo);

- Cânticos para a Celebração que vai ser presidida pelo Bispo D. Joaquim e seu Coadjuntor D. Amândio, (no final da manhã).

- Cânticos para o momento de dinamização das Cartas de S. Paulo, que vai ser da parte da tarde.

 

Depois de termos combinado estas coisas na reunião do grupo, hoje o grupo vai-se reunir, à noite, para escrever nas camisolas e ver outras coisas relaccionadas com o Encontro Diocesano da Juventude.

 

Em breve traremos mais novidades acerca deste encontro...

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Parabéns Papa Bento XVI

 

PARABÉNS PAPA BENTO XVI PELO TEU 82.º ANIVERSÁRIO QUE FIZESTE ONTÉM

ESPERAMOS QUE CONTÍNUES ASSIM JOVEM POR MUITOS ANOS E QUE NOS ACOMPANHES POR MUITOS E BONS ANOS...QUE CONTÍNUES A ABÊNÇÕAR COM TODO O TEU AMOR A TODOS OS CRISTÃOS DO MUNDO!

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Papa insiste na dimensão histórica da ressurreição

Bento XVI critica os que reduzem os relatos evangélicos a um «mito»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bento XVI defendeu esta Quarta-feira a verdade histórica da ressurreição de Jesus, que a Igreja Católica celebra na Páscoa.

“É fundamental para a nossa fé e para o nosso testemunho cristão que se proclame a ressurreição de Jesus de Nazaré como um acontecimento real, histórico, atestado por numerosas testemunhas que se tornaram autoridade”, disse na audiência geral, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano.

 

Num encontro em que já se ouviram cantar os “Parabéns a você” – Bento XVI completa 82 anos esta Quinta-feira, dia 16 – o Papa retomou um dos temas centrais do seu percurso teológico, que deu origem ao livro “Jesus de Nazaré”, publicado já após a eleição como sucessor de João Paulo II.

 

Esta manhã, Bento XVI disse que os católicos professam com convicção a fé na ressurreição, frisando que “também nos nossos tempos, não falta quem procure negar a sua historicidade, ao reduzir o relato evangélico a um mito”. O Papa diz que muitos “retomam e apresentam velhas teorias, já gastas, como novas e científicas”.

 

“A ressurreição não foi para Jesus um simples regresso à sua vida terrena precedente, mas foi a passagem a uma dimensão profundamente nova da vida, que também diz respeito a nós, que toca toda a família humana, a história e o universo”, prosseguiu.

 

Para o Papa, “a novidade surpreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando a sua recordação, especialmente no Domingo, que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus”.

 

“Este evento mudou a vida das testemunhas oculares e, ao longo dos séculos, gerações inteiras de homens acolherem-no com fé e testemunharam-no até chegar mesmo ao martírio”, precisou.

 

Em português, Bento XVI disse que “a ressurreição de Cristo é a nossa esperança! Este pregão pascal ressoa por toda a terra: ressoa no coração dos brasileiros e dos portugueses de Lamego e da diocese de Coimbra. Com alegria, saúdo a comunidade do seu Seminário Maior que, há 250 anos, facilita esta passagem do testemunho da ressurreição, com a formação de novos arautos e servidores”.

 

Jesus, fé e História

 

Já na sua mensagem «Urbi et Orbi», no Domingo de Páscoa, o Papa afirmara que a fé na ressurreição “não se funda sobre “simples raciocínios humanos”, mas sobre “um dado histórico de fé”.

 

Esta é uma ideia que Joseph Ratiznger desenvolve longamente na primeira parte do seu livro “Jesus de Nazaré” (2007), no qual, segundo o próprio, “quis fazer a tentativa de apresentar o Jesus dos Evangelhos como o Jesus real, como o Jesus histórico em sentido verdadeiro e próprio”.

 

Ao longo das últimas décadas, várias correntes exegéticas acentuam a ruptura entre o “Jesus histórico” e o “Jesus da fé”. “Como resultado comum de todas estas tentativas ficou a impressão de que, em todo o caso, de seguro sabemos muito pouco sobre Jesus e de que a sua imagem só posteriormente foi plasmada pela fé na sua divindade. Entretanto, esta impressão penetrou profundamente na consciência comum do cristianismo. Uma tal situação é dramática para a fé, porque torna incerto o seu verdadeiro ponto de referência: a amizade íntima com Jesus, da qual tudo depende, corre o perigo de cair no vazio”, escreve o Papa.

 

O interesse pela história real de Jesus de Nazaré impulsionou, nos últimos séculos, quase todos os especialistas, crentes e não crentes a entrar, com diferentes perspectivas e instrumentos, nos difíceis campos da história de Jesus que, de maneira tão singular, marcou a nossa época.

 

Bento XVI cita autores da sua juventude, os quais publicaram textos em que a imagem de Jesus "é delineada a partir dos Evangelhos: como Ele viveu na Terra e como, apesar de ser inteiramente homem, trouxe ao mesmo tempo Deus aos homens, com o qual, enquanto Filho, era só uma coisa".

 

"Assim - explica o Papa - através do homem Jesus, torna-se visível Deus e, a partir de Deus, pode ver-se a imagem do homem justo".

 

Os textos que possuímos sobre Jesus não pretendem fazer um relato jornalístico ou biográfico, como hoje se desejaria, mas testemunhar a mensagem vivida pelas primeiras comunidades cristãs. Esses textos são textos históricos relativos a essas comunidades e à pessoa de Jesus que neles aparece como alguém que não cabe nos limites humanos.

 

O "Jesus histórico" é uma expressão que tem dominado a pesquisa sobre a sua figura, nas últimas décadas, como se fosse uma entidade diferente do que se convencionou designar "Cristo da fé". Nos nossos dias, a figura de Jesus emerge em itinerários contrastantes, entre a releitura devocional e a demanda da "verdadeira história".

 

Curandeiro, sábio, profeta, contador de histórias, rabino galileu, militante social, judeu marginal, camponês mediterrânico ou filósofo itinerante são várias das hipóteses de leitura que se lançam sobre Jesus, completando-se ou mesmo contradizendo-se e excluindo-se. A vaga de estudos sobre o chamado "Jesus histórico", que tende a recusar imagens criadas pelas confissões cristãs, serviu para que, 200 anos após o seu início, a diversidade de opiniões e posições ainda seja maior.

 

Apesar destes riscos, os contributos de áreas tão diversas como a linguística, a arqueologia e outras ciências sociais e histórica facilitam, hoje em dia, o acesso aos textos do Evangelho e à cultura judaica em que Jesus se inscreveu.

 

Neste contexto, Bento XVI quer apresentar uma interpretação a partir dos Evangelhos, com a consciência de que "esta figura é muito mais lógica e mais compreensível, do ponto de vista histórico, do que as reconstruções com as quais nos confrontámos ao longo das últimas décadas".

Publicado por gjemanuel-chaves às 17:00
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Curiosidades - O Novo Santo Português

Hoje deixamos aqui algums curiosidades, sobre um Santo Português - Nuno Álvares Pereira, (que pelos seus feitos além-mar, pela defesa da pátria, o Rei de Portugal, ofereçeu-lhe a então vila, hoje cidade de Chaves).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 A Agência ECCLESIA apresentou no seu site o percurso de vida, análises, testemunhos sobre Nuno Álvares Pereira e o processo que o levou à canonização.

 

 

«Nuno de Santa Maria será o oitavo santo do catolicismo português. Às virtudes da sua vida, assumidas segundo a experiência católica de olhar os outros e as coisas, acrescenta-se o facto do seu percurso biográfico estar intimamente relacionado com a História de Portugal, a sua independência e consolidação da nacionalidade.

 

No limiar da celebração de canonização, em Roma, a 26 de Abril, a Agência ECCLESIA apresenta um amplo dossier/destacável com informação sobre a sua vida, o processo de canonização e, por último, as representações iconográficas do Santo Condestável, pela pena de D. Carlos Azevedo. Acrescenta-se a análise a esta canonização pelo Cardeal Saraiva Martins e a opinião de António Bagão Félix, Inês Dentinho e Guilherme d’Oliveira Martins. Incluem-se ainda o testemunho do vice-postulador da causa, do Geral da Ordem do Carmo e de Guilhermina de Jesus, a mulher miraculada por intercessão do Condestável.

 

Nascido a 24 de Junho de 1360, em Cernache do Bonjardim (actual distrito de Castelo Branco), o novo santo português foi um dos portugueses que mais profundamente marcaram a história do nosso país. Filho de D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior dos Hospitalários de Portugal, e de D. Iria Gonçalves de Carvalhal, dama da Infanta Dona Beatriz (filha de D. Fernando), Nuno Álvares Pereira foi 3º conde Ourém, 7º de Barcelos e 2º de Arraiolos. Falecido em 1431, no Carmo de Lisboa, sabe-se que D. Duarte pediu para que se organizasse o seu processo de canonização em 1437, ou seja, apenas seis anos após a sua morte.

 

Primórdios

Adquiriu o título de «Condestável do Reino» devido aos méritos na guerra de 1385 entre Portugal e Castela. No Arquivo da Casa de Bragança existia, até ao terramoto de 1755, o diploma original no qual o Mestre de Avis, D. João I, lhe concedia o título de «Condestabre» do reino e, para lhe agradecer, o rei faz-lhe a doação do Condado de Ourém e de outras terras nomeadas. (Cf. Tarouca, Carlos da Silva – O «Santo Condestável» pode ser canonizado?. Brotéria. Lisboa. XLIX (1949) 129-140.) Na Torre do Tombo (Lisboa) existe também um documento – a cópia coeva, em pública forma, da carta do mesmo rei, com a qual, no Porto, a 8 de Novembro faz a doação ao mesmo D. Nuno Álvares Pereira, Condestável e Conde de Ourém, do Condado de Barcelos (Cf. Tarouca, Carlos da Silva).

Com esta documentação fica excluída qualquer dúvida a respeito da sua identidade e dos mais importantes feitos da sua vida. Para provar que D. Nuno e o Condestável eram a mesma pessoa basta recorrer a uma carta do Papa Urbano VI para o bispo de Viseu, a 8 de Dezembro de 1386, cujo original existia até ao referido terramoto no Carmo de Lisboa. Nela, o Papa chama Nuno, Conde de Barcelos, ao fundador do convento. Esta não é a única carta de Urbano VI ao Condestável. Segundo o cronista do Carmo, Pereira de Sant´Anna, o Papa envia-lhe dois documentos – assinados a 26 de Novembro de 1387 – onde realça: “Revalidava o que antes obtivera, para contrair matrimónio com a senhora D. Leonor de Alvim, sem embargo de parentesco” e a outra concede-lhe privilégios de missas para o conde, esposa e família.

Recorrendo ao artigo de Carlos da Silva Tarouca, encontram-se provas que D. Duarte pediu a canonização de D. Nuno Álvares Pereira. No Códice Ashburnham 1792 da Biblioteca Laurenziana de Florença existem dois volumes de originais, pertencentes à correspondência original que ao abade beneditino D. João Gomes chegava de Portugal. Neste códice encontra-se a carta original (publicada pelo Pe. Domingos Maurício: Brotéria VII-1928) de D. Duarte ao abade de Florença e seu conselho. Assinado a 21 de Julho de 1437, neste documento o rei português queixava-se de ainda não ter recebido “O desembargo que saiu do canonizamento do Santo Condestabre per que se tire a inquirição que sobre isto se costuma fazer”. Conclui-se que o Papa mandou começar o processo de canonização de D. Nuno Álvares Pereira.

O documento contém também mais informações que ajudam a compreender o início deste processo. Nele, D. Duarte envia a D. João Gomes (abade beneditino) a oração litúrgica – feita pelo infante D. Pedro (faleceu em 1449) – e o esboço do panegírico que devia ser pronunciado por ocasião da canonização. Tanto D. Duarte como os irmãos tomavam a sério o processo de canonização do condestável. Para prová-lo, existe uma cópia, tirada pelo cronista-mor do reino, Gomes Eanes Azurara, onde são elencados os milagres atribuídos à sua intercessão.

A «oração litúrgica» do Infante D. Pedro é um documento de importância capital, sendo a única fonte coeva, que fala claramente da santidade de vida. Este Códice da Cartuxa de Évora – actualmente está na Torre do Tombo – é a única fonte que conservou a data da morte do Beato Nuno: Dia de Páscoa de 1431, isto é, 1 de Abril.

 

Nascimento do culto

Em relação ao início do culto que se prestava ao Santo Condestável, Jorge Cardoso no «Hagiológia Lusitano» (Cardoso, George – Agiologio Lusitano III. Lisboa, 1666) e, sobretudo, José Pereira de Sant´Ana na sua «Crónica dos Carmelitas» (Sant´Anna, Joseph Pereira – Chronica dos Carmelitas da Antiga e Regular Observância I. Lisboa, 1745) relatam, longamente, além da sua vida virtuosa, os altares e imagens que lhe eram dedicados, as missas que se celebravam em sua honra, as trasladações das suas relíquias, as peregrinações ao seu túmulo, e as muitas graças e milagres que eram atribuídas à sua intercessão.

Perante tais relatos pensou-se logo em obter do Papa a confirmação deste culto pela beatificação e canonização. Sabe-se que D. Duarte estimava muito o condestável. Quando era infante visitava-o com frequência no Convento do Carmo e tomou a iniciativa de pedir a sua canonização (Cf. Maurício, Domingos – Para a história do culto do B. Nun´Alvres. Brotéria. Lisboa. VII. 1928).

Como o desejo não foi realizado, nos reinados de D. João IV e D. Pedro II, os prelados da corte enviaram uma súplica ao Papa a pedirem a canonização de D. Nuno Álvares Pereira, súplica que foi corroborada pelos monarcas.

«Ventilou-se esta questão nas Cortes de 1674, as últimas que se reuniram antes da revolução de 1820. Privado el-rei D. Afonso VI do governo em 1667, o regente seu irmão convocou Cortes que se reuniram em 20 de Janeiro de 1674, na sala dos Tudescos do Paço da Ribeira. O braço da nobreza reuniu separadamente, no dia 22, no Mosteiro de Santo Elói, para eleger os trinta na forma costumada; e eleitos os trinta, passaram a ter as suas sessões ás segundas, quartas e sextas-feiras em S. Roque, na Capela de Nossa Senhora do Pópulo. Foi na 12ª Sessão, segunda-feira, 22 de Março, que se discutiu a questão da canonização de Nuno Álvares Pereira.» (Martins, Oliveira – A vida de Nun`Alvares. Lisboa: Guimarães Editores, 1955)


 

O processo não teve o andamento desejado. Somente nos fins do século XIX, as diligências ganharam novo fôlego com as instâncias do Postulador Geral da Ordem dos Carmelitas. Em 1894, o então Cardeal Patriarca, D. José Sebastião Neto, nomeou juiz da causa o arcebispo de Mitilene, D. Manuel Baptista da Cunha, futuro arcebispo de Braga. Dadas as vicissitudes “dos últimos tempos da Monarquia e princípios da República, o processo só terminou no tempo do Patriarca D. António Mendes Belo” (Leite, António – A caminho da canonização do beato Nun´Álvares. Brotéria. Lisboa. LXX (1960). 617-627).

Enviado o processo para Roma, e feitas as diligências na Sagrada Congregação dos Ritos (actual Congregação para as Causas dos Santos), Bento XV, pelo decreto «Clementissimus Deus» da mesma congregação, com data de 23 de Janeiro de 1918, confirmava o culto prestado a Nun´Álvares, increvendo-o no número dos beatos (O texto do decreto encontra-se na «Acta Apostolicae Sedis», 10 (1918) 102 - 196).

Como é natural, a beatificação do santo condestável trouxe um grande incremento no seu culto. Em todas as dioceses começou a celebrar-se a sua festa litúrgica, 6 de Novembro.

Nas comemorações do VIII centenário da fundação da nacionalidade, em 1940, o governo português e os bispos das dioceses pediram ao Papa para que fosse reassumida a causa da canonização do Beato Nuno. Pio XII satisfez o pedido através de um decreto da Sagrada Congregação dos Ritos, com data de 28 de Maio de 1941 (O texto do decreto encontra-se na «Acta Apostolicae Sedis», 33 (1941) 399 - 400).

O número de testemunhos episcopais acerca da santidade de Nuno Álvares é considerável, sendo vários os tornados públicos a seguir à beatificação, nos centenários do nascimento e da morte, e na peregrinação das Relíquias pelo País, em 1960, atura em que foi publicada uma Pastoral Colectiva do Episcopado.

O processo de canonização do Beato Nuno foi reaberto a 13 de Julho de 2003, nas ruínas do Convento do Carmo, com sessão presidida por D. José Policarpo. O cardeal Patriarca definiu nessa celebração o Beato Nuno de Santa Maria como um modelo a seguir por todos os que exercem funções de responsabilidade. “Ele é um exemplo de um cristão que exerceu as suas missões civis com a coerência de um cristão” – sublinhou.

A 1 de Maio de 2004, nas comemorações dos 150 anos do Dogma da Imaculada Conceição, o Santuário de Vila Viçosa recebeu as relíquias do beato. Na homilia da celebração, D. Maurílio de Gouveia, então arcebispo de Évora, disse aos peregrinos que, nas constantes deslocações e correrias por caminhos de Portugal, D. Nuno dava “um testemunho inquebrantável da fé cristã; norteavam-no os critérios do Evangelho; alimentava-o a oração e, sobretudo, a Eucaristia”. E acrescentou: “Trabalhou, como poucos, talvez como ninguém, pela defesa e pelo progresso do seu torrão natal”.

A notícia esperada surgiu a 21 de Fevereiro de 2009, quando Bento XVI anunciou a canonização do «Condestabre». Um caminho longo – cerca de 578 anos - que culmina, a 26 deste mês, com a inscrição de Nuno Álvares Pereira no álbum dos santos.

Luis Filipe Santos

 

O nome do Condestável

No século XX foram criadas diversas instituições de natureza patriótica e religiosa, que escolheram Nuno Álvares Pereira como Patrono. Entre elas contam-se a Cruzada Nun’Álvares, e, mais tarde, a Fraternidade Nun’Álvares, ainda activa, e destinada ao acolhimento de antigos membros do Escutismo Católico.

Para promover a figura do Condestável também apareceram associações como a Ala do Santo Condestável e a Associação Nun’Álvares. Em diversas escolas instituíram-se associações de alunos ou academias, com o seu nome.

Nuno é patrono da Infantaria portuguesa e do Corpo Nacional de Escutas. Este nome aparece ainda em múltiplas localidades, nas invocações de Nun’Álvares, Santo Condestável ou de Beato Nuno, em ruas e igrejas paroquiais (Lisboa e Bragança).

Em 1920, o Congresso da República aprovou a lei n.° 1012, pela qual era instituída, em 14 de Agosto, a «Festa do Patriotismo» e se determinava a erecção de um monumento a Nun’Álvares. Em 1925, a Cruzada Nacional D. Nuno Álvares Pereira tomou a iniciativa de erguer esse monumento e no dia 14 de Agosto desse ano procedeu ao lançamento da primeira pedra, no antigo Jardim de Santos, em Lisboa, que passou a denominar- se Praça D. Nun’Álvares. Esta iniciativa não teve continuidade.

Um grande número de poetas portugueses celebrou a personalidade do herói e do santo, a começar por Luís de Camões, em “Os Lusíadas”, que evoca o santo na frase «Ditosa Pátria que tal filho teve».

Augusto Casimiro, Guerra Junqueiro, Corrêa de Oliveira, Afonso Lopes Vieira, Fernando Pessoa, e Moreira das Neves, cantaram o Condestável.

Por iniciativa da Ala do Santo Condestável produziu-se, em 1931, o filme «O Condestável, Herói dos Heróis», com texto de Zuzarte de Mendonça Filho.

Na Igreja em Portugal, celebra-se Memória, com ofício e Missa (Comum dos Santos, Religiosos) em 6 de Novembro, conforme tradição. É festa na Ordem dos Carmelitas, na Ordem dos Carmelitas Descalços e na Sociedade Missionária Boa Nova. É Memória obrigatória na Ordem da Cartuxa. O futuro Santo é Padroeiro secundário do Patriarcado de Lisboa.

 

Documentação Bibliográfica

A Bibliografia acerca de Nuno Álvares Pereira, contemplando as suas principais facetas (Condestável, cidadão e carmelita), chega a quase um milhar de títulos: Crónicas, livros de História, artigos de ornais e revistas, biografias, hagiografias, etc. Aparece desde logo nas Crónicas oficiais de Fernão Lopes, sobretudo na Crónica de D. João I. A Bibliografia específica considera-se ter início com a famosa “Crónica do Condestabre”, do século XV. Destaque para “A vida de Nun’Alvares” de Oliveira Martins, do séc. XIX, e para a “História da Igreja em Portugal”, de Fernando de Almeida, que fazem longa referência à figura do Condestável. Referência obrigatória é Fr. Elias Maria Cardoso, carmelita, com a sua “A Bibliografia Condestabriana”, (Roma, Inst. Carmelitarum, 1958).»

 

(Inf. In site Eclesia - Angência de Notícias da Igreja Católica em Portugal)

 

Espero que tenhas gostado de te darmos a conhecer um pouco mais sobre este "Novo Santo Português", sobre a importância dele, primeiro pelos feitos que fez pela Pátrria Portuguesa e depois pelo povo, (pelo que ajudou ao longo da sua vida...).

Publicado por gjemanuel-chaves às 16:52
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Mensagem do Papa no Domingo de Páscoa

Deixamos-te agora a mensagem do Papa Bento XVI, no Domingo de Páscoa de 2009:

 

«Papa aponta dramas do mundo actual»

Mensagem pascal recorda África, Médio Oriente e vítimas do sismo em Itália

 

 

Bento XVI enviou este Domingo a sua mensagem de Páscoa aos fiéis de todo o mundo, com um olhar particular sobre vários dramas do mundo actual, recordando em particular a sua recente passagem por África, a próxima viagem à Terra Santa e a tragédia do sismo que esta Segunda-feira atingiu a Itália.

 

Na varanda central da fachada da Basílica de São Pedro, o Papa retomou uma passagem das suas intervenções na viagem aos Camarões, frisando que “a África sofre desmedidamente com os cruéis e infindáveis conflitos – frequentemente esquecidos – que dilaceram e ensanguentam várias das suas Nações e com o número crescente dos seus filhos e filhas que acabam vítimas da fome, da pobreza, da doença”.

 

“Repetirei a mesma mensagem com vigor na Terra Santa, onde terei a alegria de me deslocar daqui a algumas semanas. A reconciliação difícil, mas indispensável, que é premissa para um futuro de segurança comum e de pacífica convivência, não poderá tornar-se realidade senão graças aos esforços incessantes, perseverantes e sinceros em prol da composição do conflito israelo-palestiniano”, assegurou

 

Mais tarde, falando aos “homens e mulheres de Itália”, o Papa deixou uma palavra especial para “todos quantos sofrem por causa do terramoto” que provocou mais de 290 mortos, milhares de feridos e dezenas de milhares de desalojados, para além de um significativo rasto de destruição material.

 

“Cristo ressuscitado guie todos pelos caminhos de justiça, solidariedade e de paz, inspirando em cada um a sabedoria e a coragem necessárias para prosseguir unidos na construção de um futuro aberto à esperança”, acrescentou.

 

Como habitualmente, o Papa dirigiu a bênção «Urbi et Orbi», à cidade e ao mundo, saudando os peregrinos presentes na Praça de São Pedro e quantos seguiram a cerimónia através da comunicação social, em 63 línguas. “Uma Páscoa feliz com Cristo Ressuscitado”, disse em português.

 

Para Bento XVI, “num tempo de escassez global de alimentos, de desordem financeira, de antigas e novas pobrezas, de preocupantes alterações climáticas, de violências e miséria que constringem muitos a deixar a própria terra à procura duma sobrevivência menos incerta, de terrorismo sempre ameaçador, de temores crescentes perante a incerteza do amanhã, é urgente descobrir perspectivas capazes de devolverem a esperança”.

 

O Papa quis ainda lembrar de forma especial os cristãos que “sofrem perseguição por causa da sua fé e do seu compromisso em favor da justiça e da paz”.

 

“A morte não tem a última palavra, porque no fim quem triunfa é a Vida. E esta nossa certeza não se funda sobre simples raciocínios humanos, mas sobre um dado histórico de fé: Jesus Cristo, crucificado e sepultado, ressuscitou com o seu corpo glorioso”, apontou.

 

Para o Papa, “a ressurreição não é uma teoria, mas uma realidade histórica revelada pelo Homem Jesus Cristo por meio da sua «páscoa», da sua «passagem», que abriu um «caminho novo» entre a terra e o Céu”.

 

 

“Não é um mito nem um sonho, não é uma visão nem uma utopia, não é uma fábula, mas um acontecimento único e irrepetível: Jesus de Nazaré, filho de Maria, que ao pôr-do-sol de Sexta-feira foi descido da cruz e sepultado, deixou vitorioso o túmulo”, prosseguiu.

 

A mensagem papal voltou a deixar críticas “ao materialismo e ao niilismo”, à “visão do mundo que não sabe transcender o que é experimentalmente constatável e se refugia desconsolada num sentimento de que o nada seria a meta definitiva da existência humana”.

 

(Informações in site Eclesia)

Publicado por gjemanuel-chaves às 17:52
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Destaques da Páscoa na nossa Paróquia

Esperamos que tenhas passado uma Santa Páscoa, vivendo Jesus Cristo Ressuscitado.

Ontém não trouxemos aqui notícias da reunião do grupo, pois esta não se realizou por ser dia de Páscoa.

Hoje deixamos aqui alguns destaques da Sexta feira Santa, Sábado Santo e Domingo de Páscoa na nossa Paróquia.

 

Na Sexta Feira Santa de manhã na Igreja Matriz, realizaram-se as Laudes, seguindo-se uma parte de Reconciliação, (confissões) com alguns Padres disponiveis para servir essas pessoas.

 

Á noite, pelas 21 horas realizou-se a Via Sacra, (percurso realizado entre a Igreja Matriz e o Calvário no Santo Amáro).

Cada grupo da Paróquia, (acólitos, catequistas, grupo de jovens, adoradores do sacrário, entre outros) pegou na cruz e nas velas em cada estação da Via Sacra. Pode se constatar que houve muita participação de fiéis da cidade na Via Sacra e que sentiram vivamente a oração, o percurso doloroso de Jesus Cristo até ao calvário, onde foi cruxificado e 3 dias depois RESSUSCITOU.

 

No Sábado Santo realizou-se pelas 21 horas, na Igreja Matriz, a Vigilia Pascal, esta foi uma celebração que teve muita participação das pessoas, vivendo estas a celebração cristã, a passagem da morte de Jesus Cristo à vida.

Para quem não sabe o que é esta celebração cristã, que é a mais importante no calendário liturgico cristão.

 

Vigilia Pascal é...

A Vigília de Páscoa, também chamado de Vigília Pascal ou a Grande Vigília, é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus. Historicamente, é durante essa celebração que as pessoas (especialmente adultos) são batizados e adultos catecúmenos são recebidos em plena comunhão com a Igreja. É realizada nas horas de escuridão entre pôr-do-sol no Sábado Santo e o amanhecer da Páscoa. É marcada pela primeira entoação desde o início da Quaresma do Glória e do Aleluia, uma característica litúrgica do Tempo Pascal. Do mesmo modo na Ortodoxia Oriental, a Divina Liturgia, que é celebrada durante a Vigília de Páscoa é a mais importante e elaborada do ano eclesiástico.

 

Na Igreja Apostólica Romana

 

 

Domingo de Páscoa

De manhã realizaram-se as Eucarístias, (já com o horário de Verão: 8:00, 10:00 e 11:30). As Eucaristias foram vividas com muita alegria, sentindo Jesus Ressuscitado. A Eucaristia das 11.30 foi "animada" no coro, pelo nosso grupo de jovens.

 

Á tarde, pelas 17 horas, houve a Procissão da Ressurreição, (entre o Calvário - Santo Amaro e a Igreja Matriz). esta Procissão seguiu o sentido inverso da Via Sacra de sexta-feira Santa. Foi uma Procissão alegre, demonstrando Jesus Cristo Ressuscitado. Cada pessoa era convidada a levar campainhas ou sinos, (sendo que cada pessoa na procissão anunciava a ressurreição de Jesus Cristo, tocando os sinos e campainhas). Muitas pessoas, levaram flôres anunciando a vida, que Jesus nos trouxe - a ressurreição.

 

E foi desta maneira que terminou a Semana Santa, mas nou terminou a Festa, a Celebração da ressurreição de Jesus Cristo, sendo que na Sexta feira dia 17 de Abril, haverá um concerto de Páscoa na Igreja Matriz, pelas 21horas, dado pelo Coral Flaviense, em conjunto com a Sinfonia Flaviense.

Não percas a oportunidade de assistir a este Concerto.

Em breve traremos mais destaques sobre este concerto e sobre outras actividades na nossa Paróquia.

 

Terminamos os destaques de hoje, lembrando que o nosso grupo, já adquiriu as camisolas para identificar o nosso grupo, no Dia Diocesano da Juventude, a realizar-se em Chaves e vamo-nos reunir esta semana para nos organizarmos na participação deste encontro.

Durante esta semana traremos mais pormenores sobre a nossa participação neste encontro.

 

 

 

 

 

Na tradição católica romana, a Vigília Pascal consiste de quatro partes:
1)Breve Lucernário
2)Liturgia da Palavra ou Celebração da Palavra
3)Liturgia Batismal ou Celebração da Água
4)Liturgia Eucarística ou Celebração da Eucarístia

A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoada pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo. Esta vela pascal será usado em toda o Tempo Pascal, permanecendo no santuário da igreja , e durante todo o ano em batismos, Crismas e funerais, lembrando a todos que Cristo é a "luz do mundo". Assim que a vela for acesa segue o antigo rito do Lucernário , em que a vela é carregada por um sacerdote ou diácono através da nave da igreja, em completa escuridão, parando três vezes e cantando a aclamação: "Lumen Christi" ou Luz de Cristo (em português),ao qual a assembléia responde "Deo Gratias"(Graças a Deus). A vela prossegue através da igreja, e os presentes portam velas que são acesas no Círio pascal . Como este gesto simbólico representa a "Luz de Cristo" se espalhando por todos, a escuridão é diminuída. Assim que a vela foi colocada num lugar dignamente preparado no santuário, ela é incensada pelo diácono, que entoa solenemente o canto Exulted, de tradição milenar. Ele é conhecido também como Proclamação da Páscoa, ou Pregão Pascal". Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem a vitória de Cristo sobre a morte, passando pela libertação do Egito e até mesmo agradecendo a Adão pelo seu pecado "indispensável", pois as consequências de tal pecado foram o motivo da vinda de Cristo.

Eis o texto da Proclamação da Páscoa:

Exulte de alegria a multidão dos anjos,
Exultem de Deus os ministros;
soe a triunfal trombeta,
Esta vitória de um tão grande Rei!

Alegra-te também, ó terra nossa
Que em tantas luzes agora resplandeces,
Vê como foge do universo a treva,
Enquanto fulge a luz do eterno Rei!

Alegra-te também, ó Mãe Igreja,
Ornada inteira de esplendor divino,
Escuta como vibra neste templo
A aclamação do povo!

V. O Senhor esteja convosco!
R. Ele está no meio de nós!

V. Corações ao alto!
R. O nosso coração está em Deus!

V. Demos graças ao Senhor nosso Deus!
R. É nosso dever e nossa salvação!

Na verdade é nosso dever e salvação
cantar de coração e a plena voz
ó Pai todo-poderoso, Deus invisível,
e seu único Filho, Jesus Cristo Senhor nosso.

Foi Ele quem pagou por nós ao Pai eterno,
o preço da dívida de Adão,
e foi quem apagou só por amor, no sangue derramado,
a condenação da antiga culpa.

Eis, pois a festa da Páscoa,
na qual foi posto à morte o verdadeiro Cordeiro,
cujo sangue consagrou
as portas dos fiéis.

Eis a noite, em que tirastes do Egito
os nossos pais, os filhos de Israel,
a quem fizestes transpor
o Mar Vermelho a pé enxuto.

Eis a noite em que a coluna luminosa
dissipou as trevas do pecado.
Eis a noite que arranca ao mundo corrompido, cego pelo mal,
os que hoje, em toda a terra, puseram a sua fé no Cristo.

Noite em que os devolve à graça
e os introduz na comunhão dos santos.
Eis a noite em que o Cristo, quebrando os vínculos da morte,
sai vitorioso do sepulcro.

Oh! imensa comiseração da vossa graça,
imprevisível amor para conosco:
a fim de resgatar o escravo,
entregais vosso Filho.

Ó pecado de Adão sem dúvida necesário,
pois a morte do Cristo o destrói!
Bendita culpa,
que nos vale um semelhante Redentor!

Pois o poder santificante desta noite
expulsa o crime e lava as culpas,
devolve a inocência aos pecadores,
a alegria aos aflitos,
dissipa o ódio, prepara a concórdia,
desarma os impérios.
Noite em que o céu se une à terra,
e o homem com Deus se encontra.

Na graça desta noite, acolhei, Pai Santo,
como sacrifício de louvor vespertino,
a chama que sobe desta coluna de cera
que a igreja, por nossas mãos Vos oferece.

Por isto, Senhor, Vos pedimos:
fazei que este círio pascal
consagrado ao Vosso nome,
brilhe sem declínio e afugente as trevas desta noite.

Que o astro da manhã
o encontre ainda aceso,
aquele que não conhece ocaso:

o Cristo ressuscitado dos mortos,
que espalha sobre os homens sua luz e sua paz.
Ele que convosco vive e reina
na unidade do Espírito Santo.

R/. Amén.

 

Ao findar do canto. apagam-se as velas e inicia-se a Liturgia da Palavra. A Liturgia da Palavra é composta de sete leituras do Antigo Testamento, que são como um resumo de toda a História da Salvação. Cada leitura é seguida por um salmo e uma oração relativa a aquilo que foi lido. Depois de concluir estas leituras, é entoado solenemente o Gloria in excelsis Deo (Glória a Deus nas alturas). Os sinos, sinetas e campainhas da igreja devem ser tocados. É a primeira vez que se entoa o "Glória" desde a Quarta-feira de Cinzas, com exceção da Quinta-feira Santa. (No pré-rito Vaticano II, as imagens, que foram cobertas, são revelados neste momento). Uma leitura da epístola aos Romanos é lida, e se segue o canto do Salmo 118. O Aleluia então é cantado pelo celebrante, também de forma muito solene, pois também não é cantado desde o início da Quaresma. Após a celebração da Liturgia da Palavra, a água da pia baptismal é solenemente abençoada e quaisquer catecúmenos e candidatos à plena comunhão são iniciados na Igreja, pelo batismo ou confirmação. Após a celebração destes sacramentos da iniciação, a congregação renova os seus votos batismais e recebem a aspersão da água batismal. A oraçõe dos fiéis (do qual o recém-batizados são agora uma parte) se seguem. Depois da oração, a Liturgia Eucarística continua como de costume, sendo tradição a utilização da Oração Eucarística I, ou Cânon Romano, a mais solene de todas. Esta é a primeira missa do dia da Páscoa . Durante a Eucaristia, o recém-batizados adultos recebem a Sagrada Comunhão pela primeira vez, podendo ou não serem crismados também. De acordo com as rubricas do Missal, a Eucaristia deve terminar antes do amanhecer.

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 14:44
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Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

Destaques da Rádio Renascença na Semana Santa

Para terminar com os destaques de hoje, não poderiamos deixar de referir uma programação especial da Rádio Renascença, que dedica parte da sua emissão semanal à Semana Santa e as celebrações cristãs que vão acontecer.

Porque nem todas as pessoas podem assistir às cerimónias na Igreja, por doença ou por outra razão, a rádio é sempre uma boa opção, quando temos boas escolhas, e a Rádio Renascença, fala por si, todos os dias ao final da tarde, transmite em directo o Terço de Fátima, e todos os domingos de manhã transmite a Eucarístia e ainda em cada estação de rádio que fazem parte do grupo da Renascença dedicam momentos do seu dia e semana, para fazer com que as pessoas reflictam através de uma mensagem, entre outras coisas...

 

 

 

 

Entre as 14h00 de Quinta-feira Santa e as 14h00 de Domingo a Renascença irá emitir uma programação especial de Páscoa. Durante quatro dias na Renascença, para além das transmissões religiosas que marcam a vida cristã em tempo pascal, pessoas das mais diversas formas dão a conhecer o Evangelho a quem os rodeia através de gestos e palavras.

 

 

 

Diariamente – às 07h00 e às 20h00 - o Pe. Peter Stiwell, assistente religioso do Grupo Renascença em Lisboa, explica o significado de cada um dos dias vividos pelos cristãos neste tempo de Páscoa.

 

 

 

Quinta-feira Santa

 

A partir das 15h00, não perca o programa especial de António Freire e conheça o significado dos aspectos da Liturgia da Semana Santa com o Cónego Luís Manuel, pároco da Sé de Lisboa. A partir das 19h00, com o José Relvas a Renascença dá a conhecer inúmeros testemunhos de jovens que assumiram um papel activo no movimento missionário. Na noite de Quinta para Sexta-feira Santa entre a meia-noite e as 02h00, há tempo para partilhar histórias da vida real com o Óscar Daniel. Os ouvintes serão convidados a participar, em directo, para partilhar experiências de fé, de esperança e de caridade.

 

Sexta-feira Santa

Nas Manhãs da Renascença de Sexta-feira Santa, entre as 08h00 e as 10h00, o convite é para seguir o Paulino Coelho e a Isabel Pereira “A Caminho de Jerusalém”. O Guia desta “viagem” é o Padre João Lourenço, Franciscano e Professor de Sagrada Escritura na Universidade Católica de Lisboa que viveu em Jerusalém.

 

Para celebrar o Ano Paulino, a Renascença dedica também na Sexta-feira Santa um programa especial ao “Apóstolo de Cristo”: S.Paulo. A partir das 14h00 excertos de várias catequeses do Papa Bento XVI ajudam a conhecer melhor o Apóstolo S. Paulo.

 

Ainda na Sexta-feira Santa, o filme a “A Missão” será o mote para um programa especial de António Freire. Este filme, realizado em 1986, conta a história dos jesuítas que viveram na fronteira entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai e que – e muito antes da Declaração Universal dos Direitos Humanos, enfrentaram interesses, ameaças e perigos na luta pela defesa dos indígenas.

Na Sexta-feira Santa a Renascença propõe uma oportunidade para descobrir a Igreja espalhada pelo mundo. A partir das 19h00, não perca a reportagem do jornalista João Santos Duarte em Angola realizada durante a recente visita do Papa Bento XVI. “Tempo de Esperança” retrata casos reais de quem, em África, vive em missão.

 

“A Evangelização na Ásia” é um programa especial que será transmitido na noite de Sexta-feira Santa com o Pe. Adelino Ascenso, missionário da Boa Nova, e o Pe. Manuel Ferreira, missionário comboniano. O Pe. Adelino Ascenso, depois de viajar um ano pelo continente asiático, viveu no Japão onde estudou, ensinou e trabalhou como vigário paroquial durante 7 anos. No passado mês de Dezembro, defendeu em Roma uma tese de doutoramento sobre Shusaku Endo - um famoso escritor católico japonês. O Pe. Manuel Ferreira é o actual Director da Revista Além-Mar e fez parte do primeiro grupo de combonianos que foram para a Ásia. Por duas vezes esteve em missão nas Filipinas, o maior país católico da Ásia.

 

Sábado Santo

Sábado de manhã, José Relvas conversa com o Frei José Nunes a partir das 09h00 sobre a Igreja e a Evangelização em Portugal.

Também no Sábado, a partir das 15h00, aceite o convite para reflectir e olhar o dia-a-dia de uma outra forma a partir de textos do livro “Transparências” do Cónego João Aguiar Campos.

Antes da Celebração da Vigília Pascal, a partir 21h00 redescubra o significado deste momento da passagem das trevas à luz numa conversa de Óscar Daniel com o Pe. Peter Stilwell.

 

Domingo de Páscoa

A partir das 08h00 descubra “A Vida de S. Paulo” numa conversa de António Freire com D. António Couto, Bispo Auxiliar de Braga.

 

Programação

Quinta-Feira Santa – 9 de Abril

16h00 – Missa da Ceia do Senhor, Sé Primacial de Braga.

 

Sexta-Feira Santa - 10 de Abril

10h30 - Laudes de Sexta-Feira da Paixão, Mosteiro de Singeverga.

15h00 - Solene Acção Litúrgica da Paixão do Senhor, Sé de Santarém. Preside a esta celebração D. Manuel Pelino, Bispo de Santarém.

21h00 – Via Sacra: O percurso tem início na Igreja de São João de Brito (Largo Frei Heitor Pinto) e termina na Igreja de São João de Deus (junto à Praça de Londres)

 

Sábado Santo - 11 de Abril

10h30 - Laudes de Sexta-Feira da Paixão, Mosteiro de Singeverga.

19h30 - Canto Solene do Ofício da Hora de Vésperas pelos Monges Beneditinos de Singeverga, Mosteiro de Singeverga.

22h00- Celebração da Vigília Pascal, Sé do Porto. Preside a esta celebração D. Manuel Clemente, Bispo do Porto

 

Domingo de Páscoa – 12 de Abril

11h00 – Transmissão em directo do Vaticano da mensagem Pascal e Benção Urbi et Orbi

11h30 - Missa da Ressurreição do Senhor, Sé Patriarcal de Lisboa. Eucaristia presidida por D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa.

 

Rádio SIM

A partir de Quinta-feira Santa e até Domingo de Páscoa a Rádio Sim preparou uma programação especial, que temos a certeza vai ser do agrado de quem nos ouve.

Conte, desde já, com a transmissão em directo das principais celebrações litúrgicas próprias destes dias.

- Para além disso, já na 5ª feira Santa, a partir das 15h00, oiça o testemunho de diversos sacerdotes a propósito do Ano Sacerdotal proposto pelo Papa Bento XVI.

- Ainda na 5ª Feira, a partir das 22h00 da noite oiça uma reportagem sobre a “Bíblia” – tire da prateleira e volte a ler este que é um dos livros mais significativos da história do mundo e seguramente o mais importante para os cristãos do mundo inteiro. Saiba quem lê e porque lê a Bíblia, oiça o testemunho dos especialistas sobre os conteúdos deste livro traduzido em milhares de línguas e lido por milhões de pessoas em todas as latitudes. Um trabalho de Dina Isabel.

- Rui Corrêa d’Oliveira (que à 3ª feira lhe oferece o “Bom Dia”) convida-o a prolongar o olhar sobre a Cruz. Um programa que pode ouvir em dia de 6ª feira Santa, partir das 17h00 da tarde.

- Às 23h00, a irmã Maria Luisa Almendra convida-o a passear pelas Ruas de Jerusalém. Em conversa com a Cristina Abranches de Almeida vai levá-lo pelas ruas, aos templos, aos locais que a tradição guardou como referências fundamentais na Paixão de Cristo.

- Maria, Maria Madalena, Marta, Ana e tantas outras mulheres vêm referidas nos Evangelhos como tendo desempenhado papéis mais ou menos importantes na pregação de Jesus. Por um motivo ou por outro cruzaram os mesmos caminhos de Cristo e foi sobre elas que escreveu Maria Teresa Frazão. Reflexões para acompanhar em Dia de Sábado Santo, a partir das 9h00 da manhã.

- No Domingo de Páscoa, a partir das 8h00 da manhã, o Pe, Senra Coelho ajuda-o a viver a alegria da Ressurreição.

- É claro que também pode conhecer as tradições que de norte a sul marcam estes dias. Descubra como é Procissão do Enterro do Senhor, saiba o que é o Compasso e venha ouvir os Cânticos da Quaresma… celebrações e gestos que marcam de forma especial este tempo.

- A música também merece uma atenção especial e há musicais que vai gostar de “voltar” a ouvir. “O Nazareno” de Frei Hermano da Câmara, passa 5ª feira às 23h00 da noite, mas há mais momentos em que pode ouvir esta narração da paixão de Cristo. Fique atento à emissão da Rádio SIM.

 

MEGA

A Mega FM (Lisboa, Porto e Coimbra, Aveiro e Sintra) – preparou uma programação especial de Páscoa. A rádio vai alterar a sua programação habitual a partir das 17h00 de amanhã, Quinta-feira Santa, até às 12h de Domingo de Páscoa.

 

Os animadores vão propor momentos de reflexão sobre temas como: paz, jovens, desemprego, a descoberta da pessoa de Jesus, Ensino, voluntariado, a actualidade vista pela sensibilidade dos jovens, pretendendo assim contribuir para uma melhor compreensão desta época Pascal.

Durante os próximos 4 dias de Programação Especial, a MEGA FM terá também pequenos apontamentos diários do P. Peter Stilwell com uma linguagem acessível, adequada aos jovens e direccionada para o sentido de esperança e coragem.

 

RFM

Até Domingo a RFM convida os seus ouvintes a parar um pouco para pensar e descobrir o verdadeiro sentido desta quadra.

Começando na 5ªfeira Santa, dia 9 Abril, às 20h com a última ceia e terminando no Sábado Santo, a RFM vai falar-lhe da "Páscoa a Passo" e das Estações da Via Sacra, recordando como foram as últimas horas da vida de Jesus, por onde andou, com quem se cruzou, o que sofreu e o que aconteceu depois da Crucificação.

 

Ao longo de 6ªfeira e de Sábado, com a ajuda do Pe. Hermínio Rico, a RFM dá a conhecer aos seus ouvintes o verdadeiro sentido da Páscoa, convidando-os a descobrir porque é que a RFM muda a sua programação nestes dias, que significado tem a Páscoa para os Católicos, e que significado têm a Morte e Ressurreição de Jesus.

 

6ªfeira e Sábado, a RFM dá-lhe ainda a conhecer vidas portuguesas que foram testemunhos de esperança: Nuno Alvares Pereira, Rainha Santa Isabel, Santo António, S. João de Brito e Santa Beatriz da Silva.

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Curiosidades - A paixão de Cristo na Poesia

Autores portugueses encontraram inspiração nos passos dolorosos da vida de Jesus. A sinfonia das suas palavras transporta-nos para o mistério da cruz

 

Na história da poesia portuguesa são muitos os autores que calcorreiam com o leitor os passos dolorosos da vida de Jesus. A sinfonia das suas palavras transporta-nos para o mistério da cruz. A inspiração de vários poetas mostra o olhar sofredor da Mãe que segura e chora o seu Filho:

 

«Vejo-te ainda, Mãe, de olhar parado,

 

Da Pedra e da tristeza, no teu canto,

Comigo ao colo, morto e nu, gelado

Embrulhado nas dobras do teu mando» (Torga, Miguel)

 

«Ó visão, visão triste e piedosa!

Fita-me assim calada, assim chorosa…

E deixa-me sonhar a vida inteira» (Quental, Antero de)

 

«Oh Virgem de Nazaré,

Oh Mãe de Jesus

Lírio aberto aos pés da cruz,

Cujas pétalas de luz

Vertem lágrimas de fé» (Conde de Monsaraz, [Papança, António Macedo])

 

«Junto da cruz, que estremecia ao vê-la

Chorou, baixinho, a Mater Dolorosa:

E a terra, em volta, soluçou com ela» (Oliveira, António Correia de)

 

O Sinédrio decretara a Sua morte. Nestes passos dramáticos em direcção à humilhação, Jesus prepara-se para a doação total. Os doze esperam com ânsia uma palavra do Mestre.

«Levanta as mãos ao Céu vasto e piedoso

Vara-lhe o seio tenebroso espinho

Caem gotas, de sangue precioso,

De suor, nas violetas do caminho» (Leal, A. Gomes)

 

Mesmo de poetas descrentes, a beleza da sua linguagem expõe um sentimento religioso. Ao longo dos séculos, a Paixão e Morte de Cristo são fonte inspiradora da poesia. Luis de Camões – uma das almas lusitanas – tem elegias onde canta a Paixão do Filho do Homem.

«Aquele corpo tenro e delicado,

Sobre todos os santos sacrossanto,

De açoutes rigorosos flagelados» (Camões, Luís)

 

O poeta limiano, Diogo Bernardes considera-se culpado daquela morte. A luminosidade das suas palavras como que formalizam um pedido de desculpas. O lirismo religioso deste poeta do século XVI é marcado pela sinceridade.

«Eu vos crucifiquei, eu vos vendi,

Eu vos neguei mil vezes, que não três

Eu fui o que esse lado vos abri!» …

«Por eles (os meus pecados), meu senhor, te vejo estar

Crucificado nesse duro lenho» (Bernardes, Diogo)

 

Partindo das palavras do Evangelho de S. João (19, 1-3), o poeta da Arrábida ilustra a paixão de Jesus com a luminosidade de um místico. Frei Agostinho da Cruz assume a culpa do sofrimento e morte de Jesus.

«Eu fui, eu sou Senhor, o que vos pus

Nesse duro madeiro pendurado,

Donde morreis por mim, doce Jesus» (Cruz, Frei Agostinho)

 

Quando medita nas chagas de Cristo, Diogo Bernardes pede mesmo à sua alma que, por amor delas, se arrependa dos seus pecados e dê início a uma vida nova.

«Quando meus olhos nessas chagas ponho

E não me vejo em lágrimas banhado

Corrido fico, todo me envergonho» (Bernardes, Diogo)

 

José Régio aborda os últimos passos de Jesus num registo diferente. Lamenta ter nascido tarde, mas considera que Ele foi crucificado pelos homens.

«Por isso choro em mim a mágoa verdadeira

De ter nascido tarde, e só te vir achar,

Feito em marfim, metal, pedra madeira,

No cimo dum altar»

……

«O Cristo, ao alto, alonga os magros braços nus

Por sobre a escuridão do rancho desolado

Que segue, ao som da marcha, o seu Jesus

Por nós crucificado» (Régio, José)

 

Preso e atado à cruz, a multidão gritava: Crucifica, crucifica. A humilhação estava patente naquele rosto. André Dias explica a crueldade daquela morte. Este poeta dos séculos XIV e XV (1348-1437) coloca nas suas palavras a injustiça daquele tribunal.

«E todos bradavam com grande voz e alta:

- Crucifica! Crucifica este falso profeta

E morra sobre a cruz morte cruel e feia,

Que jamais não engane toda a nossa gente» (Dias, André)

 

Depois de saber que tudo estava consumado, Jesus disse: «Tenho sede». Teve como bebida, o amargo vinagre.

«Mas tem sede o Rabi. Um, mais cruel,

uma esponja, em caniço pontiagudo,

toda em fel ensopou. – Ora, este fel

amarga mais o mestre do que tudo» (Leal, A. Gomes)

 

Do alto da cruz, os seus olhos sem brilho contemplavam Jerusalém. Após ter tomado o vinagre, Jesus exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, rendeu o Espírito.

«Filhos de Cristo, consumou-se agora

O horrendo crime de Israel, na cruz.

Trémula se abre a terra; o sol descora

A igreja chora, - que morreu Jesus» (Ribeiro, Tomás)

 

A noite ia tombando de hora a hora cheia de assombro e cósmica tristeza. Esta morte foi vida. Foi um rasgão no tempo.

«Tu morreste por nós na cruz da afronta

E o sangue derradeiro

Derramaste do alto do madeiro,

Jesus, filho de Deus, Deus Verdadeiro

Aos crimes do homem não lançaste a conta

Inocente cordeiro

Quando foste no alto do madeiro

 

Lavar com sangue o último e o primeiro» (Garret, Almeida.)

 

 

Com a morte e ressurreição, a lanterna da vida brilha e alimenta a árvore frondosa do cristianismo.

 

«Meu Deus, aqui me tens aflito e retirado

 

Como quem deixa à porta o saco para o pão.

Enche-o do que quiseres. Estou firme e preparado.

O que for, assim seja, à tua mão

Tua vontade se faça, a minha não» (Nemésio, Vitorino).

 

 (Inf. in site da Eclesia) 

Publicado por gjemanuel-chaves às 18:08
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Procissão do Encontro

Realiza-se hoje pelas 21 horas a Procissão do Encontro em Chaves. Pelo segundo ano consecutivo, depois de mais, de 40 anos sem se realizar, "reavivou-se" esta cerimónia religiosa.

Esta procissão simboliza o encontro entre Maria, mãe de Jesus e Jesus, (retratado pelo Senhor dos Passos), a caminho do Calvário, para Jesus ser cruxificado.

A Procissão começa pela seguinte forma:

- Parte a procissão com o andor Santa Maria, da Igreja Matriz, acompanhado pelo Padre Hélder, acólitos, escuteiros e os fiéis. A Procissão sobe pela Rua Direita, contorna o Largo do Anjo, desce a rua que vai ao encontro da Rua de Santo António...

- Ao mesmo tempo, da saída de Santa Maria, parte o andor com o Senhor dos Passos, da Igreja da Madelana, acompanhada pelo Padre Sávedra, acólitos, seguido ainda pelos fiéis. Estes saiem da Igreja da Madalena, sobem a Ponte Romana, Largo do Arrabalde, sobem a Rua de Santo António...

 

Por fim e ao mesmo tempo, dá-se o Encontro entre Santa Maria e seu filho - Jesus, no Largo General Silveira, (mais conhecido por Largo das Freiras). Já no largo as pessoas ficam em silêncio e os andores ficam orientados para a fachada principal da Biblioteca Municipal, onde na varanda central da Biblioteca, o Bispo Coadjuntor de Vila Real, faz uma pequena oração, sendo seguido pelo cântico da Verónica, feito por uma senhora de Chaves, (que por curiosidade, fê-lo no último ano e há 40 anos...).

 

Depois de terminada a oração no Largo General Silveira, a procissão segue para a Igreja Matriz, (com os dois altares - Santa Maria e Jesus), onde se fará aí a oração final e de encerramento da Procissão do Encontro.

 

Desde já podemos dizer, que as varandas da Biblioteca, já estão preparadas para a Procissão, com as colchas cor-de-vinho e as janelas com as faixas rochas, (tudo a representar a Semana Santa, o sofrimento de Jesus, até à Salvação...á Ressurreição).

 

Não deixes de participar nesta Procissão do Encontro, a realizar hoje pelas 21 horas.

Para quem não é de Chaves e não pode estar presente, amanhã apresentaremos aqui algumas fotos da Procissão do Encontro.

 

Esperamos que vivas esta Semana Santa com muita Fée tomando o sentido verdadeiro e importante desta semana.

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 17:50
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

4300 estudantes com o Papa Bento XVI durante a Semana Santa

 "De Domingo de Ramos ao Domingo da Ressurreição, 4300 estudantes universitários estão em Roma para participar no congresso UNIV e acompanhar Bento XVI durante as celebrações da Semana Santa.  

 

 O UNIV 2009 pretende propor a reflexão sobre esses pressupostos, através de um diálogo real entre pessoas e entre saberes na universitas: entre fé e razão, entre ciência e revelação, entre técnica e ética, entre crentes e não crentes.

 Na Terça-feira Santa, Bento XVI receberá em audiência os participantes do congresso. Papa, que sempre se interessou pelo mundo académico, poderá dirigir-se aos quatro milhares de estudantes de mais de 200 centros universitários.

Giovanni Vasallo, estudante da Universidade de La Sapienza (Roma) e porta-voz do Congresso UNIV assinalou que “reunir-se com estudantes de 200 universidades é uma oportunidade única".

 

"Como encara um asiático os estudos? Que visão do mundo partilho com um africano? É a ocasião propícia para responder a estas perguntas. Roma é uma cidade que facilita a abertura a outras culturas”.  

 

“Aproveitando o título do congresso, diria que o interesse do Papa pelo saber não tem fronteiras nem preconceitos. Faz perguntas incómodas, aponta possíveis soluções... enfim, o discurso de Bento XVI é um desafio fascinante para qualquer universitário”.  

Nas suas 42 edições, o UNIV levou a Roma mais de 90.000 universitários. Para esta edição, vêm de países como os Camarões, Japão, Cazaquistão, Trindade e Tobago, Estónia, Finlândia ou Austrália."

 (inf. In site da Eclesia)

 

 

A 42ª edição do Congresso UNIV tem o tema: “Universitas: um saber sem fronteiras”. Iniciado com o alento de São Josemaria Escrivá, propõe aos estudantes uma jornada de debate académico e diversos eventos culturais (concertos, visitas a museus e encontros com especialistas) em Roma.  

Publicado por gjemanuel-chaves às 08:43
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Folha da paróquia - Dia de Ramos

Hoje não se realizou a habitual reunião do grupo, por ser Domingo de Ramos.

Passamos a divulgar os principais destaques da Folha da Paróquia deste domingo, da responsabilidade do nosso Pároco – Pe Hélder Sá.

           

Semana Santa

«Nós vos anunciamos a Boa-Nova de que a promessa feita aos nossos pais, a cumpriu Deus para nós, seus filhos, ao ressuscitar Jesus.»

A ressurreição de Jesus é a verdade culminante da nossa fé em Cristo, acreditada e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada como parte essencial do mistério pascal, ao mesmo tempo que a cruz:

«Cristo ressuscitou dos mortos. Pela sua morte venceu a morte, e aos mortos deu a vida.»

(catecismo da Igreja Católica 638)

A Eucaristia de Ramos de hoje de manhã, começou pelas 9.45 min. junto à capela da Lapa, para bênção dos Ramos e seguiu-se em procissão para a Igreja Matriz, onde continuou a Eucaristia às 10h.

De Tarde a Eucaristia é celebrada pelas 18 horas.

Notas Importantes:

- Celebrações da Reconciliação (Confissões)

·         Quarta-feira, às 18 horas e ás 21 horas.

·         Sexta-feira, às 10 horas.

·         Sábado, às 10 horas.

- Quinta-Feira Santa:

·         17.30 Celebração da Ceia do Senhor na Igreja Matriz: entrega da Renúncia Quaresmal.

·         21 horas – Procissão do Encontro: Um cortejo sai da Igreja Matriz, pela Rua Direita, Largo do Anjo, Rua de Santo António até ao Largo das Freiras. O outro da Igreja da madalena, Largo do Arrabalde, Rua de Santo António, largo das Freiras. Aí se dá o Encontro. Depois, em cortejo único, pela Rua do Olival, Largo do Arrabalde, Rua Direita até à Igreja Matriz.

- Sexta-Feira Santa:

·         Dia de jejum e abstinência

·         09:30 – Oração de Laudes

·         10.00 – Celebração da Reconciliação (Confissões)

·         15:00 – Celebração da paixão do Senhor, com Adoração da Cruz e Comunhão.

·         21:00 – Via Sacra - partindo da Igreja Matriz para o Calvário.

Sábado Santo:

·         09:30 – Oração de Laudes

·         10:00 – Celebração da reconciliação (confissões)

·         Hoje é um dia silêncio. Junto ao sepulcro de Jesus sentimos a dor da morte do Mestre e a dor de todas as mortes do mundo. Mas ao mesmo tempo confiamos na promessa de Deus: o grão de trigo sepultado na terra dará muito fruto.

Vigília Pascal:

Sábado – 21 horas

(Esta celebração pertence já ao Domingo da Ressurreição)

1.      Liturgia da Luz: Bênção do Fogo e Círio Pascal.

2.      Liturgia da Palavra: a história da salvação.

3.      Liturgia Baptismal; baptismos e renovação das promessas baptismais.

4.      Liturgia Eucarística

«E se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus de entre os mortos habita em vós, Ele, que ressuscitou Cristo de entre os mortos, também dará vida aos vossos corpos mortais, por meio do seu Espírito que habita em vós.» (Rom 8,11)

Domingo da Ressurreição:

·         Missas – 10:00; 11:30 e 18:00 horas

·         Às 17:00 horas – Reunião em Santo Amaro em frente à Capela do Senhor do Calvário.

·         Procissão Festiva da Ressurreição – Bênção Pascal e Beijo da Cruz do Ressuscitado. Os que escolheram a Missa das 18:00 horas também são convidados a reunir-se lá. Adultos, crianças e jovens, todos são convidados. Trazei flores e campainhas!

Notas finais:

·         Adoração ao Santíssimo – Domingo, dia 5, às 15 horas.

·         Festa da Senhora das Brotas: dia 19, às 11:00 horas, Procissão seguida de Missa.

·         Por isso, não há Missas na Igreja Matriz às 11:30 do dia 19 de Abril. Dia 20, Missa às 10:30, na Capelinha da Senhora das Brotas.

·         Missas Na Matriz a partir do dia 26 de Abril Inclusivamente: 8:00, 10:00 e 11:30.

 

O Nosso Pároco, Padre Hélder Sá e o nosso Grupo de Jovens Emanuel deseja a todas as pessoas UMA SANTA PÁSCOA COM JESUS RESSUSCITADO!

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 21:44
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