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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Quarta-feira de Cinzas - Início da Quaresma

Cinzas marcam início da Quaresma

Católicos de todo o mundo celebram 40 dias marcados pelo jejum e o apelo à partilha

 

A celebração da Quarta-feira de Cinzas assinala, para os católicos de todo o mundo, o início da Quaresma, período de preparação para a Páscoa com a duração de 40 dias, marcado pelo jejum, o apelo à partilha e à penitência.

Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.

A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.

O termo Quaresma deriva do latim "quadragesima dies", ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa hoje, Quarta-feira de Cinzas, e termina na missa "in Coena Domini" (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.

O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado "Domingo de Ramos", "de passione Domini". Desse modo, reduzindo o tempo "de passione" aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Santa conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.

Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.

Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.

Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm. Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do "Glória" e do "Aleluia" na celebração da Missa.

Este ano, a mensagem de Bento XVI para a Quaresma lança um apelo ao jejum e à esmola nesse tempo de preparação para a Páscoa, tendo em vista a ajuda aos mais desfavorecidos.

O texto do Papa inspira-se numa passagem do Evangelho segundo São Mateus: “Jesus, após ter jejuado durante 40 dias e 40 noites, por fim, teve fome”.

Segundo Bento XVI, “escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente”.

“Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola”, aponta.

O Papa admite que, nos nossos dias, a prática do jejum “parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo”.

“Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus”, escreve.

Bento XVI procura explicar que “valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento”, frisando que a prática do jejum “pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo”.

Octávio Carmo

Espiritualidade

A penitência pública ao longo da Quaresma caiu em desuso, mas ficou no espírito dos fiéis a necessidade de se prepararem ao longo de 40 dias de penitência para as festas pascais. Por sua vez, o catecumenado que, durante séculos, teve na Quaresma a fase de preparação próxima para os sacramentos da iniciação cristã na Vigília Pascal, também caiu em desuso (excepto nas missões ad gentes), mas foi restaurado pelo Concílio Vaticano II, dado o número crescente de baptismos de adultos.

Assim, a "eleição" dos catecúmenos para a fase da "iluminação" passou a fazer-se no I Domingo da Quaresma, entrando os "eleitos" em clima de retiro, marcado nas últimas semanas pelos "escrutínios" com as "tradições" (entregas) do Símbolo da Fé (Credo) e da Oração Dominical (Pai-Nosso), que eles acabam por fazer seus, proclamando-os (reditio) nos últimos escrutínios. Haja ou não catecúmenos, os fiéis de cada comunidade são convidados a viver a Quaresma em espírito catecumenal, preparando- se para a "renovação das promessas do Baptismo" na Vigília Pascal.

Tempo penitencial

A Quaresma é um tempo forte de penitência. A atitude espiritual expressa por esta palavra, tantas vezes na boca dos profetas e de Jesus Cristo, é uma atitude complexa e muito rica, suscitada pela consciência do pecado. Começa por ser arrependimento pelo mal praticado e sincera dor do pecado; logicamente leva ao desejo de expiação e de reparação, para repor a justiça lesada, e de reconciliação com Deus e com os irmãos ofendidos; chega finalmente à emenda de vida e mais ainda à conversão cristã, que é muito mais que uma conversão moral, para ser uma passagem à fé e à caridade sobrenaturais, com tudo o que implica de mudança de mentalidade, sensibilidade e maneira de amar, que passam a ser as próprias dos que pela graça se tornaram verdadeiros filhos de Deus.

Disciplina canónica

Para assegurar expressão comunitária à prática penitencial, sobretudo no tempo da Quaresma, a Igreja mantém o jejum e a abstinência tradicionais. Embora estas duas práticas digam hoje pouco à sensibilidade dos fiéis, mantêm-se em vigor, com variantes de país para país.

Entre nós (Normas da CEP aprovadas na Ass. Plen. de Jul.1984), são dias de jejum para os fiéis dos 18 aos 59 anos (a menos de dispensa, por doença ou outra causa) a Quarta- Feira de Cinzas e a Sexta-Feira Santa (convidando a liturgia a prolongar o jejum deste dia ao longo de Sábado Santo). E são dias de abstinência de carnes, para os fiéis depois dos 14 anos (embora seja bom que a iniciação nesta prática se faça mais cedo), as Sextas-feiras do ano (a menos que cesse a obrigação pela coincidência com festa de preceito ou solenidade litúrgica), com possibilidade de substituição por outras práticas de ascese, esmola (caridade) ou piedade, embora seja aconselhado manter a prática tradicional nas sextas-feiras da Quaresma.

No que respeita à esmola, ela deve ser proporcional às posses de cada um e significar verdadeira renúncia, podendo revestir-se da forma de "contributo penitencial" (e, como já entrou nos hábitos diocesanos, de "renúncia quaresmal") com destino indicado pelo Bispo.

Fonte: Site da Igreja Católica em Portugal - Eclesia
 

 

Lembramos para quem é de Chaves, que na nossa Paróquia - Santa Maria Maior, hoje as Eucaristias celebram-se às 8:00 e 18:00 respectivamente, sendo que depois de cada Eucaristia, segue-se uma parte para reconciliação/confissões.

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Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma de 2009

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2009

Papa lembra prática do jejum, afirmando que, «nos nossos dias» parece «ter perdido um pouco do seu valor espiritual»


“Jesus, após ter jejuado durante 40 dias e 40 noites, por fim, teve fome” (Mt 4, 2)

No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal).

Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.

Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O "não comas" e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98).

Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção.

O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.

No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4).

O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.

Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus.

O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).

Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus.

Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I).

A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).

A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum, escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: L 40, 708).

Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.

Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17).

Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente.

Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola.

Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.

De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos.

Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».

Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21).

A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo.

Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma.

Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no esforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.

BENEDICTUS PP. XVI

Publicado por gjemanuel-chaves às 11:03
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Jornal Semeando - Fevereiro de 2009

Apresentamos-te agora alguns dos destaques do jornal Semeando, edição de Fevereiro.

 

Caminhando

O jovem que percorre o itinerário quaresmal tem ao seu dispor também as práticas que o caracterizam, três linhas de força e de acção concreta: o jejum, a esmola e a oração.

O Jejum é sinal de que vivemos da Palavra de Deus. Não jejua verdadeiramente quem não se alimenta com a Palavra de Deus.

A esmola é fruto do jejum e das privações com ela relacionadas, levando o cristão a um empenhamento pela justiça e pela reestruturação dos sistemas sociais.

A oração brota igualmente do jejum que faz viver o Homem da Palavra de Deus, que nasce efectivamente da escuta assídua da Sua Palavra e se vive em comunhão. Não é fácil encontrar tempo para esta viagem de conversão e de conhecimento da vontade de Deus a nosso respeito. Há sempre tanto que fazer…e nem sempre a disposição nos ajuda a dar passos até Cristo. Precisamos cair por terra, como Paulo…

Deixar as nossas supostas seguranças e arriscar ter Deus como o tudo da nossa vida.

Aí, o jejum é prova de que procuramos ter a Palavra de Deus como alimento e guia no nosso caminhar.

A esmola é a explosão de uma entrega incondicional ao Senhor, o nosso tudo que nos faz ser tudo para os outros.

A oração é espelho da nossa necessidade de Deus, o canal que nos mantém unidos àquele que caminha connosco.

Encontremos tempo para caminhar com o Senhor! 

 

Na quaresma preparamo-nos:

·         Com a mente que cultiva o pensamento de Deus;

·         Com os olhos que buscam a beleza verdadeira;

·         Com os ouvidos que escutam a Palavra do Senhor;

·         Com a boca que se abre para o louvar e a oração;

·         Com as mãos que usam o tempo como dom de Deus;

·         Com o coração que descobre o amor imenso de Deus.

Conto: Três ideias

O filósofo inglês Bertrand Russel, conversando com os amigos, partilha três ideias práticas e necessárias para a nossa vida.

Primeiro, ter coragem para aceitar, resignadamente, as coisas que não podem ser mudadas. O que não pode ser mudado não nos deve fazer perder o sono.

Segundo, ter coragem para mudar as que se devem mudar, de facto, há muitas coisas que se podem e devem mudar, a começar por nós próprios. Mudar o coração, a mentalidade, as atitudes. A partir destas mudanças de cada um de nós, o mundo irá tornar-se melhor.

A terceira consiste em ter a inteligência indispensável para não confundir nunca umas com as outras. Isto é, não confundir as coisas que não se podem mudar com as que se podem mudar.

 

- Um bom exame de consciência, neste tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, ajuda-me a descobrir o que é necessário mudar em mim para ser sempre mais semelhante a Cristo. Procura a graça do perdão no sacramento da Reconciliação, sentirás a força do abraço do Pai que te ama.

Bem-aventuranças de Paulo

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, acreditam que Deus tem um projecto para cada um (Gl, 1,15)

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, sabem agradecer a Deus por todas as coisas (1 Cor 4,7).

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, consideram tudo uma perda, em comparação com o sublime conhecimento de Jesus Cristo (Fl 3,7).

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, nunca sentem ter chegado e correm continuamente em direcção à meta (Fl 3,13)

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, mesmo sendo livres, se fazem servos de todos pelo Evangelho (1 Cor 9,1).

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, têm consciência de ter um grande tesouro em vasos de barro (2 Cor 4,7).

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, aprenderam de todos os modos: na saciedade e na fome, na abundância e na indigência (Fl 4, 12).

Bem-aventurados aqueles que, como Paulo, enfrentam muitas dificuldades para anunciar o Evangelho (2 Cor 11,29).

Jornadas Bíblicas

No dia 17 de Janeiro de 2009, sob a orientação do Sr. Padre Bento, cerca de 50 jovens aceitaram a proposta do Secretariado JEF: correr como S. Paulo até à meta, que é Cristo.

A comunidade do Lar de Nossa Senhora do Amparo, em Mirandela, acolheu com alegria os 47 jovens oriundos dos grupos de Macedo, Pereira, Loivos, Ligares, Freixo de Espada à Cinta, Vilar de Nantes e Torre de Dona Chama.

Foi um dia de descoberta e de conhecimento. O próprio título do encontro a isso sugeria: Jornadas Bíblicas.

De Bíblia na mão e vontade forte no coração, foi-nos proposto: jogar com S. Paulo.

A partir de passagens bíblicas relacionadas com S. Paulo, foram exploradas várias dinâmicas e, seguidamente, actualizava-se toda essa experiência para a nossa vida de cristãos.

Eis algumas dessas sínteses.

Espalhar o Evangelho de Jesus nem sempre é fácil. As vezes temos de superar obstáculos. Mas com ajuda de Jesus e uns dos outros podemos conseguir como Paulo conseguiu.

Deus mudou a vida de Lídia quando Paulo lhe anunciou o Evangelho. Deus pode mudar a vida de todas as pessoas. Só é preciso que cada um deixe. Vamos procurar estar sempre abertos às mudanças que Deus nos oferece.

Todos temos uma responsabilidade de falar aos outros a respeito de Jesus e da sua mensagem de amor e felicidade. Se nos recusarmos a fazer a nossa parte no corpo de Cristo, há pessoas que podem nunca ouvir a palavra de Jesus.

Cada um de nós tem talentos e capacidades diferentes. Mas é mais fácil superar os desafios quando trabalhamos juntos, aproveitando aquilo que cada um tem para dar ao grupo.

Jesus pediu que os seus discípulos produzissem frutos de qualidade. E qualidade é bondade, justiça e verdade.

Todos enfrentamos altos e baixos na vida. Mas a Palavra de Deus não nos deixa desistir; temos sempre deus do nosso lado. Foi essa a experiência de S. Paulo.

Na Igreja todos somos igualmente importantes. Todos temos de colaborar para atingir o objectivo: testemunhar a felicidade de ter Deus na vida.

O momento mais alto foi, certamente, a celebração da Eucaristia no final da manhã, onde, pela simbologia e oração, surgiram compromissos para um seguimento mais consciente de Cristo, tendo a Paulo como exemplo.

O dia terminou com uma oração de envio, onde cada um foi convidado a se colocar com disponibilidade ao serviço da vontade de Deus: Conta connosco Senhor, para anunciarmos o teu amor.

Reflexão

“Assim como uma gota de veneno compromete o balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a vossa vida.”

Gandhi

Com os grupos

Na tarde do dia 14 de Fevereiro o Secretariado JEF encontrou-se com os grupos de Freixo de Espada à Cinta e Ligares para um momento de reflexão sobre S. Paulo e o nosso encontro com Cristo Ressuscitado.

Foi um tempo forte de partilha, alegria e encontro. Participaram neste encontro 16 jovens cheios de energia e vontade de crescer na medida de Cristo.

O Secretariado prometeu voltar em breve para que a chama da juventude eucarística não se apague.

Correio

Como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos, pois, de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro. Tal como o Senhor vos perdoou, fazei-o vós também. E, acima de tudo isto revesti-vos do amor, que é o laço da perfeição. Reine nos vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados num só corpo. E sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós com toda a sua riqueza: ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros com toda a sabedoria; cantai a Deus, nos vossos corações, o vosso reconhecimento, com salmos, hinos e cânticos inspirados. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando graças por Ele a Deus Pai.

(Cl, 12-17) 

A carta de Paulo que chegou ao nosso correio vem mesmo a propósito…

Em tempo de Carnaval, é preciso pensar num disfarce divertido e interessante para gozar o evento.

Para Paulo, não há disfarces. Ele convida-nos a utilizar revestimentos estranhos: a misericórdia, a bondade, a humildade, a mansidão e a paciência. E ele continua falando de um revestimento que reúne todos estes: revesti-vos do amor que é o laço da perfeição.

Será que na caminhada da vida, nas situações concretas do meu viver, estou disposto a vestir apenas o amor e deixar de lado todos os sentimentos de ódio e de rancor?

Este vestuário espiritual que me deve acompanhar é sinal do perdão de Deus e compromisso para, também eu, perdoar e ser agradecida.

Porquê tantos disfarces? Porquê fugir à minha verdadeira identidade: a semelhança com Cristo?

Se sou semelhante a Ele, todo o meu revestimento deve falar Dele.

Terei coragem de mostrar aos outros, por aquilo que faço e sou, a misericórdia, a bondade, a humildade, a mansidão, a paciência e o amor de Cristo?

Oração

Conduz-me, Senhor, para o deserto do meu dia-a-dia. E aí acompanha-me com o teu Espírito porque, rodeado de tanta azáfama – a começar pela que há dentro de mim – sabes o difícil que é concentrar-me em Ti e, portanto, preciso da luz do teu Espírito. Vem Espírito Santo!

Vem iluminar o meu deserto!

Vem recriar o meu viver!

Vem ajudar-me a conhecer a verdade da palavra!

Vem fortalecer-me para vencer os meus medos!

Vem segredar-me a Tua vontade!

Terminamos os destaques da última edição do jornal Semeando, não sem antes deixarmos algumas datas referentes ao início da Quaresma:

Quarta-feira de Cinzas:

·         Eucarística às 8:00 horas e 18:00 horas na Igreja Matriz, (sendo que depois da Eucaristia da manhã e da Eucaristia das 18:00 horas segue-se um momento de reconciliação/confissão, para quem quiser).

·         A partir de sexta-feira, dia 27 de Fevereiro, inicia-se o período de jejum, (abstinência de alguma coisa que para cada pessoa é um grande prazer, é um dia que podemos dedicar também a alguma oração).

·         Também a partir desta sexta-feira inicia-se na Igreja Matriz, pelas 21 horas a Via Sacra, onde cada grupo da Paróquia se responsabiliza pelas leituras e pegar nas velas e cruz em cada estação, (quanto à disposição dos grupos na Via Sacra, em breve divulgaremos a ordem e a importância que a Via Sacra).

 

Até amanhã com mais novidades….

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 11:05
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Reunião do grupo - Quaresma: jejum

Neste domingo, que é chamado “domingo gordo”, (pois além de anteceder o período da Quaresma, é um dia em que as pessoas saciam-se com os seus prazeres de que gostam muito, partindo depois para a Quaresma, período em que se comprometem a jejuar, abster-se de algum tipo de prazer); a oração foi apresentada pela Inês, com o tema – Preparação para a Quaresma: jejum.

Esta oração teve como base a Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma, onde ele elege como base na Quaresma: o jejum, a esmola e a oração. Neste caso, a Inês começou por apresentar o Jejum, sendo as outras duas partes apresentadas nos domingos da Quaresma.

A oração iniciou-se com uma apresentação em Powerpoint, onde se debateu a questão do jejum e a sua importância para as pessoas. Seguiu-se um texto, a explicar os 3 tempos da Quaresma:

“A Quaresma é uma caminhada para a Páscoa em três tempos, fases ou momentos:

O Primeiro Tempo vai da Quarta-feira de Cinzas até ao fim da segunda semana e expõe o sentido global da Quaresma, o que se pretende com ela e os meios para se alcançar a renovação pessoal, como fruto do mistério pascal. Apresenta uma temática bem definida: a nossa situação neste mundo e a nossa vocação celeste com os Domingos das Tentações e da Transfiguração.

O Segundo Tempo vai do terceiro Domingo ao fim da quinta semana e apresentação o mistério de Cristo em nós, através da participação e renovação dos sacramentos da Iniciação Cristã. Este é o tempo das grandes catequeses sobre os sacramentos pascais, que fazem do catecúmeno um cristão adulto na fé que nasce da Palavra e conduz ao sacramento. Este tempo está orientado para os que se preparam para o Baptismo e para os que vão renovar as promessas do Baptismo.

Estes três Domingos oferecem três grandes catequeses sobre o Baptismo, o Espírito Santo e a Eucarístia.

O Terceiro Tempo vai do Domingo de Ramos e Paixão – que celebra a solene entrada do Senhor em Jerusalém para sofrer a Paixão, passar pela morte e alcançar a ressurreição – até Quinta-feira Santa e apresenta com Lázaro ressuscitado e com os discípulos à mesa, diálogo com João acerca do traidor e com Judas acerca da hora («o que tens a fazer, fá-lo sem, demora») e com Pedro («não cantará o galo sem Me haveres negado três vezes»). Na Quarta-feira escutamos o acordo de Judas com os sumos sacerdotes e a despedida de Jesus: («o filho do homem vai partir»). Na Quinta-feira Santa de manhã, na Missa Crismal, temos uma celebração que faz a transição das celebrações quaresmais às pascais: a bênção dos óleos e a renovação das promessas sacerdotais indicam a nova forma de presença do Senhor que parte no corpo que tomou, mas que perpetua a Sua presença do Senhor que parte no corpo que tomou, mas que perpetua a Sua presença nos sacramentos que institui e nos ministros que consagrou e fez participar do Seu ministério. Segue o Tríduo Pascal em que a Igreja celebra a partida de Cristo deste mundo para o Pai, mediante a realização da Páscoa.”

Depois desta parte, seguiu-se uma apresentação sobre os Salmos da Bíblia, com tema: Deus-Pai.

Para terminar vimos um texto sobre a Via-sacra e a sua importância:

“Através da oração da Via-sacra os fiéis percorrem, participando com seu afecto, a última parte do caminho percorrido pelo Jesus durante sua vida terrena: do Monte das Oliveiras, onde no “horto chamado Getsemani” (Mc 14,32), o Senhor foi “presa da angústia (Lc 22,44), até ao Monte do Calvário, onde foi crucificado entre dois malfeitores, (ver Lc 23,33), ao jardim onde foi sepultado num sepulcro novo, escavado na rocha, (ver Jo, 40-42).

Um testemunho do amor do povo cristão por esta oração é as inumeráveis Via Sacras nas Igrejas, nos santuários, nos claustros e inclusive ao ar livre, no campo, ou na ascensão a uma colina, a qual as diversas estações lhe conferem uma fisionomia sugestiva. Na Via-sacra confluem também diversas expressões características da espiritualidade cristã: a compreensão da vida como caminho ou peregrinação; como passo, através do mistério da Cruz, do exílio terreno à pátria celeste; o desejo de conformar-se profundamente com a Paixão de Cristo; as exigências do seguimento de Cristo, segundo a qual o discípulo deve caminhar atrás do Mestre, levando cada dia sua própria cruz, (ver Lc 9,23) portanto devemos motivar sua oração à nossa vida.”

De seguida da oração estivemos a ver a última edição do jornal Semeando, da JEF, referente a Fevereiro de 2009, do qual destacamos as principais notícias no post seguinte.

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 10:58
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Parte II - Padres portugueses imbatíveis

Em quatro jogos marcaram 17 golos e não sofreram nenhum. Amanhã, jogam as meias finais com os padres bósnios

 

Os portugueses estão apurados para as meias-finais do IV Torneio Europeu de Futsal para padres. Após a realização de quatro jogos, a baliza da selecção dos padres portugueses continua inviolável. Os futebolistas portugueses marcaram 17 golos e não sofreram nenhum. Amanhã, Portugal joga com a Bósnia e a Croácia «lutará» com a Polónia por um lugar na final.

Antes do início do torneio, o Pe. Iolando Pereira, da diocese de Vila Real, era apontado como um dos potenciais vencedores do prémio para melhor jogador e marcador. Depois dos dois golos marcados à Hungria, o português lesionou-se. “Tive uma pequena rotura muscular, mas espero jogar amanhã” – disse à Agência ECCLESIA. Para debelar a lesão, o jogador está a ser medicado. “Quero recuperar o mais rapidamente possível” – afirma.

Se os avançados da Croácia, Hungria, Itália e Áustria não festejaram nenhum golo deve-se muito à agilidade e atenção permanente de Custódio Branco, da diocese de Viana do Castelo, e André Ferreira, da diocese do Porto. O futebolista da diocese de Viana do Castelo explicou à Agência ECCLESIA que “os avançados portugueses ajudam muito na defesa” e “torna-se mais fácil assim”. Apesar de jogar na posição de guarda-redes na selecção, o Pe. Custódio lembra que nos torneios joga noutras posições. “Sou um jogador polivalente”.Depois do esforço do primeiro dia, os padres das várias selecções deslocam-se hoje ao Santuário de Fátima. Uma espécie de estágio para os últimos compromissos futebolísticos. Este torneio reúne cerca de centena e meia de padres e os jogadores encaram os jogos com seriedade e profissionalismo. “Até tivemos refeições como os futebolistas, com muitos hidratos de carbono” – sublinhou o Pe. Hermínio Bernardo, um dos padres futebolistas.

Com rotatividade constante e muito transpiração, os jogadores portugueses mostram dotes técnicos para a prática deste desporto. “Somos latinos e gostamos de tratar bem a bola” – refere o Pe. Hermínio Bernardo, da diocese do Porto. As cidades de Marco de Canavezes e Famalicão acolhem este torneio de futsal. O público “está muito entusiasmado e estão a gostar de nos ver jogar”. E explica o sucesso deste evento: “as pessoas não estão habituadas a ver os padres jogarem à bola”.

Mesmo que a taça da vitória fique em território luso, nenhum dos padres pensa “fazer um contrato profissional”. “Gostamos do desporto pelo desporto e do convívio” – realça o Pe. Hermínio.

Treinados por José Gonçalves, técnico do Alpendorada (equipa da primeira divisão de Futsal), os jogadores portugueses levam a lição estudada para dentro do ringue. “O técnico é muito exigente” – confessou o sacerdote da diocese do Porto. Todos querem vencer, mas “tem havido muito «fair-play»”.

O Pe. Marco Gil, capitão da selecção portuguesa e da diocese de Braga, afirma à Agência ECCLESIA que a equipa é constituída por padres das dioceses acima do Rio Douro porque “nos torneios inter-diocesanos são estes que ficam nos primeiros lugares”. O quatro lugar está garantido, mas “este ano queremos mais” – finaliza.

 

(Informações in site da Agência Eclesia)

 

São este tipo de organizações que podem aproximar mais e melhor os Padres das pessoas. Mais do que qualquer equipa de qualquer país ganhe o Torneio, o que é importante é desfazer alguns "preconceitos" em relação aos Padres e à sua vida na Paróquia em que estão inseridos.

Esperamos em breve poder-te dizer que a Seleção Portuguesa de Padres ganhou o Torneio...o que acreditamos.

 

Até breve com mais novidades...

Publicado por gjemanuel-chaves às 08:55
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Futsal para Padres...

Hoje destacamos a mensagem para o Futsal, falamos hoje de desporto realçando o IV Torneio de Futsal para Padres.

É bom saber que há este tipo de iniciativas a nível desportivo,  fazendo aproximar os Padres das pessoas.

 

Parte I

 

"O IV Torneio de Futsal para Padres foi quinta-feira passada apresentado, às 11h00, no Hotel do Parque (junto do santuário do Bom Jesus), em Braga.

 

 

Sacerdotes de dez países da Europa estão em Portugal durante os dias 17, 18 e 19 para participar no evento desportivo. Vila Nova de Famalicão foi a cidade escolhida para a final da “Champions Clerum”, como já é conhecida esta competição realizada na Áustria, Croácia e Bósnia-Herzegovina.

 

Além de organizar o torneio, a equipa portuguesa quer fazer melhor do que o quarto lugar alcançado na segunda e terceira edição.

 

O IV Torneio Europeu de Futsal para Padres decorre em Marco de Canaveses e Vila Boa do Bispo, na primeira fase, e Vila Nova de Famalicão, onde se realizará a final.

 

Espanha, Itália, Croácia (duas vezes vencedora), Bósnia-Herzegovina, Eslováquia, Eslovénia, Hungria, Polónia (vencedora uma vez), Áustria e Portugal são os países participantes neste torneio cujo programa inclui a celebração de missas em Braga (Sé Catedral e Bom Jesus do Monte) e Santuário de Fátima, no dia 18.

 

Também está prevista uma cerimónia de boas-vindas aos sacerdotes nas câmaras municipais de Braga e Marco de Canaveses, e também na Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, no concelho de Vila Nova de Famalicão, pela autarquia local.

 

A cidade do Porto também está no roteiro deste torneio de futsal para padres.

 

A equipa constituída por padres das dioceses de Viana do Castelo, Braga, Porto e Vila Real também se treina, uma vez por semana, desde Setembro do ano passado, no pavilhão de jogos da Urbanização das Lameiras.

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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Reunião de grupo - Olhos para ver

Na reunião de grupo deste domingo além de fazermos a oração em grupo, estivemos a falar melhor da participação do nosso grupo na viagem a Fátima com os acólitos e de outro encontro no qual o nosso grupo de jovens foi convidado.

Apresentamos-te a oração que se fez no grupo, que tem como tema: Olhos para ver.

Texto:

Um homem foi ter com o oculista muito preocupado porque não via nada de um dos olhos.

O especialista perguntou:

- Quando nota que não pode ver?

O homem respondeu:

- Quando quer ver a Deus.

- Já percebi.

Depois de algumas análises, o prognóstico era claro. Tinha cegado o olho do coração. E assim se lho comunicou. Depois de um breve silêncio, o homem perguntou:

- Senhor doutor, este mal tem cura ou ficarei cego para sempre?

O médico, com voz tranquilizadora, respondeu:

- Claro que tem cura. Mas tudo dependerá de si, se for fiel ao tratamento.

O homem, intrigado, voltou a perguntar:

- E que sintomas são esses?

- Pois o facto de que o senhor quer ver a Deus demonstra  que o seu coração não está cego de todo. É um sintoma que dá esperança.

- E qual é esse tratamento?

- Terá que seguir uma rigorosa dieta. O seu coração deverá desapegar-se de toda a superficialidade consumista que oculta o rosto de Deus no seu interior, e ocupar-se unicamente daquilo que é essencial na vida.

Reflexão - Coração transparente

O diagnóstico foi claro: tinha o coração cego, isto é, cheio de coisas que lhe ocultavam o rosto de Deus. Felizmente, havia nele ainda o desejo de ver Deus, o que é bom sintoma de cura.

Quando as pessoas enchem o seu coração com ouro e prata, ao olhar para ele não vêem o rosto de Deus. Vêem apenas espalhado o seu rosto que busca na vida apenas espalhado o seu rosto que podemos servir a Deus e ao dinheiro. Deus é o essencial na vida.

Que para nós tudo seja acidental e passageiro e só Deus seja capaz de responder à nossa ânsia de infinito e de vida feliz em plenitude.

 

Preces

Num só coração e numa só alma, oremos com toda a confiança dizendo:

R/ Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.

1.      Pelos que vivem como que cegos, porque não se vêem, a si próprios como buscadores de Deus, oremos.

2.      Pelos que vivem como que cegos, porque não vêem nos outros pessoas a amar e a servir, oremos.

3.      Pelos que vivem como que cegos, porque não vêem o mundo como uma casa comum a tornar melhor, oremos.

4.      Pelos que vivem como que cegos, porque não vêem criação como obra de Deus Criador a respeitar, oremos.

Pai Nosso…

 

Depois da oração que fizemos em grupo e que aqui te deixamos, falamos-te agora dos encontros em que poderemos participar em breve.

O primeiro encontro é em Coimbra, sendo um Encontro Nacional de jovens, organizado pelas Irmãs Seculares Combonianas, (encontro que ser realizará num fim de semana em Março).

O segundo encontro é relacionado com os Acólitos – Encontro Nacional dos Acólitos que se realizará em Fátima no dia 1 de Maio.

Na nossa paróquia existe um grupo de acólitos que são orientados pela Irmã Elisabete, onde prestam alguns serviços – como apoio nas Eucaristias de domingo, apoio no coro juvenil, (onde dois acólitos tocam viola), entre outras coisas.

Esse grupo está a organizar a viagem, vendendo calendários na Paróquia, para diminuir os custos do autocarro.

O nosso grupo irá participar com eles nessa viagem a Fátima, no dia 1 de Maio.

Em breve aqui no blog, traremos alguns vídeos e imagens do grupo de Acólitos de actividades que eles fazem e mais informações da Paróquia.

Terminamos as notícias do grupo por hoje, com o destaque para o Encontro de Catequistas do Alto Tâmega, que se irá realizar no Auditório da Casa de Santa Marta em Chaves. O encontro começa pelas 9.00 horas da manhã e termina com a Eucaristia pelas 17.00 horas. Esse encontro serve de formação para os catequistas, tomando conhecimento das novas realidades da sociedade; de forma a percebê-la e poder fazer melhor a catequese às crianças e jovens, formando-os na Fé cristã.

Se és da região do Alto Tâmega e és catequista, podes-te inscrever para este encontro na tua Paróquia.

Em breve traremos aqui mais detalhes sobres estes encontros.

Bom domingo e boa semana…

 

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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Reunião de domingo - A caneta no coração

Olá! Hoje antes de apresentarmos o tema de oração que foi tratado no grupo e outras coisas, fica desde já com a oração do domingo passado e que só hoje nos é possível apresentar no blog. Esta tem como tema: "A festa no castelo".

 

Texto:

O Mensageiro do rei convocou todo o povo e anunciou-lhes:

- O rei convida todos os seus fiéis súbditos a participar na sua festa de anos. Quem assistir terá uma grande surpresa. Mas pede a todos um favor: cada participante deverá levar um recipiente de água para encher o depósito do castelo, que está vazio.

Chegou o dia da festa. Toda a população subiu a colina que levava ao castelo. Uns carregando pesados recipientes e de água e outros nem por isso. Entravam no castelo e derramavam a água no depósito, deixavam os recipientes vazios num lugar indicado e dirigiam-se para a sala do banquete.

Na mesa as mais preciosas iguarias. A festa começou entre cânticos e bailes. Ao anoitecer, o rei agradeceu a todos e retirou-se para a sua habitação.

Todos desiludidos perguntavam:

- Então, onde está a surpresa prometida?

Então o mensageiro avisou:

- A surpresa é esta: cada um de vós, ao sair, deve levar para casa o recipiente que trouxe.

À saída havia gritos de alegria e lamentações.

É que os recipientes tinham sido cheios de moedas de ouro!

 

(Depois de visto o primeiro texto, seguiu-se uma reflexão, com algumas perguntas que poderás ver no texto a seguir)

Generosidade

Uma surpresa desagradável para quem não foi generoso e ia mais para receber do que para dar.

Existe uma luta permanente, que se trava no íntimo dos corações das pessoas, entre o egoísmo e o altruísmo. Trata-se de querer tudo só para nós ou de partilhar do que temos e somos pelos outros. Este é o grande combate e o importante é que vença a generosidade.

Nós temos muitas ocasiões para sermos generosos. Podemos dar da nossa água. Não teremos muitas coisas para dar mas temos, por exemplo, o nosso tempo. Será que damos tempo aos nossos países, aos nossos colegas, a todos os que necessitam da nossa companhia amiga?     

 

Depois de reveres um pouco o tema da oração do último domingo do nosso grupo, falamos-te agora um pouco sobre a nossa reunião de hoje.

Começamos a reunião de grupo, com a oração. A oração tinha como tema: A caneta no coração.

Texto:

Era uma vez um pensador. Durante o dia e parte da noite em volta da sua cabeça rondavam milhares de pensamentos que ela apanhava nas subtis redes da sua mente e gravava, um depois do outro, em linhas de rigorosa lógica. O pensador sabia da sua profissão. Era um intelectual que expressava rigorosamente o seu pensamento. Mas, por ser tão intelectual e lógico, as suas obras eram frias como blocos de gelo.

Um dia, um amigo disse-lhe:

- Por que não tentas escrever com o coração e não apenas com o cérebro?

O pensador respondeu:

- Porque a tinta do coração não pode expressar pensamentos mas apenas emoções e afectos.

Passaram-se muitos anos. Como acontece com a idade, o cérebro do pensador bloqueou. O seu olhar ficou a contemplar o vazio, pois nem sequer um pensamento lhe vinha à cabeça.

Um dia, o velho amigo veio visitá-lo. E ficou surpreendido ao ver que, sobre a secretária do pensador estava uma folha coberta de sinais vermelhos: era uma poesia, a poesia mais bela que jamais tinha lido.

O pensador jazia uns metros mais adiante. Finalmente, tinha molhado a sua caneta no coração.

(Texto adaptado de Dino Semplici)

Reflexão – Bons sentimentos  

O pensador só funcionava com a inteligência. Era como se não tivesse coração mas apenas cérebro. Este conto cheio de fantasia chama a atenção para a importância dos sentimentos, dos afectos, da ternura, da poesia.

Nós precisamos de molhar a nossa caneta no nosso coração para sermos capazes de comunicar não apenas o que pensamos mas também o que sentimos, o que nos emociona, o que nos dá felicidade, o que nos dá razões para viver e acreditar.

É importante que todas as nossas ideias, não sejam imperativas, seja em que lugar esteja, mas que elas sejam vistas como uma opinião que pode ajudar num momento, (entre amigos na escola, ou colegas de trabalho). Deve-se ouvir as outras pessoas, não pensar que o que nós pensamos, idealizamos tem que se levar à vante, “pisando os outros” para chegar a onde queremos.

É importante que cada pessoa seja humilde em tudo o que faz e isso reflecte-se também no nosso grupo de jovens, (nas nossas reuniões semanais ou actividades que façamos).

Na reflexão do grupo, debatemos a questão da Eutanásia e morte medicamente assistida. Levantamos esta questão devido a uma jovem em Itália, que se encontra há mais de 12 anos, numa cama de hospital, onde é alimentada através de um tubo, (estando ela é estado vegetativo).

Em Itália a família há muito que andava a insistir para acabar com o sofrimento da Luana, junto dos Tribunais. O Supremo Tribunal deu razão à família e ordenou que os médicos desligassem as máquinas a Luana.

A Igreja Católica surge-se contra esta ideia, pois defende a vida e o que ali é feito é “eutanásia”.

No grupo levantamos algumas questões acerca deste tema tão polémico e preocupante.

·         Será que a Luana tem qualidade de vida desde que entrou em estado vegetativo no hospital?

·         Até que ponto se pode considerar vida a uma pessoa com estas características?

·         Será que é correcto desligar as máquinas a uma pessoa naquelas condições?

·         Se tivéssemos alguém na família com as características da Luana, como é que actuaríamos?

São estas e outras questões que foram discutidas acerca deste tema, sendo que algumas perguntas, nós temos dúvidas em conseguir responder da melhor forma, perante situações complicadas como o caso de Luana, uma jovem italiana. Podemos é dizer que o que ela está a passar não é qualidade de vida e não melhora o seu estado de saúde.

Partilha também a tua opinião sobre este tema connosco…as tuas ideias, podem nos ajudar a melhorar e a perceber como está a sociedade.

Depois de o grupo ter feito a oração, falou-se um pouco sobre um encontro que vai acontecer em Chaves:

- Encontro Diocesano da Juventude no dia 25 de Abril, (sábado), a ter lugar no Pavilhão Municipal.

Este encontro onde é tratado um tema, lançado pelo Padre Machado, (este que orienta o Secretariado Diocesano de Vila Real actualmente) estão diversos grupos de jovens de toda a diocese de Vila Real, que partilham a mesma ideia, caminhar e crescer como jovens em Cristo.

Neste Encontro na parte da manhã é dedicado ao tema, (que pode surgir oração, dinâmicas e outras coisas relacionadas com o tema) seguindo-se de tarde um jogo de futebol convívio, entre os jovens e alguns Padres da diocese.

Quanto ao nosso grupo, irá estar presente em mais um encontro de jovens, de forma a partilhar ideias com outros grupos de jovens de outros grupos de jovens e também o nosso grupo, poder-se enriquecer.

Em breve traremos mais novidades acerca deste tema….

Um bom resto de domingo e boa semana.

Publicado por gjemanuel-chaves às 14:56
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Oração - Quaresma

Olá! Aqui te apresentamos mais uma oração do grupo, com o seguinte tema: Quaresma. Esta oração foi feita pelo Vítor, num domingo do tempo de Quaresma de 2008.

 

O que é para cada um de vocês a Quaresma?

 

João Paulo II diz-nos na sua carta que a quaresma é um tempo de reflexão, (sobre os seus pecados, o que uma pessoa fez de mal e que poderá corrigir), para as pessoas se prepararem para a Páscoa.

 

  • Peço-vos que reflectis, (em grupos de 3/4 pessoas), sobre o que podemos corrigir em nós e no grupo.

"A raiz de todos os males é amor ao dinheiro, por causa do qual alguns se desviaram da Fé e se enredaram em muitas aflições."

 

  • Esta expressão diz-nos muitas coisas e pode-se adaptar ao grupo em várias situações. É por interesses pessoais, (viagem entre outras coisas) que algumas pessoas se integram no grupo, (entram). Gosta que comentassem esta expressão em relação ao grupo.

Proponho fazer uma pequena oração de grupo, como o grupo está arrependido dos erros que cometeram ao longo do ano e comprometer-se para melhorar o grupo.

 

Oração:

 

Nós te pedimos senhor que nos perdões, pelos erros que cometemos no grupo e que daqui para a frente vamos comprometer como um grupo mais unido, tendo um objectivo em comum. Saber ouir e saber falar, respeitar e ser respeitado. Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amén.

Com muito amor e carinho espero que nos ouças, tu que és o salvador - Jesus Cristo.

Até amanha....

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 20:27
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Oração - Jubileu do ano 2000

Aqui fica mais um oração do nosso arquivo. Esta oração foi orientada pelo Ricardo e Augusto no dia 21 de Novembro de 1999.

Tema orientado pelo Ricardo e Augusto

Cântico: Sois a semente

Introdução

O tema Jesus Cristo foi indicado pelo Papa para ser objecto da reflexão dos cristãos no ano de 1997, em ordem à preparação para o Jubileu do Ano de 2000. Como então seguimos algumas catequeses cristológicas com esse objectivo, poderá parecer ocioso voltar ocioso voltar ao mesmo tema.

Mas não é!

De facto o ano de 2000 está centrado na pessoa de Jesus, cujo segundo milénio de nascimento somos convidados a celebrar! Ele é o centro do ano 2000!

Por outro lado, as catequeses sobre o Espírito Santo, (1998) e sobre o Pai, (1999) quase exigem que nos debrucemos de novo sobre a Pessoa do Filho, dentro do mesmo ritmo e estilo. Agora, porém com o intuito de celebrarmos o jubileu centrado em Jesus, pelo qual e no qual louvamos o Pai, sob o impulso do Espírito Santo e a intercessão de Maria, e não com o objectivo de nos prepararmos para ele.

1.      Observação da realidade

1.1.Um facto da vida

Jacinto fazia parte dum grupo de oração / reflexão sobre Deus-Pai. Gostou e ficou desperto para aprofundar a Fé em Deus, no Deus dos cristãos, pois até ingressar nesse grupo, de nada lhe interessava a religião ou a fé.

Só que um dia ficou «escandalizado»: afinal estaremos a preparar o jubileu do ano 2000, como se o nascimento de Jesus Cristo tivesse ocorrido há, precisamente, 2000 anos! Mas segundo leu num jornal, Cristo não nasceu nesse ano, mas antes. Parece que, a ser assim, perde o sentido tanto empenho nesta celebração jubilar!...

 

 

Trabalhos de grupo:

1.      Que sabemos nós sobre o calendário cristão e sobre os outros calendários, (judeu, romano, muçulmano…)?

2.      Que importância tem, para nós, a exactidão da data do nascimento de Jesus?

3.      Perde sentido a celebração do ano jubilar, pelo facto de estar errado o calendário?

4.      Deixa Jesus, por este facto, de ser o centro das nossas atenções?

 

Exemplo de um trabalho de grupo:

1.      O calendário que nos é mais conhecido e familiar é o Calendário Cristão, pela vivência que temos como católicos, membros da comunidade cristã e da integração do grupo de jovens. Contudo, temos a noção de que os outros calendários diferem do nosso cristão, nas suas celebrações e dias festivos em que o seu inicio deu-se ao início de Impérios, Comunidades, …

2.       A exactidão da data do nascimento de Jesus não intervém no nosso sentimento de acolhimento e fé por Ele.

Jesus: Foi e É um marco muito importante para a Humanidade, para a salvação do Homem / Mundo.

3.      A data numérica é insignificante. O importante é a celebração da sua existência e permanência entre nós e tudo de magnifico que fez por nós e nos ajudar a caminhar dia-a-dia.

Se há um engano de datas isso é o menos importante, o importante aqui é a sua Existência. Mas, temos consciência de que se tudo tivessse sido feito com “ordem” e hoje as datas encaixassem certos membros menos e “nulos” da actividade da nossa religião viveriam este momento mais importante e mais forte, cristão.

 

4.      Claro que não, Jesus foi e é um marco muito importante nas nossas vidas e não é uma simples data que nos faz perder o amor, interesse que sentimos por Ele.

Até amanhã...

Publicado por gjemanuel-chaves às 19:17
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Reunião de Domingo - Agradeçer

Olá! Ontem na reunião semanal do grupo de jovens, a oração que fizemos teve como tema: Agradecer. Quanto a esta oração foi apresentado um pequeno texto, seguido de um debate e posterior apresentação em PowerPoint para reflexão. Esta oração irá ser apresentada em breve, no blog.

 

Além da oração, na reunião do grupo, levantou-se a ideia dos jovens do grupo, participarem com os jovens acólitos numa viagem que se irá realizar a Fátima, no princípio de Março.

Essa viagem que é organizada pelos acólitos, pois estes vão ao encontro nacional de acóltos em Fátima e com isto fez calendários (com uma imagem de serviços que prestam na Paróquia e uma frase) com o custo de 1 euro, de forma a custear os custos da viagem.

Com isto nós iremos contactar a Irmã Elisabete que os orienta, de forma ao nosso grupo poder ir com eles a Fátima e participar nas actividades no encontro.

 

Em breve traremos mais novidades acerca deste encontro e o tema que a Irmã Efigénia nos apresentou ontem no grupo.

 

 

 

Publicado por gjemanuel-chaves às 18:01
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