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Domingo, 24 de Janeiro de 2010
Momentos XVIII - Barraca do Grupo na Feira dos Santos e Festa de Natal

Olá! Esperamos que estejas a passar um bom fim de semana e em particular um bom Domingo - Dia do Senhor.

Mais uma vez partilhamos contigo um tema que ultimamente temos reforçado aqui no blog do grupo de jovens - Momentos. Este tema quer seja apresentado em vídeos ou fotos ou cânticos do grupo, tem como objectivo mostrar a todos o que grupo tem feito ao longo dos anos na paróquia, além de ser uma forma de lembrar e agradecer todos os jovens que contribuirem e enriqueceram o mesmo grupo.

Hoje no tema momentos, que se apresenta na XVIII apresentação, trazemos algumas fotos de uma edição da Feira dos Santos de Chaves, onde o grupo participa com a sua barraquinha para angariar fundos para as suas actividades a realizar ao longo do ano. Mostramos por último fotos de uma edição da Festa de Natal onde o grupo participou.

 

Começamos pela Feira dos Santos....

Quanto a esta feira e desde o momento em que o Grupo de Jovens Emanuel teve a iniciativa de participar nela, em cada ano e de forma antecipada as coisas iam sendo antecipadas, para durante a Feira do Santos estar tudo organizado para com a barraco pronta, se dar início à venda de rifas para angariação de fundos.

Antes de mostrar as fotos descrevomos um pouco da organização da nossa Participação na Feira:

- A partir de Setembro até aos dias antecedentes da Feira, (30-31 e 1 de Novembro) organizavam-se as coisas.

Em primeiro havia uma lista de lojas da cidade e de algumas empresas, (como o exemplo da Munivel ou Mundo da Música) em que cada jovem do grupo se comprometia a levar uma carta a lojas e empresas, onde se descrevia quem era o grupo, o porquê de pedir a ajuda, qual a finalidade que os seus donativos tinham e a data em que o elemento do grupo passaria nessa loja/empresa. Lembro que os donativos que cada empresa ou loja dava eram produtos que eles tinham para vender aos seus clientes.

Na devida data referida na carta, os jovens passariam nas lojas e empresas e recolhiam as ofertas dadas pelos seus proprietários, ao qual se agradecia prontamente a sua colaboração.

De seguida e reunidas todas as ofertas, os jovens juntavam-se uma noite e no Jardim de Infãncia da Lapa para fazer a contagem do material, divisão em lotes e iniciava-se em pequenos papéis a descriçao de cada objecto, sendo depois bem dobrado, dando resultado à rifa.

 

Depois de se fazer todo este trabalho, num outro domingo, eram criadas equipas para estar nos diferentes turnos de 3/4 horas durante os dias da feira. Cada equipa tinha entre 6/8 elementos e tinha um chefe de equipa que ficava responsável no final do seu turno de fazer a contagem do material existente na barraca e do dinheiro angariado até ao momento.

Posto todo este trabalho, um dia antes de se inciar a feira era montada barraca, (que ficava perto do Posto de Turismo no Jardim do Bacalhau) pelos elementos masculinos do grupo e eram deixados já aí algums materiais para venda e identificação do grupo.

Lembramos que a barraca durante o ano era guardado na casa de uma pessoa amiga do grupom, numa aldeia perto de Chaves.

 

Aqui ficam algumas fotos da participação do grupo...

Pedimos desde já a tua ajuda para identificares alguns jovens que aparecem nas fotos e o ano respectivo das fotos.

 

Animador do grupo no interior da barraca dos Santos. Quem será?

 

A boa disposição reuniava entre estes jovens do grupo...

 

Quem serão estes 3 jovens?

 

E aqui aparecem mais dois jovens que ajudavam na barraquinha d Grupo. O Diogo Ramos e...quem será a menina ao lado? 

 

E aqui aparecem mais alguns jovens...entre os quais José Pimentel, Luís...e quem serão os outros jovens!?

 

Eis aqui outro momento de animação...o Artur á esquerda e à direita quem será o animador mascarado?

 

 

Mais 3 jovens: Sónia, Artur e Miguel  (todos com a identificação do Grupo).

 

Mais jovens junto da barraquinha e o animador a animar os que passavam, entusiasmando-os a comprar uma rifa e entregando depois um brinde às crianças...rebuçados ou chupa-chupas, (como se pode ver a criança junto do animador).

 

 

Mostramos uma última foto sobre os jovens participantes na barraquinha dos Santos. Para esta foto pedimos a tua ajuda...querm serão estas jovens?

 

Nota: Lembramos que o valor de cada rifa no qual saia sempre um prémio, tinha o valor de 0.50 escudos, (correspondendo agora a 0.25 centimos).

No final da edição da Feira dos Santos os rapazes do grupo desmontavam a barraca do grupo e ela seria guardada, tal como o material que sobrasse, (resultaria para venda no ano seguinte). No domingo seguint na reunião de grupo seria feita a análise das receitas de venda dass rifas, (dinheiro que seria utilizado depois em actividades ao longo do ano a realizar pelo grupo, em especial a viagem anual).

 

Festa de Natal 

 

Passamos agora a mostrar algumas fotos da participação do grupo na Festa de Natal.

Lembramos que o grupo realizava todos os anos a Festa de Natal, um pouco antes do Natal. Esta festa chegou a ser realizada no Lar de Santa Marta, (feita pelos jovens  com dinamização de músicas e encenação do nascimento de Jesus para os idosos).

Pedimos a TUA ajuda para nos dizeres o local, data e os jovens que vês nas fotos seguintes...

 

Alguns dos jovens da foto que estão a cantar são o Augusto e José pimentel e nos instrumentos a tocar são o Artur e o Ricardo. Quem será a jovem que se encontra ao lado direito do Augusto?

 

Concegues reconhecer algum dos jovens que se encontra no Palco, (além dos mencionados anteriormente)...!?

 

Esta foto mostra todos os jovens do grupo, com um gorro de Natala cantar músicas alúsivas há época.

 

Nesta última foto, vê-se o Artur a tocar saxofone e o Augusto a cantar bem animado...

 

Com esta última foto terminamos o post de hoje dedicado a dois momentos marcantes de actividades que já se fizeram no grupo: Barraca da Feira dos Santos  e a Festa de Natal.

Hoje e infelizmente não se realizam estas duas actividades, devido aos poucos jovens que há no grupo e dos que estão, quase todos estão na universidade, o que tem impedido de fazer com que se organize este tipo de actividades com toda a organização que as envolve.

Esperamos num futuro próximo com mais jovens possamos reinicar estas actividades e outras e dinamizar mais e melhor o grupo na Paróquia de Santa Maria Maior em Chaves.

 

Não nos podemos esquecer de mais uma vez de agradecer a todos os jovens que passaram nno grupo e que marcam actividades como as que apresentamos em cima, dos quais destacamos:

- Augusto,

- Artur;

- Sónia;

- José Pimentel;

-  Diogo Ramos;

- Eduardo;

- Ricardo Fernandes;

- Margarida;

- Miguel;

- Susana;

- entre outros(as) que deram o seu grande contributo no grupo.

 

Muito Obrigado(a) a TODOS!!

 

Agradecemos também a todas as pessoas que directa ou inderectamente contribuirem na barraquinha dos Santos, (quer a comprar uma rifa, quer comerciantes ou empresários que deram algum produto para vendermos na barraca). Foi devido a estas pessoas que posteriormente a cada ediçao da Feira dos Santos em que o Grupo de Jovens participou conseguiu com o dinheiro adquirido poder fazer algumas actividades.

 

Não nos podiamos esquecer das nossas queridas Irmãs Efigénia e Maria José, que muito contribuem no grupo em tudo! Sem elas o grupo não seria o mesmo.

 

P.S.: Gostariamos de receber a tua mensagem acerca deste post ou mesmo se foste elemento do grupo, gostaria de vermos aqui uma mensagem tua...Ficamos á espera!!



Publicado por gjemanuel-chaves às 19:04
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010
Momentos XVII - 1º Acampamento do Grupo de Jovens Em Soutelo

Olá! Hoje trazemos aqui um pequeno vídeo onde recordamos o 1º Acampamento realizado em Soutelo, na quinta dos Irmãos Maristas. Este acampamento realizou-se de 1 a 3 de Agosto de 2003.

Este acampamento marcou muito a todos os jovens, não só por ser vivido intensamente, mas por ser o último acampamento em que alguns jovens que fizeram caminhada no grupo, saíram, (por motivos profissionais e/ou pessoais). A todos estes jovens e aos que continuaram caminho no grupo, nós agradecemos tudo o que foi e tem sido construido no grupo e na Paróquia em relação aos Jovens.

 

Descrevemos-te a Organização dos 3 dias de Acampamento: 

 

Nota: Para que o acampamento corresse da melhor forma foram criadas diversas equipas que iam fazendo diversas actividades ao longo do Acampamento, tais como:

- Limpeza e armação das tendas na sexta de manhã;

- Preparaçã de almoço e jantar em cada dia, (quer na cozinha da casa dos Maristas, quer nos grelhados);

- Preparação da oração da manhã e da noite de cada dia;

- Equipa de vigia na zona das tendas durante a noite, (estando dividida por vários turnos de 3/4 horas de 2/3 pesssoas por turno, de forma a garantir segurança a todos no local);

- Preparação de jogos para os diversos momentos do dia.

- Entre outras coisas...

 

Além disto no Acampamento era feito o sorteio do jogo do "Amigo Secreto". Este jogo tem como objectivo fazer com que todas as pessoas se conhecam melhor e fortaleçam os laços de amizade entre si. Havia num saco em papeis, todos os nomes dos jovens do grupo, em que cada um tirava um papel e via qual o amigo secreto lhe calhava.

Durante o acampamento cada jovem podia mandar cartas, (que colocava numa caixa do correio existente) ou deixar pequenas surpresas feitas para enviar por alguém ao seus ou sua amigo/a secreto/a.

A pessoa que recebesse ia tentando descobrir quem era o seu amigo/a.

A descoberta do amigo secreto era feita no domingo.

 

Dia 1- Sexta-feira:

- Pela manhã havia uma "equipa" que ficou encarrege de limpar o espaço onde ficariam as tendas, (no lado direito da casa dos Maristas), onde eles montavam as tendas. Depois destas tarefas ficavam responsáveis por guardar a comida na casa dos Ir. Maristas e preparar algumas surpresas para os jovens do grupo que chegariam durante a tarde.

 

-  Ao final da tarde os jovens começavam a chegar ao local do Acampmaneto e eram recebidos pela "equipa" que se encontrava. De seguida guardavam os seus sacos nas tendas onde iriam dormir, seguia-se uma momento de brincadeiras entre todos.

 

- Uma "segunda equipa" preparou o jantar para todos, (normalmente todos comiam numa zona perto das tendas, nos rochedos).

 

- Após o jantar uma outra  equipa já tinha preparado umas actividades para se fazer, que penso que se iniciou com o jogo do garrafão. Este jogo havia um garrafão à frente da casa dos Maristas, onde um grupo tinha que encontrar todos os jovens que se escondiam. Sempre que apanhassem alguém tinham que tocar no garrafão e dizer o nome da pessoa, ficando essa pessoa "presa". Quem estivesse escondido podia ajudar quem estava preso dando um chuto no garrafão e dizendo o nome da pessoa, fazendo com que esta se soltasse e pudesse fugir de novo. Neste jogo ganhava a equipa que tinha prendido todos prendido todos os fugitivos, caso não conseguisse, os fugitivos estavam sempre em vantagem e a ganhar.

Era um jogo bastante divertido e que demorava algum tempo...

 

- Após este jogo uma "equipa" já tinha preparado a oração da noite, que era feito nas rochas perto das tendas. Na oração  reflectia-se sobre um tema, sendo que havia um momento em que todos podiam pensar para si ou partilhar algo.

 

- Terminada a oração todos seguiam para as suas tendas para dormir, quer dizer na galhofada a tagarelar ou jogar umas cartitas....:-D enquanto uma "equipa" vigiava junto à lareira o acampamento.

 

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Sábado - Dia 2

 

- Logo pela manhã alguém gostava de acordar os outros com música, (quer fosse de rádio, viola ou o que se lembrasse). Seguia-se a ida do jovens para a oração que era feita num local com pedras colocadas em redondo onde aí era feita a oração.

 

- Após a oração seguia-se o pequeno-almoço, (o pão trazido pelo padeiro ali, pedido pelas Irmãs Maria José e Efigénia).

 

- Seguiam-se as limpezxas nos diversos onde estavamos e algumas jogos. Sendo que ficaria já uma equipa responsável pela preparação do almoço, (grelhados e outros).

 

- Almoço por volta do 12.30, um momento de grande animação entre todos.

 

- Durante a tarde havia tempo para jogar á bola, (futebol e voleibol nos espaços envolventes à casa dos maristas). Lembro que o campo de futebol existente tinha tojos, paus pelo meio que tivemos que desviar.

 

- Por volta das 17 horas houve tempo para o banho ao ar livre...banho à mangueirada...:-D

 

- Seguia-se o lanche, com mais algumas brincadeiras ate chegar o jantar que outra equipa ia preparando.

 

- Após o jantar que se realizava por volta das 20horas, havia tempo para mais um jogo:

 - Jogo das Torres: Neste jogo existiam 3 torres, que eram 3 pessoas que estavam escondidas e com bilhetes que cada grupo de 3/4 pesssoa, (por grupo, entre todos os jovens) tinha que encontrar. O grupo que encontrasse a 3ª torre ganhava o jogo, (lembro que a terceira torre era a mais dificil de encontrar. As pistas para cada grupo encontrar as torres era feito por sinais luminosos de lanternas projectados pela pessoa que se encontrava na Torre.

Recordo que a 3ª Torre deste jogo era o José Pimentel e que o grupo que o encontrou não lhe foi fácil, tal era o sítio que ele se encontrava.

 

- Após se terminar o jogo e de um breve descanso de todos, seguia-se a oração da noite junto da lareira, perto das tendas.

 

- Com o fim da oração e de as Imãs irem descansar todos os jovens juntavam-se todos perto da lareira, com cobertores para ver um filme no computador...era um momento espectacular e em que as Irmãs, (principlamente se preocupavam connosco pensando que passavamos frio e que deveriamos ir descansar), mas o que o grupo queria era ver o filme.

 

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Domingo - Dia 3

 

- Neste dia o acordar era um pouco semelhante ao anterior, mas com a particularidade de não fazermos ali a oração da manhã, mas tomarmos o pequeno-almoço e seguiriamos a pé para a Igreja de Soutelo, onde assistiriamos à Eucaristia. Era um momento especial pois todo o grupo de jovens era bem recebido pela população da aldeia, sendo mesmo referidos pelo Pároco que presidia à Eucaristia.

 

- Após a Eucaristia vinhamos de novo para o Acampamento na quinta dos Maristas, onde nos preparavamos para o almoço, (que uma equipa iria fazer).

 

- Após o almoço era feita a descoberta do "amigo secreto":

cada um tinha feito um presente final para dar ao seu amigo/a feito com materiais que encontrasse no campo, (madeira, flores, pedras e outras coisas da sua imaginação). Nesse momento descobriasse quem era quem o amigo/a secreto/a de alguém. Era um momento divertido, mas acima de tudo, momento para reforçar a amizade entre todos.

 

- De seguida cada um começava com as limpezas e arrumações: cada um arruma as suas coisas, (saco, tenda e outras) e depois ajuda nas limpezas de todo o espaço envolvente para o deixarmos melhor do que o encontramos. Eram limpas as cazas de banho, espaço de entrada da casa, espaços onde estavam as tendas, todo o lixo era levado para os contentores do lixo.

 

Após as limpezas terminava o Acampamento com muita saudade para todos por ver aqueles bons momentos passados juntos num fim de semana terminados. Era um momento em que todos desejavam que o ano passasse rápido, para poder participar no acampamento seguinte.

 

 

Apresentamos-te um pequeno vídeo com os melhores momentos do Acampamento:

 

 

 

 

Não nos podiamos esquecer de agradecer a todos os jovens que participaram no Acampamento e que o tornaram muito especial:

 

- Irmãs Maria José e Efigénia, que muito fizeram para que o acampamento se tornasse real, possível e tão especial para todos os jovens;

- Irmãos Maristas, por nos disponibilizarem, todo o seu espaço, toda ajuda no que nós precisassemos e toda amizade que têm por nós. Não posso esquecer que o Irmão Tomé ainda almoçou e jantou connosco durante o Acampamento.

- Aos jovens:

. Augusto;  

. Artur;

. Susana;

. Sónia;

. Ricardo Fernandes;

. Ricardo;

. Sandra Alves;

. Sandra Gonçalves;

. Carla;

. Margarida;

. Regina;

. Andreia;

. Armando;

. Filipe;

. Rodrigo;

. Nádia;

. Diana;

. Vítor;

. Paulo;

. José Pimentel;

. "Bexigas";

. Mara;

. Paula Nascimento;

. Licinia;

. Paulo;

. [Esperamos não o estar a fazer, mas pedimos desculpa se esquecemos de algum nome...mas lembramos que ninguém está esquecido no Grupo de Jovens Emanuel] 

 

A todos os jovens um muito, muito Obrigado em nome do GRUPO DE JOVENS EMANUEL por todos os momentos bons que criaram e deixarm neste 1º Acampamento em Soutelo, na Quinta dos Maristas.

 

 P.S.: Partilha connosco a tua opinião acerca do vídeo.



Publicado por gjemanuel-chaves às 17:22
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Reflexão com Mercedes Sosa, Beth Carvalho e Gandhi

Hoje partilhamos contigo um vídeo para reflexão, um vídeo sobre a vida...reflexão de Mercedes Sosa, Beth Carvalho e Gandhi.

Espero que gostes...

 

 

Partilha a tua opinião acerca deste vídeo que te apresentamos...



Publicado por gjemanuel-chaves às 13:03
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Domingo, 3 de Janeiro de 2010
Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz - 2010

Deixamos-te hoje a Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz, de 2010.

 

 

 

SE QUISERES CULTIVAR A PAZ, PRESERVA A CRIAÇÃO

 

 

1. Por ocasião do início do Ano Novo, desejo expressar os mais ardentes votos de paz a todas as comunidades cristãs, aos responsáveis das nações, aos homens e mulheres de boa vontade do mundo inteiro. Para este XLIII Dia Mundial da Paz, escolhi o tema: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. O respeito pela criação reveste-se de grande importância, designadamente porque «a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus»[1] e a sua salvaguarda torna-se hoje essencial para a convivência pacífica da humanidade. Com efeito, se são numerosos os perigos que ameaçam a paz e o autêntico desenvolvimento humano integral, devido à desumanidade do homem para com o seu semelhante – guerras, conflitos internacionais e regionais, actos terroristas e violações dos direitos humanos –, não são menos preocupantes os perigos que derivam do desleixo, se não mesmo do abuso, em relação à terra e aos bens naturais que Deus nos concedeu. Por isso, é indispensável que a humanidade renove e reforce «aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho».[2]

2. Na encíclica Caritas in veritate, pus em realce que o desenvolvimento humano integral está intimamente ligado com os deveres que nascem da relação do homem com o ambiente natural, considerado como uma dádiva de Deus para todos, cuja utilização comporta uma responsabilidade comum para com a humanidade inteira, especialmente os pobres e as gerações futuras. Assinalei também que corre o risco de atenuar-se, nas consciências, a noção da responsabilidade, quando a natureza e sobretudo o ser humano são considerados simplesmente como fruto do acaso ou do determinismo evolutivo.[3] Pelo contrário, conceber a criação como dádiva de Deus à humanidade ajuda-nos a compreender a vocação e o valor do homem; na realidade, cheios de admiração, podemos proclamar com o salmista: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que lá colocastes, que é o homem para que Vos lembreis dele, o filho do homem para dele Vos ocupardes?» (Sl 8, 4-5). Contemplar a beleza da criação é um estímulo para reconhecer o amor do Criador; aquele Amor que «move o sol e as outras estrelas».[4]

3. Há vinte anos, ao dedicar a Mensagem do Dia Mundial da Paz ao tema Paz com Deus criador, paz com toda a criação, o Papa João Paulo II chamava a atenção para a relação que nós, enquanto criaturas de Deus, temos com o universo que nos circunda. «Observa-se nos nossos dias – escrevia ele – uma consciência crescente de que a paz mundial está ameaçada (…) também pela falta do respeito devido à natureza». E acrescentava que esta consciência ecológica «não deve ser reprimida mas antes favorecida, de maneira que se desenvolva e vá amadurecendo até encontrar expressão adequada em programas e iniciativas concretas».[5] Já outros meus predecessores se referiram à relação existente entre o homem e o ambiente; por exemplo, em 1971, por ocasião do octogésimo aniversário da encíclica Rerum novarum de Leão XIII, Paulo VI houve por bem sublinhar que, «por motivo de uma exploração inconsiderada da natureza, [o homem] começa a correr o risco de a destruir e de vir a ser, também ele, vítima dessa degradação». E acrescentou que, deste modo, «não só o ambiente material se torna uma ameaça permanente – poluições e lixo, novas doenças, poder destruidor absoluto – mas é o próprio contexto humano que o homem não consegue dominar, criando assim para o dia de amanhã um ambiente global que se lhe poderá tornar insuportável. Problema social de grande envergadura, este, que diz respeito à inteira família humana».[6]

4. Embora evitando de intervir sobre soluções técnicas específicas, a Igreja, «perita em humanidade», tem a peito chamar vigorosamente a atenção para a relação entre o Criador, o ser humano e a criação. Em 1990, João Paulo II falava de «crise ecológica» e, realçando o carácter prevalecentemente ético de que a mesma se revestia, indicava «a urgente necessidade moral de uma nova solidariedade».[7] Hoje, com o proliferar de manifestações duma crise que seria irresponsável não tomar em séria consideração, tal apelo aparece ainda mais premente. Pode-se porventura ficar indiferente perante as problemáticas que derivam de fenómenos como as alterações climáticas, a desertificação, o deterioramento e a perda de produtividade de vastas áreas agrícolas, a poluição dos rios e dos lençóis de água, a perda da biodiversidade, o aumento de calamidades naturais, o desflorestamento das áreas equatoriais e tropicais? Como descurar o fenómeno crescente dos chamados «prófugos ambientais», ou seja, pessoas que, por causa da degradação do ambiente onde vivem, se vêem obrigadas a abandoná-lo – deixando lá muitas vezes também os seus bens – tendo de enfrentar os perigos e as incógnitas de uma deslocação forçada? Com não reagir perante os conflitos, já em acto ou potenciais, relacionados com o acesso aos recursos naturais? Trata-se de um conjunto de questões que têm um impacto profundo no exercício dos direitos humanos, como, por exemplo, o direito à vida, à alimentação, à saúde, ao desenvolvimento.

5. Entretanto tenha-se na devida conta que não se pode avaliar a crise ecológica prescindindo das questões relacionadas com ela, nomeadamente o próprio conceito de desenvolvimento e a visão do homem e das suas relações com os seus semelhantes e com a criação. Por isso, é decisão sensata realizar uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e também reflectir sobre o sentido da economia e dos seus objectivos, para corrigir as suas disfunções e deturpações. Exige-o o estado de saúde ecológica da terra; reclama-o também e sobretudo a crise cultural e moral do homem, cujos sintomas há muito tempo que se manifestam por toda a parte.[8] A humanidade tem necessidade de uma profunda renovação cultural; precisa de redescobrir aqueles valores que constituem o alicerce firme sobre o qual se pode construir um futuro melhor para todos. As situações de crise que está atravessando, de carácter económico, alimentar, ambiental ou social, no fundo são também crises morais e estão todas interligadas. Elas obrigam a projectar de novo a estrada comum dos homens. Impõem, de maneira particular, um modo de viver marcado pela sobriedade e solidariedade, com novas regras e formas de compromisso, apostando com confiança e coragem nas experiências positivas realizadas e rejeitando decididamente as negativas. É o único modo de fazer com que a crise actual se torne uma ocasião para discernimento e nova projectação.

6. Porventura não é verdade que, na origem daquela que em sentido cósmico chamamos «natureza», há «um desígnio de amor e de verdade»? O mundo «não é fruto duma qualquer necessidade, dum destino cego ou do acaso, (…) procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participantes do seu Ser, da sua sabedoria e da sua bondade».[9] Nas suas páginas iniciais, o livro do Génesis introduz-nos no projecto sapiente do cosmos, fruto do pensamento de Deus, que, no vértice, colocou o homem e a mulher, criados à imagem e semelhança do Criador, para «encher e dominar a terra» como «administradores» em nome do próprio Deus (cf. Gn 1, 28). A harmonia descrita na Sagrada Escritura entre o Criador, a humanidade e a criação foi quebrada pelo pecado de Adão e Eva, do homem e da mulher, que pretenderam ocupar o lugar de Deus, recusando reconhecer-se como suas criaturas. Em consequência, ficou deturpada também a tarefa de «dominar» a terra, de a «cultivar e guardar» e gerou-se um conflito entre eles e o resto da criação (cf. Gn 3, 17-19). O ser humano deixou-se dominar pelo egoísmo, perdendo o sentido do mandato de Deus, e, no relacionamento com a criação, comportou-se como explorador pretendendo exercer um domínio absoluto sobre ela. Mas o verdadeiro significado do mandamento primordial de Deus, bem evidenciado no livro do Génesis, não consistia numa simples concessão de autoridade, mas antes num apelo à responsabilidade. Aliás, a sabedoria dos antigos reconhecia que a natureza está à nossa disposição, mas não como «um monte de lixo espalhado ao acaso»,[10] enquanto a Revelação bíblica nos fez compreender que a natureza é dom do Criador, o Qual lhe traçou os ordenamentos intrínsecos a fim de que o homem pudesse deduzir deles as devidas orientações para a «cultivar e guardar» (cf. Gn 2, 15).[11] Tudo o que existe pertence a Deus, que o confiou aos homens, mas não à sua arbitrária disposição. E quando o homem, em vez de desempenhar a sua função de colaborador de Deus, se coloca no lugar de Deus, acaba por provocar a rebelião da natureza, «mais tiranizada que governada por ele».[12] O homem tem, portanto, o dever de exercer um governo responsável da criação, preservando-a e cultivando-a.[13]

7. Infelizmente temos de constatar que um grande número de pessoas, em vários países e regiões da terra, experimenta dificuldades cada vez maiores, porque muitos se descuidam ou se recusam a exercer sobre o ambiente um governo responsável. O Concílio Ecuménico Vaticano II lembrou que «Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos».[14] Por isso, a herança da criação pertence à humanidade inteira. Entretanto o ritmo actual de exploração põe seriamente em perigo a disponibilidade de alguns recursos naturais não só para a geração actual, mas sobretudo para as gerações futuras.[15] Ora não é difícil constatar como a degradação ambiental é muitas vezes o resultado da falta de projectos políticos clarividentes ou da persecução de míopes interesses económicos, que se transformam, infelizmente, numa séria ameaça para a criação. Para contrastar tal fenómeno, na certeza de que «cada decisão económica tem consequências de carácter moral»,[16] é necessário também que a actividade económica seja mais respeitadora do ambiente. Quando se lança mão dos recursos naturais, é preciso preocupar-se com a sua preservação prevendo também os seus custos em termos ambientais e sociais, que se devem contabilizar como uma parcela essencial da actividade económica. Compete à comunidade internacional e aos governos nacionais dar os justos sinais para contrastar de modo eficaz, no uso do ambiente, as modalidades que resultem danosas para o mesmo. Para proteger o ambiente e tutelar os recursos e o clima é preciso, por um lado, agir no respeito de normas bem definidas mesmo do ponto de vista jurídico e económico e, por outro, ter em conta a solidariedade devida a quantos habitam nas regiões mais pobres da terra e às gerações futuras.

8. Na realidade, é urgente a obtenção de uma leal solidariedade entre as gerações. Os custos resultantes do uso dos recursos ambientais comuns não podem ficar a cargo das gerações futuras. «Herdeiros das gerações passadas e beneficiários do trabalho dos nossos contemporâneos, temos obrigações para com todos, e não podemos desinteressar-nos dos que virão depois de nós aumentar o círculo da família humana. A solidariedade universal é para nós não só um facto e um benefício, mas também um dever. Trata-se de uma responsabilidade que as gerações presentes têm em relação às futuras, uma responsabilidade que pertence também a cada um dos Estados e à comunidade internacional».[17] O uso dos recursos naturais deverá verificar-se em condições tais que as vantagens imediatas não comportem consequências negativas para os seres vivos, humanos e não humanos, presentes e vindouros; que a tutela da propriedade privada não dificulte o destino universal dos bens;[18] que a intervenção do homem não comprometa a fecundidade da terra para benefício do dia de hoje e do amanhã. Para além de uma leal solidariedade entre as gerações, há que reafirmar a urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade entre os indivíduos da mesma geração, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados: «A comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro».[19] A crise ecológica manifesta a urgência de uma solidariedade que se projecte no espaço e no tempo. Com efeito, é importante reconhecer, entre as causas da crise ecológica actual, a responsabilidade histórica dos países industrializados. Contudo os países menos desenvolvidos e, de modo particular, os países emergentes não estão exonerados da sua própria responsabilidade para com a criação, porque o dever de adoptar gradualmente medidas e políticas ambientais eficazes pertence a todos. Isto poder-se-ia realizar mais facilmente se houvesse cálculos menos interesseiros na assistência, na transferência dos conhecimentos e tecnologias menos poluidoras.

9. Um dos nós principais a enfrentar pela comunidade internacional é, sem dúvida, o dos recursos energéticos, delineando estratégias compartilhadas e sustentáveis para satisfazer as necessidades de energia da geração actual e das gerações futuras. Para isso, é preciso que as sociedades tecnologicamente avançadas estejam dispostas a favorecer comportamentos caracterizados pela sobriedade, diminuindo as próprias necessidades de energia e melhorando as condições da sua utilização. Ao mesmo tempo é preciso promover a pesquisa e a aplicação de energias de menor impacto ambiental e a «redistribuição mundial dos recursos energéticos, de modo que os próprios países desprovidos possam ter acesso aos mesmos».[20] Deste modo, a crise ecológica oferece uma oportunidade histórica para elaborar uma resposta colectiva tendente a converter o modelo de desenvolvimento global segundo uma direcção mais respeitadora da criação e de um desenvolvimento humano integral, inspirado nos valores próprios da caridade na verdade. Faço votos, portanto, de que se adopte um modelo de desenvolvimento fundado na centralidade do ser humano, na promoção e partilha do bem comum, na responsabilidade, na consciência da necessidade de mudar os estilos de vida e na prudência, virtude que indica as acções que se devem realizar hoje na previsão do que poderá suceder amanhã.[21]

10. A fim de guiar a humanidade para uma gestão globalmente sustentável do ambiente e dos recursos da terra, o homem é chamado a concentrar a sua inteligência no campo da pesquisa científica e tecnológica e na aplicação das descobertas que daí derivam. A «nova solidariedade», que João Paulo II propôs na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1990,[22] e a «solidariedade global», a que eu mesmo fiz apelo na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2009,[23] apresentam-se como atitudes essenciais para orientar o compromisso de tutela da criação através de um sistema de gestão dos recursos da terra melhor coordenado a nível internacional, sobretudo no momento em que se vê aparecer, de forma cada vez mais evidente, a forte relação que existe entre a luta contra a degradação ambiental e a promoção do desenvolvimento humano integral. Trata-se de uma dinâmica imprescindível, já que «o desenvolvimento integral do homem não pode realizar-se sem o desenvolvimento solidário da humanidade».[24] Muitas são hoje as oportunidades científicas e os potenciais percursos inovadores, mediante os quais é possível fornecer soluções satisfatórias e respeitadoras da relação entre o homem e o ambiente. Por exemplo, é preciso encorajar as pesquisas que visam identificar as modalidades mais eficazes para explorar a grande potencialidade da energia solar. A mesma atenção se deve prestar à questão, hoje mundial, da água e ao sistema hidrogeológico global, cujo ciclo se reveste de primária importância para a vida na terra, mas está fortemente ameaçado na sua estabilidade pelas alterações climáticas. De igual modo deve-se procurar apropriadas estratégias de desenvolvimento rural centradas nos pequenos cultivadores e nas suas famílias, sendo necessário também elaborar políticas idóneas para a gestão das florestas, o tratamento do lixo, a valorização das sinergias existentes no contraste às alterações climáticas e na luta contra a pobreza. São precisas políticas nacionais ambiciosas, completadas pelo necessário empenho internacional que há-de trazer importantes benefícios sobretudo a médio e a longo prazo. Enfim, é necessário sair da lógica de mero consumo para promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos. A questão ecológica não deve ser enfrentada apenas por causa das pavorosas perspectivas que a degradação ambiental esboça no horizonte; o motivo principal há-de ser a busca duma autêntica solidariedade de dimensão mundial, inspirada pelos valores da caridade, da justiça e do bem comum. Por outro lado, como já tive ocasião de recordar, a técnica «nunca é simplesmente técnica; mas manifesta o homem e as suas aspirações ao desenvolvimento, exprime a tensão do ânimo humano para uma gradual superação de certos condicionamentos materiais. Assim, a técnica insere-se no mandato de “cultivar e guardar a terra” (cf. Gn 2, 15) que Deus confiou ao homem, e há-de ser orientada para reforçar aquela aliança entre ser humano e ambiente em que se deve reflectir o amor criador de Deus».[25]

11. É cada vez mais claro que o tema da degradação ambiental põe em questão os comportamentos de cada um de nós, os estilos de vida e os modelos de consumo e de produção hoje dominantes, muitas vezes insustentáveis do ponto de vista social, ambiental e até económico. Torna-se indispensável uma real mudança de mentalidade que induza a todos a adoptarem novos estilos de vida, «nos quais a busca do verdadeiro, do belo e do bom e a comunhão com os outros homens, em ordem ao crescimento comum, sejam os elementos que determinam as opções do consumo, da poupança e do investimento».[26] Deve-se educar cada vez mais para se construir a paz a partir de opções clarividentes a nível pessoal, familiar, comunitário e político. Todos somos responsáveis pela protecção e cuidado da criação. Tal responsabilidade não conhece fronteiras. Segundo o princípio de subsidiariedade, é importante que cada um, no nível que lhe corresponde, se comprometa a trabalhar para que deixem de prevalecer os interesses particulares. Um papel de sensibilização e formação compete de modo particular aos vários sujeitos da sociedade civil e às organizações não-governamentais, empenhados com determinação e generosidade na difusão de uma responsabilidade ecológica, que deveria aparecer cada vez mais ancorada ao respeito pela «ecologia humana». Além disso, é preciso lembrar a responsabilidade dos meios de comunicação social neste âmbito, propondo modelos positivos que sirvam de inspiração. É que ocu-par-se do ambiente requer uma visão larga e global do mundo; um esforço comum e responsável a fim de passar de uma lógica centrada sobre o interesse egoísta da nação para uma visão que sempre abrace as necessidades de todos os povos. Não podemos permanecer indiferentes àquilo que sucede ao nosso redor, porque a deterioração de uma parte qualquer do mundo recairia sobre todos. As relações entre pessoas, grupos sociais e Estados, bem como as relações entre homem e ambiente são chamadas a assumir o estilo do respeito e da «caridade na verdade». Neste contexto alargado, é altamente desejável que encontrem eficaz correspondência os esforços da comunidade internacional que visam obter um progressivo desarmamento e um mundo sem armas nucleares, cuja mera presença ameaça a vida da terra e o processo de desenvolvimento integral da humanidade actual e futura.

12. A Igreja tem a sua parte de responsabilidade pela criação e sente que a deve exercer também em âmbito público, para defender a terra, a água e o ar, dádivas feitas por Deus Criador a todos, e antes de tudo para proteger o homem contra o perigo da destruição de si mesmo. Com efeito, a degradação da natureza está intimamente ligada à cultura que molda a convivência humana, pelo que, «quando a “ecologia humana”é respeitada dentro da sociedade, beneficia também a ecologia ambiental».[27] Não se pode pedir aos jovens que respeitem o ambiente, se não são ajudados, em família e na sociedade, a respeitar-se a si mesmos: o livro da natureza é único, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a da ética pessoal, familiar e social.[28] Os deveres para com o ambiente derivam dos deveres para com a pessoa considerada em si mesma e no seu relacionamento com os outros. Por isso, de bom grado encorajo a educação para uma responsabilidade ecológica, que, como indiquei na encíclica Caritas in veritate, salvaguarde uma autêntica «ecologia humana» e consequentemente afirme, com renovada convicção, a inviolabilidade da vida humana em todas as suas fases e condições, a dignidade da pessoa e a missão insubstituível da família, onde se educa para o amor ao próximo e o respeito da natureza.[29] É preciso preservar o património humano da sociedade. Este património de valores tem a sua origem e está inscrito na lei moral natural, que é fundamento do respeito da pessoa humana e da criação.

13. Por fim não se deve esquecer o facto, altamente significativo, de que muitos encontram tranquilidade e paz, sentem-se renovados e revigorados quando entram em contacto directo com a beleza e a harmonia da natureza. Existe aqui uma espécie de reciprocidade: quando cuidamos da criação, constatamos que Deus, através da criação, cuida de nós. Por outro lado, uma visão correcta da relação do homem com o ambiente impede de absolutizar a natureza ou de a considerar mais importante do que a pessoa. Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos. Deste modo, chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitarista da «dignidade» de todos os seres vivos. Assim se dá entrada a um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem. Ao contrário, a Igreja convida a colocar a questão de modo equilibrado, no respeito da «gramática» que o Criador inscreveu na sua obra, confiando ao homem o papel de guardião e administrador responsável da criação, papel de que certamente não deve abusar mas também não pode abdicar. Com efeito, a posição contrária, que considera a técnica e o poder humano como absolutos, acaba por ser um grave atentado não só à natureza, mas também à própria dignidade humana.[30]

14. Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. A busca da paz por parte de todos os homens de boa vontade será, sem dúvida alguma, facilitada pelo reconhecimento comum da relação indivisível que existe entre Deus, os seres humanos e a criação inteira. Os cristãos, iluminados pela Revelação divina e seguindo a Tradição da Igreja, prestam a sua própria contribuição. Consideram o cosmos e as suas maravilhas à luz da obra criadora do Pai e redentora de Cristo, que, pela sua morte e ressurreição, reconciliou com Deus «todas as criaturas, na terra e nos céus» (Cl 1, 20). Cristo crucificado e ressuscitado concedeu à humanidade o dom do seu Espírito santificador, que guia o caminho da história à espera daquele dia em que, com o regresso glorioso do Senhor, serão inaugurados «novos céus e uma nova terra» (2 Pd 3, 13), onde habitarão a justiça e a paz para sempre. Assim, proteger o ambiente natural para construir um mundo de paz é dever de toda a pessoa. Trata-se de um desafio urgente que se há-de enfrentar com renovado e concorde empenho; é uma oportunidade providencial para entregar às novas gerações a perspectiva de um futuro melhor para todos. Disto mesmo estejam cientes os responsáveis das nações e quantos, nos diversos níveis, têm a peito a sorte da humanidade: a salvaguarda da criação e a realização da paz são realidades intimamente ligadas entre si. Por isso, convido todos os crentes a elevarem a Deus, Criador omnipotente e Pai misericordioso, a sua oração fervorosa, para que no coração de cada homem e de cada mulher ressoe, seja acolhido e vivido o premente apelo: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação.

Vaticano, 8 de Dezembro de 2009.



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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
Destaques na Paróquia de Santa Maria Maior - Chaves

Destacamos agora algumas novidades que aconteceram na nossa Paróquia de Santa Maria Maior em Chaves.

No final de Novembro, por parte da Câmara Municipal de Chaves foram colocadas na Igreja Matriz, Igreja da Misericordia, Capela da Santa Cabela (Laro de Camões); Capela de Santa Catarina, (rua 1º de Dezembro) e Capela do Largo do Anjo placas informativas onde descrevem a história e principais caracteristicas de cada edificio.

Aqui ficam as imagens...

 

 

Em Dezembro houve outra novidade, mais em concreto na Igreja Matriz. Nesta foram colocadas duas placas informativas, (da responsabilidade no nosso Pároco - Padre Hélder Sá).

Essas placas tem a informação do horário das Eucarístias no período de Verão e de Inverno.

 

Aqui fica uma foto da placa que está localizada, no lado direito da porta lateral...

 

 

Duas iniciativas de grande valor, que são imrpotantes para quem quer conhecer melhor cada Igreja ou Capela da Paróquia de Santa Maria Maior e também os horários das Eucarístias da Igreja Matriz.

 

Em breve traremos as imagens respectivas à Igreja da Misericordia e Capelas referidas em cima da Paróquia de Santa Maria Maior.



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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009
Jornal Semeando - Dezembro de 2009

Apresentamos agora os principais destaques do Jornal Semeando, edição de Dezembro de 2009, pertencente ao Movimento da Juventude Eucaristica Franciscana. 

 

Que Natal?

 

Que Natal preparamos e queremos celebrar?

O que esperamos? Quem esperamos?

Ou será que nada nem niguém nos faz falta e já não precisamos esperar?

Porquê desejar a água quando não temos sede?

Porquê desejar o pão, quando não temos fome dele?

Porquê desejar que Jesus nasça de novo em nossos corações, quando talvez, não sintamos falta dele?...Ou sentimos?

Reparo que começa a ser Natal ainda antes de iniciar o Advento, (tempo litúrgico de preparação para o Natal). As luzes, a publicidade, as novas personagens do Natal, tudo começa o mais cedo possível para que nos possa cativar. Corremos o risco de chegar ao Natal, cansados já do Natal.

Há muitas confusões sobre o Natal, e talvez, por isso, não consigamos fazer um verdadeiro Natal em nós.

Confundimos o Natal com acções de solidariedade. São bonitas e louváveis as campanhas, mas não é isso o Natal.

Confundimos o Natal com uma personagem criada para nos cativar, (Pai Natal, Popota, Leopoldina, entre outros). Mas afinal, que têm todos eles a ver com o verdadeiro Natal?

Confundimos o Natal como uma reunião de família, um jantar e almoço com pratos mais ou menos tradicionais, mas isso continua a não ser Natal.

Natal é o ESTAR de Deus na nossa história. É PRESENTE de Deus para as nossas necessidades. É a CERTEZA de um Deus que não nos abandona. É a PALAVRA de Deus que responde a todas as nossas questões. É a EXPERIÊNCIA do Deus amor que dá sentido às nossas vidas.

Natal é acolher como Maria, o mistério de um Deus que se aproxima de nós, sem olhar a nossa miséria e o nosso pecado.

Natal é o encontro da nossa fome com o alimento que nos sacia.

Natal é o encontro do nosso vazio com Aquele que nos preenche.

Natal é o encontro das nossas guerras interiores com a Paz autêntica do amor.

Só quem tem fome de Deus pode experimentar o Natal, o verdadeiro Natal.

 

De NOVO

 

De novo a nossa terra, sequiosa,

Anseia pelas águas da alegria,

A esperança é força luminosa:

Quem sofre a longa noite atrai o dia.

 

De novoa nossa terra, prisioneira,

Abriu as portas para a liberdade,

A esperança é força verdadeira:

Quem sofre o mar domina a tempestade.

 

De novo a nossa terra, adormecida,

Desperta e para a festa se preparar.

Renasce do silêncio a flor da vida:

Quem morre como o trigo faz seara.

 

De novo está um povo peregrino

Buscando em pleno tempo a eternidade.

De novo a Igreja santa entoa um hino

A glória da Santíssima Trindade.

 

(Hino de Hora Intermédia do Advento)

 

As quatro velas

 

Quatro velas consumiam-se lentamente. O ambiente em redor estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que tratavam.

A primeira disse:

- Eu sou a PAZ! Apesar da minha luz, as pessoas não me conseguem manter, acho que me vou apagar. E deixando morrer lentamente a sua chama, apagou-se totalmente.

A segunda disse:

- Eu chamo-me FÉ! Infelizmente, dizem que não sirvo para nada. As pessoaas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar a arder.

Ao terminar de falar, tornou-se fraca que uma leve brisa fez com que se apagasse.

Baixinho e triste, a terceira vela manifestou-se.

- Eu sou o AMOR! Já não tenho forças para continuar acesa. As pessoas põem-se de lado e só conseguem olhar para si próprias, esquecendo-se até dos que estão à sua volta e que as amam.

E, sem esperar, deixou-se apagar.

Então, uma criança entrou na sala e viu 3 velas apagadas.

- Que se passa? Vocês deviam estar acesas. Eu tenho medo do escuro.

- Não temas! Juntos podemos acender as outras velas. Eu sou a ESPERANÇA!

Com os olhos brilhantes, a criança pegou na vekla da esperança e acendeu todas as outras velas.

 

Sou uma pessoa com esperança?

Em que se apoia a minha esperança?

 

Que a vela da esperança nunca se apague dentro de cada um de nós!

 

Ser Cristão!

 

No dia 21 de Novembro, cerca de 54 jovens reuniram-se no Colégio de N.ª Sª do Amparo, em Mirandela, para participar no encontro de animadores proposto pelo Secretariado. Este encontro foi alargado a todos os jovens dos grupos que estivessem dispostos a "acolher as exigências do ser cristão", tema bem tratado ao longo do dia.

A formação foi orientada pelo Sr. Pe. Feliciano, dehoniano, que convidou os jovens a olhar para as coisas mais simples da vida com o olhar de Deus. Foi referido que precisamos dar sentido à nossa vida. Hoje somos muito "formatados" e previsiveis, mas Deus anseia pela nossa liberdade. Será que nós sentimos necessidade de Deus? Acreditamos num Deus feito às nossas medidas, mas esse não é o Deus de Jesus.

Depois do tema proposto mais um trabalho de grupo, onde se tentaram encontrar os elementos essenciais para dar sentido à vida e se caracterizarem duas personagens de uma história apresentada: "O menino e a árvore".

O encontro terminou com a caracterização da eucaristia, onde se colocou diante do Senhor todos os projectos e desafios de forma a escolher-se com alegria as exigências do ser cristão.

 

Leis para ser Feliz II

 

1ª Lei - Contemplar o belo:

É nas coisas simples e anónimas que se encontram os maiores tesouros.

Jesus Cristo parava as multidões que o seguiam para fazer dos lírios um espectáculo aos seus olhos.

Quando não temos a capacidade de contemplar o belo, vivemos debiaxo da ditadura do mau humor e do negativo. Lamentar-se é um dos sintomas da velhice emocional. A beleza está nos olhos de quem contempla.

 

2ª Lei - Sono reparador

Os inimigos que não perdoamos dormirão na nossa cama e perturbarão o nosso sono...

É o sono que alimenta a tranquilidade e estimula a inteligência. As pessoas insones irritam-se até com a sua sombra.

Os nossos maiores erros ocorrem nos primeiros trinta segundos de uma crise de ansiedade.

A melhor resposta a dar quando se está tenso é o silêncio. O sono começa durante o dia; trablhe com alegria.

 

3ª Lei - Fazer coisas não agendadas

Todos têm uma criança alegre dentro de si, mas poucos a deixam viver.

Romper a rotina é alimentar a sua história com aventura, perder manias que se criam.

Quem vive das suas manias, habita num asilo emocional.

O diálogo é mágico. Cruza os nossos mundos, abala as nossas falsas seguranças.

 

(In Dez leis para ser Feliz, Augusto Cury)

 

Reflectir: Como desenvolver em mim  um olhar contemplativo?

Procuro vigiar os meus momentos de maior tensão?

Que vou fazer hoje de novo?

Vou começar já a sair da rotina...

 

Com os grupos...

 

O secretariado da JEF já fez duas visitas aos grupos:

Na tarde do dia 25 de Outubro deslocou-se a Vilar de Nantes onde o grupo SementesVivas acolheu com entusiasmo.

Participaram no encontro 15 jovens e a Irmã Helena, responsável pelo grupo.

 

A sala estava muito adornada com os cartazes que couberam a este grupo aquando da troca de envelopes na Assembleia JEF do ano passado, assim como a Palavra de Deus que estava em grande destaque.

Na tarde do dia 7 de Novembro, o Secretariado viajou até Freixo de Espada à Cinta, onde os grupos aguardavam de Freixo e Ligares. Participaram neste encontro 11 jovens e a Irmã Teresa Vinhais e Rosalina, responsáveis pelos dois grupos.

No dia 5 de Dezembro o Secretariado visitou os dois grupos de Macedo, que se reuniram no Centro D. Abílio para "subir ao monte em busca da felicidade".

Com o Secretariado estiveram cerca de 16 jovens dos grupos das Neves, assim como as irmãs Florbela e Marilia, responsáveis pelos grupos referidos.

Em todos os encontros foi trabalhado o tema da felicidade: "Subir ao monte em busca da felicidade". Após as várias actividades prpopostas, que sempre se intercalavam com cânticos e uma oração, seguiu-se a partilha de farnéis.

O secretariado despediu-se na certeza de que voltaria por altura da primavera, para uma segunda visita e desejando um bom trabalho ao longo do ano.

 

Sementes Vivas

 

Somos o grupo Sementes Vivas. Começamos por agradecer às irmãs do Secretariado JEF a sua presença no meio de nós em Vilar de Nantes.

O tema que nos propuseram foi: "Subir ao monte em busca da felicidade."

Todos nós, jovens aspiramos em atingir a felicidade, para isso queremos convidar todos os nossos amigos que pertencem a este movimento JEF, e não só, que não desanimem no meio das dificuldades.

A felicidade é linda e está no nosso coração.

Mas como a podemos alcançar?

Vivendo o nosso dia-a-dia em sintonia com Deus e ajudando aqueles que caminham ao nosso lado. Jesus é o nosso modelo, Ele veio habitar no meio  de nós para nos fazer felizes.

O grupo Sementes Vivas de Vilar de Nantes, deseja às Irmãs e jefistas Boas Festas de um Santo e Feliz Natal.

 

A Ti, Senhor!

 

1º Domingo

Vem, Senhor Jesus,

Com a força da tua ternura,

com a energia poderosa da tua presença.

Com o fogo da tua novidade.

E muda as nossas exigências mesquinhas.

E transforma-nos.

E acorda-nos para o que é realmente importante.

 

2º Domingo

 

Às vezes, Senhor, os teus apelos mal se ouvem.

Deve ser porque os teus profetas falam no deserto.

E as nossas cidades estão cheias de ruídos,

de televisões sempre ligadas,

de telemóveis sem a tocar...

Leva-me ao deserto, Senhor.

Traz silêncio ao meu coração.

Para te ouvir,

Para poder amadurecer o meu sim à tua palavra.

 

3º Domingo

 

Obrigado, Senhor, por João Baptista

E por tantos profetas que puseste na minha vida.

Gente fiel que vive o Evangelho e que,

com a sua coerência me mostra o teu amor.

Dá-me hoje a força de ser testemunha alegre

E coerente do teu Evangelho.

Para que a minha vida possa ser anúncio de esperança para aqueles que encontrar.

 

4º Domingo

 

Quero aprender a viver a fé

Com alegria de Maria de Nazaré,

Com a mesma fé de Maria

Quero enfrentar as dificuldades e as preocupações.

Quero, como Maria, servir o Senhor na alegria.

 

Natal do Senhor

 

Obrigado Senhor

Por teres vindo ao nosso encontro.

Por nos ensinares o que é o amor verdadeiro.

Que eu te dê espaço.

Que eu esteja disponível para acolher a tua presença.

Ou é Natal todos os dias em mim, ou nunca é Natal é Natal!

Vem, Senhor Jesus!

 

» A minha confiança em Jesus é tão grande que espero o que nem posso imaginar.

Ir. Maria de S. João Evangelista, (co-fundadora das Servas Franciscanas Reparadoras do Sacrário).

 

Terminamos as notícias deste mês de Dezembro do Semeando e da JEF, (movimento ao qual estamos ligados).

Esperamos no próximo ano trazer mais e melhores notícias da JEF.

 

Um bom dia para Ti.. 

 

 

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 11:15
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
Oração - Hoje é Natal!

Olá! Como foi combinado apresentamos a oração que foi feita ontém no grupo, (apresentada pela Inês), na Capela da Casa das Irmãs.

 

A oração tem como tema: Hoje é Natal!

 

Apresentamos de seguida o esquema da oração:

 

- Apresentação de diversas imagens de Natal...

 

 

Questão: - O que eu fiz para que hoje fosse Natal?

 

- Apresentação de diversas imagens de pessoas pobres no mundo...

 

 

Questão: - Preparei as prendas, a música, as bebidas?

 

apresentam-se mais imagens como a vista em cima...

 

Questão: - Não me esqueci de ninguém?

 

- E do nome do aniversariante, esqueci-me?

 

- O que eu fiz para que hoje fosse Natal?

 

- Eu quero que hoje seja Natal?

...

 

Não.

 

No Natal deste Ano,

o mesmo poema

de palavras e cores e ideias repetidas

No Natal deste Ano,

o mesmo presépio de Anjinhos pendurados

em nuvens e mentiras de plasticina

No Natal deste Ano,

a mesma árvore de estrelinhas de oiro

e sonhos de papel.

 

Por isso no Natal deste Ano,

vou rasgar o meu poema de frases feitas

Destruir o meu Presépio de miniaturas

E derrubar a minha árvore de vaidades

 

Talvez, fazendo calor a tantos deuses,

Deus encontre casa para nascer...

 

Que não se faça Natal enquanto...

(cada elemento do grupo é convidado a escrever numa folha o que acha, como o Natal não se deve fazer. No final, de todos construirem a frase ou seu pensamento sobre isto, vai-se inter-ligar tudo e construir uma oração).

 

Neste momento não iremos partilhar a oração que foi feita por todos, mas antes convidamos-te a TI a construires a oração iniciando-se com:  Que não se faça Natal enquanto...

 

Deixamos-te aqui também os nossos votos de Natal para todos os elementos do grupo e suas famílias, Irmã Efigénia, todos os jovens que passaram por este grupo e também para TI que nos visitas, a partir do nosso blog.

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 23:16
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
Concerto de Natal do Coral de Chaves

Olá! Depois de algum tempo sem trazermos aqui novas notícias do grupo, o grupo não parou, tendo continuado a reunir todos os domingos e a participar na Eucaristia das 11.30 de domingo, no coro Infanto-Juvenil.

Hoje começamos a trazer as notícias relaccionadas com esta época de advento, (de preparação para o Natal).

As orações que se fizeram no último e presente domingo serão apresentadas amanha, com toda a descrição sobre as mesmas.

Hoje apresentamos-te um CONVITE DE NATAL DO CORAL DE CHAVES, QUE SE VAI REALIZAR HOJE PELAS 21.30 NA IGREJA MATRIZ:

 

 

O concerto contará ainda com as interpretações de Ana dos Santos - mezzo-soprano; Cláudio Moreira - trompa; Marcelo Almeida - clarinete; Frederico David – saxofone e um pequeno grupo de crianças - flautas de bisel; Tiago Ferreira – órgão com direcção a cargo de Nuno Costa.

 

Não deixem de assistir a este belo concerto na Igreja Matriz.

Um concerto ao qual o Coral de Chaves tem habituado os flavienses e outras pessoas que assistem no seu concerto onde eles estão presentes, a um espectaculo de grande qualidade artistica, musical e que faz com que qualquer pessoa não se sinta indiferente.

 

 

P.S.:Amanha traremos os últimos destaques do grupo, entre os quais a última edição do Jornal Semeando - Dezembo.

 

Bom domingo...



Publicado por gjemanuel-chaves às 16:26
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Sábado, 5 de Dezembro de 2009
Para reflectir - quem é Deus?

Olá! Hoje partilhamos contigo um pequeno vídeo para reflectir sobre a Importância de Deus na nossa vida.

 

 

 

Bom fim de semana... Amanhã traremos aqui a oração sobre o segundo domingo do Advento.


Publicado por gjemanuel-chaves às 19:55
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Advento - Vídeo

Olá! Hoje partilhamos contigo um pequeno vídeo sobre o advento.

Lembramos que o advento é a preparação para o Natal - celebração do Nascimento de Jesus Cristo. Este tempo iniciou-se no domingo passado.

 

Espero que gostem...

 

Desejamos que te prepares bem para esta época de Advento. Boa Semana...


Publicado por gjemanuel-chaves às 11:23
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Vídeo - Ver, ouvir e relaxar

Hoje partilhamos contigo, um pequeno vídeo que transmite através da sua música, imagens e textos uma forma de relaxamento e de reflexão interior.

Convidamos-te a Ti a relfectires e a relaxares a partir deste vídeo...

 

 

 

 

Um Bom dia para TI...


Publicado por gjemanuel-chaves às 21:52
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Domingo, 15 de Novembro de 2009
Oração de Domingo - Correr até Jesus e ajoelhar em busca da felicidade

Destacamos agora a oração deste domingo,f eita e apresentada pelo Vítor - Correr até Jesus  e ajoelhar em busca da felicidade, (sendo o tema do livro da 1ª Catequese para o Ano Sacerdotal, enviado pela JEF).

 

Símbolo: sandálias

Quando se punha a caminho, alguém correu para Ele e ajoelhou-se...

Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

 

P.S.: Devido a alguns problemas a tranferir o texto do word, para o blog, não poderemos colocar o texto da oração. Logo que possível iremos resolver o problema...

 

Bom Domingo...



Publicado por gjemanuel-chaves às 18:26
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Jornal Semeando - Outubro de 2009

Olá! Esperamos que estejas a passar um excelente domingo, junto dos amigos ou familiares, (apesar de estar o tempo nublado e a convidar para estar em casa).

Depois de uns dias sem actualizarmos o blog, pois cada jovem do nsso grupo, tem estado mais preenchido com os seus estudos, (pois é um momento até á altura das férias de natal, mais preenchido), mas prometemos continuar a dar-vos todas as notícias do nosso grupo e da Paróquia.

Hoje começamos por vos mostrar um pouco do Jornal Semeando, edição de Outubro, que recebemos à pouco tempo da JEF:

 

Felicidade

 

«Eis-nos de novo a caminho, novas propostas, novos desafios, novas esperanças e projectos, mas a mesma meta, ser feliz!

É neste sentido que o secretariado JEF, acompanhando a proposta do Papa Bento XVI para a preparação das próximas jornadas Mundiais da Juventude em Madrid, te vem lançar o desafio de caminhar em busca da felicidade.

Para isso uma pergunta se impõe: Que fazer para alacançar a felicidade?

Esta pergunta sempre existiu naqueles que buscam algo mais para as suas vidas.

Um dia, alguém teve a coragem de a colocar a Jesus e Ele, ternamente propôs um caminho concreto para a felicidade.

É este caminho de descoberta da vida eterna que te propomos neste novo ano pastoral de 2009/10. Estás disposto a descobri-lo e experimentá-lo?

"Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?" (Mc 10, 17)

É o tema que lançamos, pretendendo conhecer melhor a Deus, descobrindo como fonte de felicidade. Neste sentido teremos ao longo do ano algumas actividades, como meios que te disponibilizamos para precorrer este caminho em busca da felicidade: Encontros de formação, o Jornal Semeando, dia de deserto, Jornadas bíblicas, visitas aos grupos, encontros de animadores e uma peregrinação a Fátima no final do ano, entre outros.

Não tenhas medo de trilhar um caminho diferente mas audaz!

Perguntemos também a Jesus: "Bom Mestre, que devo para alcançar a vida eterna?"

Mas não deixemos de ouvir a resposta que Ele tem para nos dar em cada dia e lançemo-nos na aventura de busca nele a verdadeira felicidade.

 

Conto: Na carpintaria 

 

Numa carpintaria, na calada da noite, foi realizada uma assembleia geral. Dela participavam todas as ferramentas. A tensão estava à flor da pele.

O martelo seria o presidente, mas os participantes aconselharam-no a renunciar. Motivo: ele fazia muito barulho e passava o tempo a bater nos outros.

O «parafuso», declarou o martelo, deveria ser expulso, pois é muito teimoso, dá muitas voltas para conseguir atingir os seus objectivos».

Este concordou, mas pediu a expulsão da lixa, por ser muito áspera com os demais e causar atritos.

A tensão continuava a subir e a lixa exigiu a expulsão do metro, pois este considerava-se o dono da verdade e julgava os outros segundo a sua medida, como se fosse perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro e a assembleia teve de de ser suspensa. Este colocou as ferramentas todas sobre o balcão e iniciou o seu trabalho. Sobreveio a noite e, no silêncio da carpintaria , recomeçou a assembleia.

O serrote, que se mantivera calado na sessão anterior, tomou a palavra: «Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteirotrabalha com as nossas qualidades. Assim, não pensemos nas nossas limitações, mas antes mas nossas qualidades.»

E a assembleia, após instantes de surpresa, entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era essencial para superar as asperezas, o metro era precioso e exacto. Sentiram que formavam uma grande equipa.

Cada um só sentia utilidade com a presença do outro. A paz voltou a reinar na carpintaria.

A história desta carpintaria repete-se na vida de cada família e comunidade.

Todos precisamos uns dos outros.

A riqueza está na diversidade.   

 

A caminho

 

Este símbolo vai acompanhar-nos durante este ano de caminhada.

caminhamos para o sol, a luz, a fonte da felicidade, Jesus Cristo.

Somos grupo JEF e, em espírito fraterno, queremos experimentar a alegria da descoberta de Jesus como amigo e companheiro de viagem.

Nas pegadas representamos a energia e a coragem juvenil, que nos tornam inquits na busca da felicidade.

O caminho simboliza a vida, a história de cada um, o livro que cada jovem escreverá da sua experiência de deus.

 

Para TI: Procura rezar este símbolo que te propomos, à luz da palavra de deus em Mc 10, 17-22.

Podes enviar a tua reflexão ou oração para o nosso blog.

 

História da Bíblia: O homem rico

 

"Quando se punha a caminho, alguém correu para Ele e ajoelhou-se, perguntando: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?« Jesus disse: «Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um só: Deus. Sabes os mandamentos: Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes, honra teu pai e mãe.» Ele respondeu: «Mestre, tenho cumprido tudo isso desde a minha juventude.» Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele e disse: «Falta-te apenas uma coisa: vai, vende tudo o que tens, dá dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me.» Mas, ao ouvir tais palavras, ficou de semblante anuviado e retirou-se pesaroso, pois tinha muitos bens. (Mt 10) 

 

Ano Sacerdotal

 

Na solenidade do Sacretíssimo Coração de Jesus, sexta-feira 19 de Junho de 2009 - dia dedicado tradicionalmente à oração pela santificação do clero - foi proclamado oficialmente, pelo Papa Bento XVI um «Ano Sacerdotal» por ocasião do 150º aniversário do «dies natalis» de João Maria Vianney, o Santo Patrono de todos os Párocos do mundo. Tal ano, que pretende contribuir para fomentar o empenho de renovação interior de todos os sacerdotes para um seu testemunho evangélico mais vigoroso e incisivoo, terminará na mesma solenidade de 2010. «O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus»: costumava dizer o Santo Cura d´Ars.

Esta tocante afirmação permite-nos, antes de mais nada, evocar com ternura e gratidão o dom imenso que são os sacerdotes ão só para a Igreja mas também para a própria humanidade. Pensemos em todos os presbíteros que propõem, humilde e quotidianamente, aos fiéis cristãos e ao mundo inteiro as palavras e os gestos de Cristo, procurando aderir a Ele com os pensamentos, a vontade, os sentimentos e o estilo de toda a existência. Como não sublinhar as suas fadigas apostólicas, o seu serviço incansável e escondido, a sua caridade tendencialmente universal? E que dizer da fidelidade corajosa de tantos sacerdotes que, não obstante dificuldades e incompreensões, continuam fiéis à sua vocação: a de «amigos de Cristo», por Ele de modo particular chamados, escolhidos e enviados?

À virgem Santíssima entrego este Ano Sacerdotal, pedindo-lhe para suscitar no ânimo de cada presbítero um generoso relançamento daqueles ideais de total doação a Cristo e à Igreja que inspiraram o pensamento e a acção do Santo Cura d´Ars.

(Bento XVI, com adaptações)

 

Missões

 

Bento XVI prestou homenagem no Domingo das Missões, 18 de Outubro, aos missionários que em todo o mundo "consagram a sua existência" ao anúncio do Evangelho, lembrando em especial os que foram vítimas de perseguição, raptos e assassinos.

Diante dos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a recitação do Angelus, no Dia das Missões, o Papa referiu-se directamente às figuras do Pe. Ruggero Ruveletto, recentemente assassinado no Brasil e ao Pe. Michael Sinnot, sequestrado há alguns dias nas Filipinas.

Para o Papa, este Dia das Missões constitui um apelo a "anunciar e estemunhar o Evangelho a todos, em especial aos que ainda não o conhecem."

 

Francisco e os Sacerdotes

 

Apesar do comportamento pouco correcto de muitos sacerdotes no tempo de São Francisco, uma das grandes novidades do movimento nascido com o Santo de Assis foi, precisamente, o enorme respeito pelos sacerdotes.

Foi a fé na Eucaristia que lhes inspirou uma gratidão profunda para com os sacerdotes, ministros do inefável sacramento. Quando certos movimentos questionavam a validade da Eucaristia celebrada por sacerdotes "indignos", Francisco mostrou um amor e uma rever~encia muito grande para com eles.

Era seu desejo que se tivesse grande respeito pelas mãos do sacerdote. Dizia frequentemente:

«Se me acontecesse [...] encontrar ao mesmo tempo um santo vindo do céu e um sacerdote pobrezinho, saudaria primeiro o sacerdote, correria a beijar-lhe as mãos e diria: "Um momento, por favor, São Lourenço, porque as mãos deste tocam o Verbo da Vida e possuem um poder sobre-humano."

 

Leis para ser feliz »»

 

Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.

É ser alegre, mesmo quando se chora.

É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos.

Ser feliz é sentir o sabor da água, a brisa no rosto, o cheiro da terra molhada.

É encontrar todos os dias motivo para sorrir.

É não desistir de quem se ama.

É ter amigos para partilhar as lágrimas e dividir as alegrias.

É agradecer a deus pelo espectáculo da vida.

Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direcção errada...O dinheiro pode dar-nos conforto e segurança, mas não compra uma vida feliz.

A fama pode tornar-se uma armadilha, pois evapora a simplicidade, esmaga a sensibilidade, invade a privacidade.

O nosso maior desafio não é lidar o mundo, mas o nosso próprio ser.

Vivemos num mundo complexo e delicado, agressivo e infeliz. Mas não tentemos fugir dele.

É nele que somos convidados a sermos felizes e a fazer felizes os outros.

A luz só é bela quando ilumina a escuridão.

 

(In Dez leis para ser feliz de Augusto Cury)

 

Para Ti: Que peso tem o dinheiro, a fama, o poder e a cultura na minha felicidade?

Que me impede de ser feliz?

Vejo a felicidade como um sonho a realizar ou como uma meta inatingível? Partilha a tua opinião connosco no nosso blog...

 

Para reflexão: "Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde."

(De Santa Teresa de Jesus)

 

Agentes Pastorais:

 

Na tarde do dia 26 de Setembro  reuniram-se os agentes pastorais do movimento JEF no Colégio de N.ª Sr.ª do Amparo em Mirandela.

Estiveram presentes as Irmãs: Eduarda, Laura, Augusta, Dulce Ramos, Conceição, M.ª da Luz, Ermelinda, Florbela e Marília, representando os grupos de Pereira, Vilar de Nantes, Loivos, Selhariz e os dois existentes em Macedo de Cavaleiros. Marcaram presença 2 jovens do grupo JEF do Centro D. Abílio, 1 de Macedo, 1 de Vilar de Nantes e 6 elementos do grupo de Pereira.

Sob a orientação do Pe. Manuel salesiano, o encontro pretendia estimular os agentes pastorais para o novo ano que inicia e dar algumas orientações sobre o mesmo.

Nesse sentido o Pe. Manuel abordou a temática da pastoral, fundamentando-se no conceito bíblico de pastor. A dedicação do pastor pelo seu rebanho, a sua preocupação em encontrar pastagens e água, a defesa do rebanho contra os perigos e o reconhecimento de Jesus como verdadeiro pastor, devem levar o agente pastoral a reflectir e a inspirar toda a sua acção missionária.

Os agentes da pastoral juvenil têm o objectivo de conduzir o rebanho para bons prados, o encontro com Deus.

De seguida apresentou 4 modelos de fazer pastoral que nos podem inspirar. Já no final da sua intervenção, o Pe. Manuel referiu o facto  de devermos ser corajosos nas propostas que fazemos. Não fazer propostas arrojadas é um defeito educativo. Como agente pastoral, devo colocar interrogações, ao rebanho que e foi confiado. Fazer propostas é abrir janelas para mais além.

Na segunda parte do encontro formativo a Ir. Dulce Ramos apresentou e distribuiu o plano pastoral da JEF para 2009/10 sob o tema: "Bom Mestre, que devo fazer~para alcançar a vida eterna?"

Para finalizar, a Ir. Conceição Borges apresentou e entregou as propostas de formação nos grupos, (catequeses) para serem trabalhadas ao longo do ano.

O encontro terminou com uma oração de envio missionário na capela da comunidade que nos acolheu.

 

Encontro da JEf no Seminário de Bragança:

 

No dia 17 de Outubro, cerca de 60 jovens deslocaram-se ao seminário de S. José em Bragança, para participarem no primeiro encontro de formação proposto pelo secretariado da JEF. Estiveram presentes jovens dos seguintes grupos:

- Centro D. Abílio;

- Macedo de Cavaleiros,

- Braga;

- Miranda do Corvo;

- Pereira;

- Chaves, (G. J. Emanuel);

- Loivos;

- Selhariz;

- Ligares;

- Bragança e

- Seminaristas.

 

Por estarmos no Ano Sacerdotal, o Secretariado popôs iniciar as actividades pastorais num espaço sacerdotal por excelência, o seminário, onde fomos muito bem acolhidos.

O dia iniciou com a oração da manha na praça do Bom Pastor do recém-reformulado Seminário. De seguida, o diácono António Magalhães apresentou de forma dinâmica o tema proposto para o dia: O rosto de deus Pai na Eucaristia. Na Eucaristia temos um pai atencioso, carinhoso e terno. Nós, no entanto, podemos ser "filhos desnaturados" ou "filhos agradecidos". Deus continua a amar-nos mesmo que pertençamos aos 2 grupos. Deus pede tudo o que temos, mesmo que sejam apenas "cinco pães e dois peixes". Ele pede tudo. A eucaristia é compromisso.

Temos qque descobrir como colocar o que temos e somos ao serviço da comunidade. deus quer-nos saciados e não famintos. No final do tema, tivemos a oportunidade de fazer uma experiência nova: uma dinâmica de meditação que muitos gostaram e marcou a experiência deste dia. Depois de uma partilha de experiências sobre a vivência de cada um da eucaristia nas suas comunidades tivemos a oportunidade de experimentar o momento mais alto do dia. Em ambiente celebrativo e fraterno, celebrámos a eucaristia na bela igreja do seminário.

Aí colocamos as nossas preocupações e compromissos de sermos mãos de Deus nas nossas comunidades eucaristicas. Presidida pelo Reitor do Seminário, Con. Silvério, que abordou também a temática vocacional, a eucaristia contou com a participação de todos e de lá surgiu uma questão para cada um: Qual é o meu caminho?

Seguiu-se a partilha de farnéis pela mata e espaço envolvente do Seminário.

Pela tarde, Mauro Alves, (ex-jefista) e José Luís Pombal, em vésperas de serem ordenados diáconos, falaram em jeito de partilha sobre a vocação e deram os seus testemunhos vocacionais. Abriu-se o debate, de onde surgiram várias questões, proporcionando, assim, uma tarde muito enriquecedora. Em ano sacerdotal e envolvidas pelo espaço formativo dps sacerdotes, o seminário, o encontro terminou com uma oração vocacional muito voltada para a oração pelos sacerdotes.

 

Para reflexão: "Onde a pobreza se une á alegria não há cobiça nem avareza." S. Francisco de Assis

 

Buscar-te a Ti, fonte de felicidade!

 

Senhor Jesus Cristo,

proclama mais uma vez

as tuas Bem-aventuranças

diante de nós, jovens,

reunidos aqui em Teu nome.

Olha com amor para nós

e escuta os nossos corações,

que estão dispostos a arriscar

o futuro por Ti.

Tu chamaste-nos para que fossemos

"sal da terra e luz do mundo".

Continua a ensinar-nos a verdade

e a beleza das perspectivas

por Ti anunciadas no Monte.

Faz de nós homens e mulheres

das Bem-Aventuranças!

Resplandeça sobre nós a luz

da Tua sabedoria,

de forma que,

com as palavras e com as obras

saibamos difundir

a luz e o sal do Evangelho.

Faz com que toda a nossa vida

seja um reflexo luminoso de Ti,

que és Luz verdadeira,

que veio ao mundo, para que,

todos os que crêem em Ti,

não pareçam, mas tenham

a vida eterna (cf. Jo 3, 16)!

Ajuda aqueles

que chamas

para o teu seguimento

neste nosso tempo:

faz com que, contemplando o Teu rosto,

eles respondam com alegria à maravilhosa missão,

que lhes confias.

 

Temos sede de Ti,

fonte de felicidade.

Ajuda-nos com o Teu Espírito

a descobrir o que fazer

para alcançar a felicidade que vem de Ti.

 

(Oração proposta pelo Secretariado JEF, para ser rezada em grupo e/ou individualmente durante 2009/10).

 

Baptismo »»

 

Entre os fariseus havia um homem chamado Nicodemos, um chefe dos Judeus. Veio ter com Jesus de noite e disse-lhe: «Rabi, nós sabemos que Tu vieste da parte de Deus, como Mestre, porque ninguém pode realizar os sinais portentosos que Tu fazes, se Deus não estiver com ele.» Em resposta, Jesus declarou-lhe: «Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer do Alto não pode ver o reino de Deus.» Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura poderá entrar no ventre de sua mãe outra vez, e nascer?» Jesus respondeu-lhe: «Em verdade, em verdad te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. Aquilo que nasce da carne é carne e aquilo que nasce do Espírito é Espírito. não te admires por Eu te ter dito: «Vós tedes de nascer do Alto. O vento sopra onde quer e tu ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito.» (Jo3)

 

O baptismo é sacramento comum a todos os cristãos. A Igreja administra-o segundo a missão que o Senhor lhe confiou: "De  todos os povos fazei discípulos, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." (Mt 28,19).

O Baptismo estabelece uma relação pessoal com Jesus. Significa também a inserção na comunidade dos fiéis, a Igreja. Realiza o perdão dos pecados e marca o início duma nova vida como irmão ou irmã de Jesus Cristo, filho ou filha de deus.

O baptismo é um começo, primícias de Deus que é repciso fazer, frutificar ao longo de toda a vida: "Sepultados com Cristo no Baptismo, estais também ressuscitados com Ele, porque acreditastes na força de deus que O ressuscitou dos mortos" (Cl 2,12). Quando os pais e padrinhos trazem uma criança junto à água do baptismo, querem transmitir-lhe não apenas a vida mas também a fé, e prometem conduzir e acompanhar essa criança no caminho da fé. Durante a Vigília Pascal, os fiéis - adultos e crianças renovam as promessas baptismais. 

A criança nasce e a Igreja acolhe para a acolocar em comunidade com Deus, com a vida da graça, do amor. Não estamos sós, somos habitação do Espírito de Jesus. Os pais e padrinhos comprometeram-se a educar a criança na fé cristã.

O fundamental do baptismo é a gregação à Igreja, comunidade cristã. O Baptismo é um novo nascimento. Entrar na Igreja, é muito mais que ficar a ser sócio de uma associação. O Espírito Santo faz de nós novas criaturas.

 

...quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus...

 

Como actualizo o meu Baptismo?

Como posso nascer de novo?

 

Reflexão final: "O amor é a arma poderosa que tudo sacrifica e tudo vence." 

Ir. Maria da Santíssima Trindade - co-fundadora das Servas Franciscanas Reparadoras

  

Depois de te apresentarmos os destaques da última edição do Jornal Semeando da JEF, segue-se a oração deste domingo do nosso grupo.

 

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 15:38
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Dia Mundial das Missões - Mensagem do Papa

Focamos agora algumas atenções para o tema das Missões, tendo consciência que no domingo, se celebrou o Dia Mundial das Missões.

 

A Igreja assinala no próximo Domingo, 18 de Outubro, o Dia Mundial das Missões. Na mensagem intitulada “As nações caminharão à sua luz”, Bento XVI pretende que os católicos reavivem a consciência do mandato missionário de Cristo.

O Papa recorda que a evangelização de todos os povos “constitui a missão essencial da Igreja", tarefa "que as vastas e profundas mudanças da sociedade actual tornam ainda mais urgentes".

Mais do que apresentar um modelo de vida, "está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo", indicou Bento XVI.

Celebrações assinalam Dia Mundial das Missões

 

A dimensão missionária da Igreja será evocada através de diversas iniciativas.

Amanhã, 16 de Outubro, a diocese de Leiria realiza em Ourém uma vigília missionária; a celebração, que começará às 21h30, terá lugar na Igreja Nossa Senhora das Misericórdias.

No Sábado, decorre em Abrantes, diocese de Portalegre-Castelo Branco, uma Jornada Missionária, com um programa que se inicia às 10h00. No mesmo dia, a capela do Seminário da Boa Nova (Vila Nova de Gaia) acolhe uma vigília preparada pelo Grupo Paroquial Missionário de Valadares.

Para Domingo está agendada a “Tarde das Missões”, organizada pela Família Dehoniana. O encontro, que se inicia às 14h00, ocorrerá no Seminário de Alfragide.

 

 

Parte II

Apresentamos de seguida um texto que está publicado no site da Eclesia sobre as Missões: «Ser jovem no Gungo»: um mês de missão.

 

«Ao abrigo da Comissão Europeia, Inês Pereira integra o Projecto «Ser jovem no Gungo» que o grupo missionário da diocese de Leiria – Fátima, Ondjoyetu, desenvolve em Angola.

 

Até breve com mais notícia...

Há um mês na comunidade no Gungo, Inês destaca os primeiros dias como “fundamentais” para um processo de “conhecimento, adaptação e integração a uma cultura completamente diferente”. As condições da comunidade requerem também uma adaptação. O Gungo é uma comunidade isolada, onde as vias de comunicação “ficam muitas vezes intransitáveis, não há rede telefónica, luz eléctrica, nem água potável”.

Esta jovem missionária, que repete a experiência de missão, regista muitas marcas de guerra, nos edifícios, nas pessoas e nos seus comportamentos. “Algumas pessoas ainda temem a guerra, outras, aos poucos, vão construindo as suas vidas e organizando o melhor que conseguem”.

Esta realidade tem consequências na forma como vivem os jovens e as crianças, assinala a Inês Pereira. Nem todas as crianças frequentam a escola primária, têm acesso à educação básica, os cuidados básicos de saúde são escassos e a taxa de gravidez na adolescência é muito elevada.

“Tudo isto contribui para uma grande dificuldade em «ser jovem» e em «sentir-se jovem». Rapidamente os adolescentes assumem papéis de adultos, assumindo a organização familiar e financeira”.

Apesar do quadro traçado pela jovem missionária, “é possível encontrar jovens muito motivados para aprender, para conhecer mais do mundo, para explorar novos conhecimentos”.

A integrar uma equipa missionária que o grupo Ondjoyetu mantém no Gungo, Inês Pereira dá conta que foi estabelecido a “realização de um encontro mensal com todos os jovens da missão”. O próximo vai centrar-se no tema «ser jovem» com o objectivo de os participantes “descobrirem o que é esperado de um jovem e quais os papéis que devem assumir”.»



Publicado por gjemanuel-chaves às 14:54
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Reunião do grupo - Oração dos Pastorinhos de Fátima

Para finalizar as notícias de hoje, destacamos a reunião do grupo de domingo. Na reunião, a oração foi feita pela Inês, tendo como tema: Os três Pastorinhos de Fátima. Nesta oração apresnetada em Powerpoint, a Inês destacou um pouco das Aparições de Nossa Senhora aos Pastorinhos, seguindo-se algumas perguntas de reflexão no grupo, tais como:

- Qual a importância das Aparições de Nossaa Senhora aos Pastorinhos?

- Será que a Mensagem de Fátima tem importância na actualidade?

- Como seria a nossa atitude se um de nós fosse um dos Pastorinhos - Jacinta e Francisco, (sabendo que eles não ouviram e não viram perfeitamente Nossa Senhora como Lúcia)?

 

Não vamos apresentar aqui a nossa reflexão a estas perguntas, mas abrimos aqui o debate a todos os que passam pelo blog. Gostariamos de saber a tua opinião sobre este tema e sobre as 3 perguntas que foram apresentadas pela Inês no grupo....

 

Para terminar, lembramos que depois da oração a reunião do grupo terminou mais cedo, pois como era Dia Mundial das Missões, o grupo esteve presnete no final da Eucaristia das 10h para a venda de um cd de Músicas do Grupo - Rosa dos Ventos, tendo comotema do cd: Nova Esperança. Este cd reverte para ajudar os Missionários em Moçambique, que trabalham dia-a-dia para melhorara a situação de pessoas com grandes dificuldades no país.

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 14:52
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Cânticos da JEF

Ficam aqaui alguns cânticos que aprendemos no encontro de sábado em Bragança e que agora partilhamos contigo.

 

Escutai a Palavra

 

Escutai a Palavra do Senhor, (2X)

Falai, Senhor! (2 X)

que o vosso servo escuta! (2 X)

 

Canto de Alegria

 

canto de alegria

o Senhor é Palavra de vida,

Canto de alegria

pela voz que a todos convida.

 

A Boa-nova que anuncia Jesus

É alimento

que sacia o nosso ser,

Encontraremos

nela fonte de luz

Ao procurarmos

esta força de viver.

 

Desperta!

 

Desperta, desperta,

Alguém chama por ti.

Desperta, desperta,

Alguém chama por ti. (2X)

 

Desperta é renascer,

acorda da solidão,

voar como borboleta,

sentir livre o coração.

 

Viemos Adorar-te Senhor

 

Viemos adorar-te Senhor

Nossa rocha e alegria,

És a estrela que nos guia.

Viemos adorar-te,

Viemos adora-te, Senhor.

 

Escutando o segredo do amor,

Aquele que me faz caminhar,

Contemplo as maravilhas do Senhor

E com elas aprendo a cantar.

 

Preparo como herói o coração

Para o encontro com Jesus.

Faço da minha vida oração

Sendo o sal e também sendo a luz.

 

Deus é amor

 

Deus é amor,

Atreve-te a viver por amor.

Deus é amor, nada há a temer.

 

O Senhor é a minha força

 

O Senhor é a minha força,

Ao Senhor o meu canto.

Ele é nosso salvador.

Nele eu confio e nada temo. (2X)

 

Carta escrita por Deus

 

Eu folheio a minha vida.

Saltam letras pelo ar...

Uma mensagem convic

p´ra ser eu a anunciar.

Se for Deus a escrever

no coração tem de ser.

Sou carta escrita p´ra ti.

 

Eu sou uma carta escrita

de Deus para ti. (2X)

 

SMS ou por E-mail,

seja em árabe ou chinês,

seja em morse, seja em braile...

na forma como me lês.

A mensagem está em mim.

Deus me pede e eu digo sim:

Sou carta escrita p´ra ti.

 

O meu papel afinal

é ser carta e escritor.

De Jesus ser um sinal,

escrever o seu amor.

As letras eu estou a escolher:

é em mim que tu vais ler:

Uma carta escrita p´ra ti!

 

Com S. Paulo corramos para a Meta

 

Na pista da tua história

Ergue a vida, chama de luz

Corre, corre, corre

E alcançarás vitória,

Se a tua meta é Cristo Jesus!

Ó! Ó! Ó! A tua meta é Cristo!

Ó! Ó! Ó! A tua meta é Cristo!

Ó! Ó! Ó! A tua meta é Cristo!

 

Adormecido na rotina do teu dia,

Escuta Paulo, é a ti que ele hoje diz:

Desperta a alegria,

desata a energia

E o sentido

p´ra tua vida ser feliz.

 

Dentro de ti há umsa sede de vencer

E a ua vida é como o sonho de uma estrada:

Começa-se a percorrer,

não se pode interropmper...

Mas é preciso 

ter a vontade bem equipada.

 

Ubi Caritas

 

Ubi caritas et amor,

Ubi caritas Deus ibi est.

 

Faz-te ao largo

 

Faz-te ao largo, acolhe o amor;

revigora a fé no Senhor.

Desde agora, para Cristo,

serás pescador.

 

Vou dar espaço ao Senhor

para entrar.

O meu barco é pecador,

quero arriscar:

lanço as redes da fé

e contemplo o teu olhar.

Faz-te ao largo.

 

Eternamente Cantarei

 

Eternamente cantarei

O amor do nosso Deus.

 

Guiados pelo Espírito

Todos os que se deixam guiar

pelo Espírito

Esses são filhos de deus.

É ele que nos faz gritar

Abba, Abba, Abba ó Pai (bis).

 

Espírito Santo és como o fogo

Ligeiro como o vendaval

És fortaleza dá-nos vida

Anima o nosso caminhar.

 

E por agora terminamos os cânticos da JEF...espero que gostes de cada um. Pois são mutos bonitos e alegres, então quando cantados ainda melhor.

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 11:06
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Encontro de Formação - O rosto de Deus Pai na Eucarístia

 

Olá! Só hoje nos é possivel actualizar as notícias do grupo de jovens. Começamos por te apresentar um pouco do I Encontro de Formação da JEF - Juventude Eucaristica Franciscana, que se realizou no Seminário de S. José em Bragança, tendo como tema: "O rosto de Deus Pai na Eucaristia.

Neste encontro de formação participaram cerca de 50 jovens dos diversos grupos da diocese de Bragança e Vila Real.

 

Programa do Encontro:

9.30 - Acolhimento no Seminário de S. José - Praça do Bom Pastor

10.00h - Oração da manhã na mata do Seminário

10.30h - Tempo de formação

12.00h - Eucarístia na Igreja do Seminário

13.00h - Almoço no espaço envolvente do Seminário, (alomoço convívio)

14.30h - Testemunhos vocacionais

15.30h - Visita ao Seminário

16.00h - Tempo de oração pelas vocações sacerdotais

 

Oração da Manhã:

 

Ensina-me, Senhor

(leitura e meditação em silêncio)

 

Senhor, ensina-me a ouvir!...

Faço hoje a oração de muitas manhãs:

Senhor, ensina-me a ouvir!...

 

Ensina-me a ouvir até ao fim. Críticas ou elogios; perguntas ou respostas; agradecimentos ou queixas.

 

Ensina-me a ouvir-te, pois tu não gritas,

não te atravessas na estrada, nem sequer dás nas vistas

com gestos espampanantes. No entanto, a tua discrição não é desinteresse: é presença respeitosa, que se propõe à minha liberdade!...

 

Não te Peço

 

Não te peço, Senhor, caminhos abertos nas águas, nem rosas sem espinhos...

Não te peço uma nascente em cada esquina; nem uma palavra amena na tremura de cada passo que devo dar...

Não te peço que o sol se mostre todos os dias, ou que o vento não sopre, testando as raízes ou limpando as folhas...

Não te peço que te moestres, quando a solidão me aperta; nem que envies o Teu anjo a riscar linhas de orientação nos cruzamentos...

Não te peço que me libertes do trabalho que me cabe, nem da dor de habitar um tempo que desassossega as certezas...

Todos: Peço-te tão somente que o meu coração não se perturbe e que eu me saiba contuar e gratuitamente amado.

 

(texto de João Aguiar)

 

Oração

(todos)

 

Senhor, no início deste dia,

venho pedir-te saúde,

força, paz e sabedoria.

Quero olhar hoje o mundo

com olhos cheios de amor,

ser paciente, compreensivo,

manso e prudente;

ver, além das aparências,

teus filhos como tu mesmo os vês,

e assim não ver senão o bem em cada um.

Fecha os meus ouvidos a toda a calúnia.

Guarda a minha língua de toda a maldade.

Que só de bençãos se encha o meuy espírito.

Que eu seja tão bondoso e alegre,

que todos quantos se aproximarem de mim,

sintam a tua presença.

Senhor, reveste-me da tua beleza,

e que, no decurtso deste dia,

eu Te revele a todos. Amen.

 

Depois da oração da manhã, o Diácono António falou sobre o tema do Encontro: O rosto de Deus Pai na Eucarístia, do qual deixamos algumas notas sobre a formação:

 

Questão:

- Qual é elemento pessoal que mais facilmente nos permite conhecer uma pessoa? - O ROSTO

- Qual o outro elemento que nos ajuda a identificar a pessoa? - A VOZ.

 

Rosto de Deus Pai

 

Deus Pai na Eucaristia

- Apresentação de um pequeno filme, que demonstra o Pai Misericordioso.

- Perguntas acerca do filme:

- Com qual das personagens da história nos indentificamos?

 

Análise do quadro de Rembrandt ...

Photobucket - Video and Image Hosting

 

- A misericordia é o rosto de Deus

- Deus que é Pai e mãe

As mães: uma mãe de homem e outra de mulher.

 

Deus reúne-nos no seu amor.

Acolhe-nos cheio de misericórdia.

 

Fala-nos através da sua Palavra:

- Ouve as nossas preces,

- Alimenta-nos na União,

- Abençoa-ns na caridade.

 

Um PAI:

- dedicado,

- atencioso,

- carinhoso.

 

Homens filhos na Eucarisitia

2 opções:

 

- 1º Filhos Desnaturados:

- ignoramos o que Deus faz por nós,

- não o ouvimos,

- não comemos do seu alimento - PALAVRA.

 

2º Filhos Agradecidos:

- rendemo-nos ao amor de Deus.

 

A que grupo pertencemos nós?

- Aos dois.

Deus continua a amar-nos. Ele conhece as nossas dificuldade3s e fraquezas.

 

2º Filme: Multiplicação dos pães e dos peixes

 

- Quem vê o filho vê o Pai e niguém chega ao Pai senão pelo filhho.

- escuta da palavra,

- consciência das limitações humanas,

- Deus pede tudo o que temos,

o nosso pouco colocado ao serviço dos outros torna-se muito,

- Deus quer-nos saciados e não famintos.

 

Quando é que chamamos PAI na Igreja:

- no início da eucarístia,

- nas orações feitas pelo sacerdote,

- no Pai Nosso

- nalguns cânticos.

 

Pai e amigo:

- criou-nos,

- enviou-nos o seu Filho para nos salvar,

- enviou o Espírito Santo para agir no nosso coração.

 

Somos responsáveis por continuar a criação:

- no amor às criaturas,

- no louvor a Deus.

 

Para terminar a formação antes da Eucarístia, cantou-se o cântico do Irmão Sol  dee S. Francisco de Assis.

 

- Seguiu-se a Eucarístia pelas 12 horas na Igreja do Seminário, seguindo-se depois o almoço convivio e da parte da tarde pelas 14.30 houve tempo para os Testemunhos vocacionais dos Acólitos: José Luis e Mauro Alves do Seminário de Bragança.

 

Nos testemunhos vocacionais o Mauro falou um pouco do que é a vocação, como é que ela surge em cada pessoa e que importância é que tem. Não esqueçendo, que cada um deve ouvir e estara tento com os ouvidos do coração, para o que Deus tem "destinado" para nós, na nossa vida.

Depois falou o Acólito José Luis, onde deu o sue testemunho vocacional, onde falou um pouco da sua experiência...desde que entrou na escola até passar pelo Seminário e finalmente sentir-se vocacionado, ouvir o que Deus lhe pediu...que é ser padre, (o que acontecerá dentro de um ano, a estes dois acólitos no Seminário de S. José em Bragança).

 

Depois dos Testemunhos vocacionais, o encontro terminou não sem antes, todos os jovens sairem mais enriquecidos dele e saberem mais um pouco da importância de ouvir o queDeus tem para nós - com os ouvidos do coração.

 

(continua no post seguinte com todos os cânticos que se aprenderam neste encontro da JEF...)

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 09:44
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Cântico - Caminha na luz

Continuamos a trazer cânticos do nosso reportório que utilizamos no grupo. O cântico de hoje é: Caminha na Luz

 

 

 

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 08:40
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Novidades - Plano Pastoral da JEF e Catequese para os grupos

Olá! Hoje temos mais algumas novidades para ti.

Recebemos à pouco tempo, atarvés da Irmã Efigénia, (que orienta o nosso grupo), a capa que foi dada a cada grupo de jovens que está ligado com a JEF, (Juventude Eucarística Franciscana).

Nessa capa contém todo o programa da JEF 2009/10 e um livro com as "catequeses" para os grupos JEF, (incluindo com um cd a acompanhar). Nesse livro contém 9 temas integrados no Tema lançado pelo Papa Bento XVI para o novo ano líturgico, que tem como tema: Ano Pastoral.

Começamos agora por divulgar o Plano Pastoral da JEF - 2009/10:

 Tema: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida Eterna?»

 

Objectivo geral:

- Conhecer Deus, descobrindo-o como fonte de felicidade.

 

Objectivos Específicos:

- Acolher as exigências do ser cristão.

- Descobrir a acção de Deus em mim.

 

Critérios de Acção:

- Encontro de formação: irmãs, animadores e outros;

- Dia de Deserto;

- Encontro vocacional;Jornada bíblica;

- Visitas aos grupos;

- Peregrinação a Fátima.

 

Meios ao Dispor:

- Circulares;

- Encontros de formação;

- Jornal Semeando;

- Retiro espiritual;

- Encontros de Irmãs orientadoras dos grupos;

Jornadas bíblicas;

- Peregirnação a Fátima;

- Subsídios para as reuniões de grupos.

 

Calendarização:

 

26 de Setembro de Tarde: Encontro com as Irmãs responsáveis da JEF e o animador de cada grupo)

Local: Mirandela

Tema: Apresentação do Ano Pastoral e o momento de oração

 

17 de Outubro: Encontro de Formação

Local: Seminário de S. José em Bragança

Tema: Acolher as exigências do ser cristão

 

21 de Novembro: I Encontro de Animadores

Local: Macedo de Cavaleiros.

Tema: Acolher as exigências do ser cristão.

 

17 de Janeiro: Jornadas Bíblicas

Local: Mirandela.

Tema: O baptismo na Bíblia e o nosso baptísmo.

 

13 de Março: II Encontro de Animadores

Local: Bragança

Tema: Animar segundo o espírito cristão. A felicidade cristã.

 

29 de Março: Dia de Deserto.

Local:  Senhora do Campo

Tema: Descobrir a misericórdia de Deus em mim, (Penitência)

 

26 e 27 de Junho: Peregrinação a Fátima

Tema: Com Maria até à fonte

 

10 de Junho: Encontro vocacional

Local: Barragem do Azibo

Tema: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

 

Outubro a Dezembro: Primeiro ciclo de visitas aos grupos

Outubro:

17 - Celhariz;

24 - Vilar de Nantes e Chaves

31 - Freixo de Espada à Cinta.

 

Novrembro:

7 - Loivos

28 - Macedo de Cavaleiros.

 

Dezembro:

12 - Pereira.

 

Tema para o Primeiro ciclo de Visitas aos Grupos: Subir ao monte em busca da felicidade.

Caminhada formativa, tempo de oração e partilha de farnéis.

 

Fevereiro, Março e Abril: Segundo ciclo de visitas aos grupos.

 

Símbolo: Pelos grupos roda uma Bíblia, com uma catequese bíblica a trabalhar nesse momento e fitas nas beiras para cada elemento assinar no final da reunião.

 

Este é todo o Plano Pastoral do grupo JEF, no qual o nosso grupo está integrado e pretende neste ano 2009/10, aprender, fazer uma boa formação junto da JEF e de outros grupos de jovens, no qual vamos ter contacto, ao mesmo tempo que vamos crescendo de uma melhor forma, seguindo o Caminho do nosso guia JESUS CRISTO.

 

De seguida apresentamos os 8 temas da Catequese para os grupos a poder trabalhar ao longo do ano por acad grupo, nas suas reuniões semanais.

 

Temas das 8 catequeses:

 

1. Correr até Jesus e ajoelhar...em busca da felicidade - Símbolo: Sandálias

Quando se punha a caminho, alguém correu para Ele e ajoelhou-se...

Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

 

2. Desvendar quem é Deus...praticando a lei do amor - Símbolo: Bíblia

Jesus disse: «Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um só: Deus. Sabes os mandamentos: Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes horan a teu pai e tua mãe.» Ele respondeu: «Mestre, tenho cumprido tudo isso desde a minha juventude.»

 

3. Experimentar o amor...apostando numa só coisa - Símbolo: Rosto de Jesus.

Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele e disse: «Falta-me apenas uma coisa:

 

4. Caminahr na aventura...vendendo na coragem - Símbolo: Mochila

«Vai, vende tudo o que tens,»

 

5. Dar na caridade...recebendo na humildade - Símbolo: Mãos

«Dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu.»

 

6. Seguir na alegria...arriscando no mistério - Símbolo: Seta

«Depois, vem e segue-me.»

 

7. Renunciar na confiança...descobrindo o bem maior - Símbolo: Dinheiro

«Mas, ao ouvir tais palavras, ficou de semblante anuviado e retirou-se pesaroso, pois tinha muitos bens.

 

8. Buscar a felicidade! - Símbolo: Vela acesa.

«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

 

9. Catequese bíblica que acompanha o símbolo pelos grupos.

«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

 

Nota: Em cada número o tema está sublinhado, sendo que quem prepara a oração de um tema, tem que utilizar o símbolo que o acompanha. Estes 9 temas irão ser desenvolvidos por cada grupo desde Outubro até Junho, (altura em que cada grupo de jovens fará a avaliação das catequeses apresentadas e do próprio tema que o papa Bento XVI escolheu: Ano Pastoral. Com isto, e tendo 9 temas bem "ricos" para serem explorados pelo grupo e que daí sairam grandes aprendizagens e enriquecimento. Sendo que cada catequese pode ser trabalhada pelo grupo em diversos fins-de-semana, criando sub-temas para debate.

 

Com isto concluimos as novidades, lembrando que em breve o nosso grupo participará no próximo sábado, dia 17 de Outubro num Encontro de Formação no Seminário de S. José em Bragança. Em breve traremos aqui o programa deste Encontro.

Esperamos que este ano 2009/10 seja muito enriquecedor para o nosso grupo, sendo que a nossa ligação com a JEF pode ser cada vez mais enriquecedora.

 

Até breve....

 



Publicado por gjemanuel-chaves às 22:10
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Sábado, 10 de Outubro de 2009
Inicio do Novo ano do Grupo de Jovens - 2009/10

Olá! Depois das férias de verão, que serviram para todos os jovens do grupo, descansarem do ano escolar...recuperando energias, o grupo de jovens Emanuel deu início ao novo ano de actividades - 2009/10.

Sendo assim, o grupo começou no último domingo, dia 4 de Outubro de 2009, pelas 10 horas, na nossa sala do Centro Paroquial, (junto à Igreja Matriz).

Para começar destacamos o reforço de novos jovens para o grupo, sendo o Raúl (tendo se feito as apresentações no grupo) e outro jovem,  que virá em breve...estes dois jovens irão ajudar e enriquecer mais o grupo. Com isto ficamos muito contentes e esperamos, desde já, que o Raúl e o outro jovem que virá em breve, se sinta bem no nosso grupo de jovens.

De seguida, foi apresentada a oração feita pela Joana Correia, que teve como tema: Origens.

A oração pode-se dividir em duas partes:

- Primeira a descrição do que é o Cristianismo, quem foram os Primeiros discipulos de Jesus Cristo e algumas notas de destaque do Cristianismo.

Esta parte serviu para demonstrar e lembrar algumas coisas que mesmo os cristãos não sabem certas coisas "básicas" do cristianismo.

- Na segunda parte da oração, falou-se um pouco, como surgiu o Grupo de Jovens Emanuel, como se desenvolveu e o que foi sendo feito no grupo, até hoje.

Quanto a esta parte, lembramos que quem criou o grupo foi a Irmã Efigénia e Irmã Maria José e que incentivaram alguns jovens a iniciar caminhada na Paróquia, seguindo os passos de Jesus Cristo, (nosso guia). Nesse percursso até hoje, passaram muitos jovens, (chegando a ter o grupo cerca de 50 jovens) e fazendo diversas actividades na Paróquia).

Nesta segunda parte fez-se uma ligação com a primeira, lembrando que no grupo, os jovens também são "discipulos" á semelhança do que foram os primeiros discipulos de Jesus Cristo, sendo que os jovens do grupo tem compromissos a assumir no grupo e na Paróquia, (através das diversas actividades). 

Terminada a oração, foram feitos alguns compromissos para se realizaram no grupo ao longo de 2009/10, dos quais destacamos:

- Criação do site da Paróquia, (ao longo do ano e em conjunto com o nosso Paróco Pe. Hélder Sá);

- Criação de um calendário para cada mês, a fim de cada jovem se comprometer a fazer a oração para cada domingo;

- Participação mais activa dos jovens na Eucaristia de cada domingo na Igreja Matriz e em especial no coro;

- Participação nas actividades da JEF em Mirandela e Macedo de Cavaleiros durante o ano, nos seus encontros.

 

Esperamos que este novo ano do grupo seja enriquecedor e motivador para todos, podendo cada jovem crescer a todos os níveis....

 

Amanhã traremos mais notícias com a reunião do grupo....

 

P.S.: Logo que seja possível apresentaremos a oração Origens de forma integral.



Publicado por gjemanuel-chaves às 13:20
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